Archive for junho, 2016

FCDL/SC sedia I Fórum de Comunicação Lojista

Ampliar e aprimorar a comunicação entre os assessores de comunicação e de imprensa da FCDL/SC com os das CDLs e seus associados, promover a integração entre os jornalistas, multiplicar resultados e estreitar as relações entre os profissionais. Esses foram os principais motivos que levaram a FCDL/SC a criar o Fórum de Comunicação Lojista.

A primeira edição aconteceu na sexta-feira, 24 de junho, e reuniu 21 pessoas, entre assessores de imprensa e de comunicação das Câmaras de Dirigentes Lojistas na sede da Federação.  

O Fórum é uma oportunidade para ajustes e busca de procedimentos unificados entre as assessorias da Federação e das CDLs. A intenção é tornar o evento anual e ampliar o número de profissionais participantes a cada edição. 

27364311563_3cb41aecdc_zNa programação do encontro conduzido pelo coordenador de comunicação da FCDL/SC, Márcio Roberto Silveira, e pelo assessor de imprensa da Federação, Carlos Stegemann, com abertura do gerente geral da entidade, Ademir Ruschel, esteve o debate sobre os desafios para trazer conteúdo de qualidade nos dias atuais, nos quais a comunicação digital e em tempo real estão cada vez mais em evidência, as ações de sucesso das assessorias das CDLs e sugestões para aprimorar o trabalho dos setores de comunicação.

Os assessores de imprensa das CDLs também conheceram a metodologia das pesquisas de intenção de compras, resultado e avaliação das vendas no comércio em datas promocionais realizadas pelas FCDL/SC e Fecomércio-SC, o trabalho da assessoria parlamentar da Federação, conduzido por Christiane Vega, da FCDL/SC, e as campanhas de datas promocionais e o novo portal da Federação que foram apresentados por Arieli Adolpho da agência Marcca Comunicação. 

O encontro, produtivo e cheio de ideias, encerrou com as sugestões dos assessores de imprensa das CDLs para aprimoramento da comunicação entre Federação e Câmara de Dirigentes Lojistas. Entre as indicações esteve a criação de grupos para troca de ideias entre os assessores no Facebook e no WhatsApp e a realização de novos Fóruns, com palestras e debates que promovam a reciclagem e o aprimoramento dos conhecimentos na área de comunicação interna e externa.

Participaram do encontro profissionais das CDLs Brusque, Balneário Camboriú, Florianópolis, Criciúma, Joinville, Chapecó, Concórdia, São José, Lages, Jaraguá do Sul, Blumenau e Palhoça.

> Matéria produzida pela FCDL.

Consumidor digital quer mais valor agregado e conveniência

onlineredevendaA quinta pesquisa Cisco Consulting Services, realizada com mais de mil consumidores na América Latina, concluiu que o consumidor digital amadureceu e espera do varejo um novo conceito de experiência que agrega cada vez mais valor e conveniência tanto dentro da loja, como fora dela. O estudo fornece aos varejistas informações para que possam conquistar esse novo consumidor digital por meio de inovações alimentadas por recursos como mobilidade, serviços de vídeo e analíticos. A pesquisa é parte de um estudo global realizado com 6 mil consumidores, em dez países, incluindo o Brasil e o México.

A maioria dos consumidores, atesta o estudo, tem interesse em inovações que visam aprimorar a conveniência e a eficiência em compras, que vão além do serviço personalizado, a chamada hiper-relevância. Esta que agrega valores como grandes descontos, eficiência ou engajamento, em tempo real, durante toda a experiência de compra, usando a análise para determinar a experiência que melhor se adapta ao contexto do cliente (onde ele está e o que ela procura naquele momento).

Consumidores digitais demonstraram grande interesse nos conceitos de experiências ligadas à Internet de Todas as Coisas (IoT), que geram economia, eficiência e engajamento. “Temos uma oportunidade imensa à nossa frente. Dos US$ 14,4 trilhões de valor da Internet de Todas as Coisas para o setor privado, US$ 1,5 trilhão está disponível para o setor de varejo. A chave para captar esse valor é perceber que os consumidores digitais não são estáticos, e sim dinâmicos”, diz Rosemary Arakaki, gerente de Desenvolvimento de Novos Negócios para Varejo da Cisco América Latina.

> Fonte: Portal Gouvêa de Souza

> Texto também publicado no site da FCDL.

Comércio exterior ainda é pouco explorado por pequenos empresários

exportacaoDas 23.146 empresas brasileiras que exportaram no ano passado, 47% são micro e pequenas. Esse número avança aos poucos, segundo especialistas em comércio exterior, porque empreendedores interessados em fazer negócios em outros mercados ainda comentem equívocos considerados básicos.

São falhas que vão desde desinformação e ausência de planejamento estratégico até manter o site sem falar literalmente a língua do cliente ou vender um produto com a embalagem inadequada. “Se a meta é fornecer na América Latina, o site precisa ter, no mínimo, uma versão em espanhol. Não precisa pagar caro pelo serviço. A contratação de um estagiário que possa crescer junto com a empresa já pode ser uma saída”, diz Adriana Rodrigues, coordenadora de competitividade da Apex­ Brasil.

