Archive for dezembro, 2016

Para 2017: um novo ano de aprendizados, conquistas e parcerias

Por Josué da Silva Mattos, presidente da CDL de Palhoça

A experiência humana permite um aprendizado constante.

A cada ano vivido, compreendemos que o progresso é caminho repleto de desafios e da superação destes.

Para os mais atentos e preparados, os momentos difíceis são encarados com a seriedade de quem conhece o universo ao seu redor, sem se deixar abater por ondas de pessimismo ou preocupação.

E se este foi um ano complicado em nossa história recente, é justo colocarmos tudo em perspectiva.

Assim, veremos que não são as perdas que nos saltam aos olhos, mas sim aquilo tudo que conquistamos.

A CDL de Palhoça e seus associados completaram novamente um ciclo de desenvolvimento e aprendizagem.

As relações sociais são dinâmicas, estão sempre se transformando. Assim é para o cidadão, e, da mesma forma, para os lojistas.

E foram muitas transformações ao longo do ano, incluindo a ampliação do atendimento em serviços novos como a Certificação Digital, a UNICRED e o Posto de Atendimento e Conciliação (PAC).

Não podemos nos esquecer dos eventos, que ganharam ainda mais destaque em 2016, como o Bazar da Moda – Liquida Palhoça, a Stammtisch e o Outubro Rosa.

Agora, chegou o momento de utilizar todo este aprendizado para construirmos um novo ano com a mesma colaboração e comprometimento que marcam nossa história.

As conquistas virão. E estaremos juntos outra vez!

Um ótimo 2017 para todos!

2017

57% dos consumidores que irão comemorar o Réveillon pretendem comprar roupas novas, mostra SPC Brasil

Média de gastos com roupas e comemorações deve ser de R$ 263, uma queda de 17% em relação a 2015. Para especialista, setores de comércio e serviços têm oportunidades com o réveillon

Depois do Natal, os varejistas esperam pelas trocas dos presentes atrair os consumidores. A última semana do ano pode levar as pessoas às lojas novamente e impulsionar o comércio com as compras de produtos para o Ano Novo. Uma pesquisa do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) mostra que 56,8% dos que vão comemorar a data pretendem comprar roupas, calçados e/ou acessórios para usar na passagem de ano – um aumento de 6,3 pontos percentuais em relação a 2015 (50,5%).

O levantamento revela, porém, que os gastos com essas compras e também com as comemorações serão menores do que no ano passados: valor médio de R$ 263,06, o que representa uma queda real de 17,4% em relação ao valor declarado em 2015 (R$ 293,56), já considerando a inflação acumulada dos últimos 12 meses. Cerca de 63,9% ainda não sabem o valor que será gasto.

“Levando em conta que os brasileiros querem comprar, mas gastando menos, a sugestão para os lojistas é que ofereçam opções mais baratas”, aconselha Marcela Kawauti, economista-chefe do SPC Brasil. “Muitas pessoas terão de adquirir itens mais em conta, trocando marcas ou encontrando alternativas que pesem menos no bolso. Portanto, o varejo precisa diversificar nas prateleiras, para que clientes de todos os perfis econômicos possam encontrar aquilo que procuram. A dica é oferecer boas opções de compra, cuidando para que a apresentação dos produtos seja o mais atraente possível, convidando os clientes a entrarem no ponto de venda”, afirma Kawauti.

A pesquisa também mostra que praticamente oito em cada dez consumidores (82,9%) já decidiram onde pretendem comemorar. A maior parte garante que o Réveillon será vivenciado em casa (23,5%, com queda de 6,4 p.p em relação a 2015), mas também há aqueles que pretendem viajar (13,1%, com aumento de 4,9 p.p em relação a 2015) ou passar a virada na casa de outros parentes (12,0%).

“Além do varejo, o setor de serviços também pode encontrar boas oportunidades para obter receita na época de Ano Novo, já que pode oferecer pacotes e promoções em viagens de turismo, passeios e hospedagem”, indica a economista.

Metodologia

As entrevistas se dividiram em duas partes. Inicialmente ouviu-se 1.632 consumidores nas 27 capitais para identificar o percentual de quem pretendia ir às compras no Natal e, depois, a partir de 600 entrevistas, investigou-se em detalhes o comportamento de consumo no Natal. A margem de erro é de no máximo 2,4 e 4,0 pontos percentuais, respectivamente. A uma margem de confiança de 95%.