A empresa que quer se internacionalizar tem de conhecer o gosto do consumidor de lá e o segmento em que pretende atuar. “Pesquisar o mercado, entender o consumidor é fundamental. Não é porque aqui o produto deu certo que lá fora também vai dar. E não adianta ter um produto bom e errar no tamanho da embalagem”, diz Heloísa Menezes, diretora­técnica do Sebrae Nacional. Em muitos países europeus a preferência é por embalagens individuais, mais econômicas ao contrário dos EUA, com seus combos.

Mas não só isso. Tem ainda de ter conhecimento da legislação, de políticas tarifárias impostas para proteger determinados setores do país e barreiras técnicas e sociais (como uso de trabalho infantil ou degradante na produção). O não cumprimento de exigências fitossanitárias pode inviabilizar a importação do “made in Brazil”. Caso de segmentos como alimentos ou químico –o uso de um determinado componente (como verniz, que em alguns países é vetado) pode impedir o negócio.

Uma das saídas para quem quer começar a exportar ou até mesmo importar matéria­prima é fazer o procedimento de forma indireta —ou seja, com ajuda de tradings e agentes aduaneiros que atuam no comércio exterior. Isso pode baratear o custo de manter um funcionário ou uma equipe somente para cuidar desse setor e de toda a burocracia ainda exigida, além de auxiliar o empreendedor na formação de preço, uma das maiores dificuldades encontradas pelas pequenas e micro, segundo os especialistas.

Para chegar mais rápido às prateleiras estrangeiras, outra alternativa é se associar a um parceiro internacional, licenciando a marca e deixando que ele faça a distribuição dos produtos —como estudam grifes brasileiras com fornecedores do Peru. Muitas vezes uma empresa que é concorrente no mercado interno brasileiro pode ser parceira em outro país, dizem os analistas.

No caso da importação de matéria­prima ou produtos acabados, o empreendedor deve conhecer a empresa da qual pretende comprar, avaliar a capacidade de entrega e até buscar informação com clientes sobre o histórico de fornecimento. “Em muitos casos, o primeiro lote vem de acordo com as especificações feitas. Mas depois há perda de qualidade ou descumprimento do que foi pedido, por isso é importante verificar o histórico das entregas”, diz a diretora do Sebrae.

Um erro comum dos empreendedores é querer somente aproveitar o atual momento econômico, com a alta do dólar favorecendo as exportações, para expandir negócios para fora do país. “Exportar tem de ser uma decisão estratégica e não uma decisão de curto prazo. Demora em média três anos para uma empresa fincar pé em outro mercado e ter estabilidade nas exportações”, diz a coordenadora da Apex. Com o Peiex (Projeto Extensão Industrial Exportadora), feito em parceria com universidades e instituições, 3.000 empresas recebem de 250 técnicos da agência orientações para identificar problemas e soluções para melhorar desempenho na exportação.

Fernando Pimentel, superintendente da Abit, diz que as empresas têm buscado mais a “internacionalização defensiva” do que fato se preparado para crescer em outros países. “Se a empresa quer avançar em outros mercados, se reposicionar e ficar mais perto dos consumidores, é uma questão. Mas o que temos assistido são empresas que vão para fora porque o ambiente aqui está hostil e procuram outro lugar para investir.” Destaca ainda que faltam ações, como uma política industrial ampla e eficiente, para cuidar da competitividade das empresas.

Apesar do esforço do governo para incrementar o comércio exterior e diversificar a pauta de exportação do país, do lado estrutural, os especialistas reconhecem que ainda faltam, aos pequenos, linhas de financiamento para exportação com taxas menores e diminuir a burocracia. “Os fundos garantidores que asseguram as operações de riscos, tanto relacionados a fretes como o não recebimento de mercadoria, no caso de uma importação, ainda não insuficientes para atender a demanda.

E, neste segmento, ainda não existe nada voltado para micro e pequenas”, diz Heloisa Menezes, diretora técnica do Sebrae. Entre 2015 e o ano anterior, o número de pequenas e micro empresas que passou a exportar avançou 10,4%, e o valor exportado 5,3%. Mas elas ainda representam pouco (1,1%) do total de US$ 190 bilhões exportados no ano passado.

Em abril, o governo federal lançou em parceria com o Senai o programa “Brasil mais produtivo” para ajudar as empresas no combate a desperdícios na sua produção e para que possam se preparar melhor para exportar. Em uma primeira fase, serão 3.000 atendidas de quatro setores –vestuário e calçados, alimentos e bebidas, metalomecânico e moveleiro.

> Fonte: Portal Folha de São Paulo

> Texto também publicado no site da FCDL.

Cinco estratégias para criar uma equipe mais produtiva

equipeestrategicaPor Christian Barbosa*

Não podemos criar uma empresa produtiva, mas é possível fazer isto com as pessoas e com isso formar uma equipe eficiente. Algumas reclamações são bem comuns dentro das empresas, muitos gestores costumam dizer que a equipe está apresentando dificuldades de rendimento e há também profissionais que se queixam de trabalhar em uma empresa na qual as tarefas sempre aparecem na última hora e são urgentes.

Toda vez que sou questionado a respeito de produtividade no ambiente de trabalho, ressalto que não podemos criar uma empresa produtiva. O que podemos fazer é tornar as pessoas mais produtivas, juntas elas são capazes de formar uma equipe mais eficiente e, consequentemente, tornar a empresa mais produtiva. Ou seja, precisamos aprender olhar para a base dos acontecimentos diários, só assim será possível ter um nível superior de performance.

Para aqueles que sofrem com essa questão, selecionei cinco estratégias que vão ajudar a tornar as equipes mais produtivas, confira:

1 – Clareza nos objetivos

A primeira grande ação para melhorar a performance da equipe é ter clareza dos objetivos. A pessoa que não sabe por qual caminho seguir se perde, principalmente, na priorização, tudo fica urgente e elas não sabem ao certo por qual caminho seguir. É preciso entender claramente o que deve ser feito, por exemplo, qual é a entrega do dia, mês, semana ou até mesmo semestre. Só é possível definir prioridades quando temos em mente o que deve ser feito.

2 – Tenha indicadores

As pessoas gostam de saber que estão melhorando, por isso não basta ter metas. Esse é um dos grandes erros que as empresas cometem, pois elas criam objetivos, comunicam a equipe e depois não dão nenhum tipo de retorno em relação ao trabalho. Quando falamos de metas, estamos nos referindo a pequenos indicadores que vão mostrar se estamos próximos ou distante do objetivo. Uma dica é usar um Indicador-chave de Performance, conhecido por KPI (Key Performance Indicator), que pode ser criado com base no número de vendas que a empresa realiza, no volume de horas extras ou no progresso de um projeto ao longo da semana, de acordo com a necessidade de cada organização ou equipe. O importante é ter um indicador que faça o time ver o que está acontecendo. 

3 – Tenha uma ferramenta de gestão

Busque uma ferramenta que auxilie na gestão das tarefas e que ajude a delegar de forma mais eficiente. Ferramentas como o Neotriad, por exemplo, viabilizam a organização do trabalho, o que permite a discussão de prioridades reais e possibilita o mapeamento de indicadores. Ao visualizar tudo o que está acontecendo ao longo de um período, o gestor consegue ter mais liderança em suas mãos e, consequentemente, a performance da equipe melhora, pois os profissionais aprendem a gerenciar melhor suas atividades.

4 – Crie padrões de comunicação

Tenha padrões, seja para delegar tarefas internamente, para comunicar mudanças no projeto ou sempre que precisar acionar a equipe. Uma sugestão é ter um profissional responsável por delegar as tarefas da equipe, ele receberá as demandas e alocará na rotina do time. Dessa forma, com todas as tarefas em um ponto central, é possível facilitar a comunicação e o processo de gestão.

5 – Tenha uma estratégia para envolver sua equipe

Nesse sentido, é importante termos uma estratégia para ajudar as equipes a aprenderem com os erros e serem parabenizadas pelos acertos. As pessoas gostam de feedback, por isso, no momento que é identificado um erro é preciso conversar com o profissional e corrigi-lo, agora, quando está ele certo, é preciso parabenizar ou recompensar de alguma forma para que ele se sinta parte do processo. Com as dicas em mãos, lembre-se que não melhoramos a performance de uma equipe apenas com mudanças na empresa, só temos condições de fazer diferente no momento que ajudamos as pessoas a serem mais produtivas em sua rotina.

> * Christian Barbosa é fundador da Triad Consulting, multinacional especializada em programas e consultoria na área de produtividade, colaboração e administração do tempo. 

> Fonte: Portal Administradores

> Texto também publicado no site da FCDL.

Clube Mulher CDL Palhoça realiza Mini Bazar

minibazar

Para quem ainda não conhece os serviços e produtos das integrantes do Clube Mulher CDL Palhoça vem aí uma grande oportunidade: o 1º Mini Bazar.

O evento será realizado dia 29/06/2016, às 19h30m, no Restaurante Vó Maria, no Pagani, anexo ao posto VIP (ao lado do Shopping ViaCatarina). 

Na oportunidade, os participantes poderão conferir um food truck de Shawarma e a degustação de quentão da Chef Lena Amorim.

O Clube Mullher, fundado em 2015, tem como o objetivo complementar as ações desenvolvidas pela CDL de Palhoça, estimulando uma atuação das mulheres ainda mais expressiva dentro da própria entidade, das empresas, dos

CDL Palhoça e Clube Mulher CDL convidam a todos os amigos, familiares, colegas e a comunidade em geral para prestigiar o evento.

Informações e reservas pelo fone: (48) 3242-1900 ou pelo e-mail eventos@cdlpalhoca.org.br

CDL Palhoça

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