Baixe a íntegra da pesquisa em: https://www.spcbrasil.org.br/pesquisas

Bom atendimento é o aspecto mais valorizado por consumidores

A edição 2016 da pesquisa ‘As empresas que mais respeitam o consumidor’, realizada há 14 anos, revelou que 40% dos brasileiros acreditam que o bom atendimento dos funcionários é um dos principais aspectos valorizados pelos consumidores. Já 27% confia na qualidade dos produtos e serviços como atributos importantes enquanto critério que ajuda a determinar a empresa que mais respeita o consumidor em seu segmento.

Além dos quesitos bom atendimento dos funcionários e qualidade dos produtos serem apontados como preponderantes para a escolha daqueles que respeitam o consumidor, agilidade no atendimento em diferentes canais de contato (loja física, web, atendimento telefônico), além de preços atrativos foram pontos relevantes indicados pelos entrevistados, com 12% e 11% das respostas, respectivamente.

Em contraposição, variedade de produtos, promoções e ofertas, facilidade de pagamento e estrutura/ambiente dos produtos, foram itens pouco apontados como importantes.

O estudo foi conduzido pela Shopper Experience, em parceria com o Centro de Estudos Padrão, sobre quais as empresas e os segmentos que mais respeitam os clientes. A amostra foi feita com 1.493 brasileiros, homens e mulheres maiores de 18 anos, das classes A, B, C e D, de oito regiões do país.

> Fonte: Portal Supermercado Moderno

> Texto também publicado no site da FCDL.

Mercado brasileiro de utensílios domésticos deve crescer 30,8%

Resistindo à crise econômica, o mercado nacional de utensílios domésticos mantém trajetória ascendente. De acordo com dados da consultoria Euromonitor, apenas as vendas de itens para armazenagem e preparo de alimentos, por exemplo, registraram crescimento de 56,6% nos últimos cinco anos, indo de R$ 1,5 bilhão em 2010 para R$ 2,3 bilhões em 2015.

Ainda segundo a Euromonitor, agora a expectativa é que as vendas continuem avançando pelos próximos cinco anos. A previsão da consultoria é que até 2020 o segmento cresça 30,8% com relação ao último ciclo, atingindo uma quantia em torno de R$ 3,1 bilhões.

Outro estudo sobre o setor é o promovido pela consultoria Bain & Company, que revela que os utensílios domésticos, juntamente com os aparelhos eletrônicos, foram os itens mais buscados pelos clientes dos serviços de comércio eletrônico em 2015. Esses itens representaram cerca de 70% das vendas efetivadas através de e-commerce no ano passado.

Com a demanda em alta, as empresas do setor buscam eficácia nas cadeias de distribuição. Dinamismo e capilaridade são essenciais para atender o cliente onde e quando a compra for efetuada. Estes critérios foram essenciais para que uma das grandes do segmento, a Tramontina, firmasse contrato com a operadora logística Panalpina Brasil, que passou a ser responsável pela logística de exportação da empresa para a América do Norte e América Central.

“Iniciamos o negócio com a Tramontina em agosto de 2016 e, desde então, somos os responsáveis por todas as suas exportações para esses mercados, através do transporte marítimo com partida do porto de Rio Grande, Rio Grande do Sul, estado em que a empresa está sediada”, disse a gerente de vendas da Panalpina Brasil em Porto Alegre, Aline Boeira.

A Panalpina é responsável pelos embarques de todas as linhas de produtos do extenso portfólio da marca para esses destinos, que contém mais de 18 mil itens, como equipamentos para jardinagem, ferramentas e móveis, além das tradicionais linhas de cutelaria, de panelas e de utensílios para o lar, que concentram a maior porcentagem das vendas da empresa.

> Fonte: Portal MR News

> Texto também publicado no site da FCDL.

Especialistas traçam os cinco tipos de vendedores

Por Leandro Garcia*

É interessante pensar que uma das profissões mais antigas do mundo, partindo do pressuposto que uma venda pode ser caracterizada como uma troca de um produto ou serviço por um determinado valor, passa por constantes mudanças e adaptações ao decorrer dos anos para manter-se viva e bem diferente da sua essência, saindo do conceito puro de troca, para atender as necessidades e anseios dos compradores.

Vários nomes nos dias de hoje são utilizados, como vendedor, assessor comercial, gestor comercial, gestor de área, vendedor técnico, vendedor milênio e outros. A arte da venda se renova com novas expectativas, táticas e necessidades do dia a dia, transformando profissionais de vendas em verdadeiros psicólogos, políticos e até comediantes. São verdadeiros malabaristas do capitalismo recessivo, cujo único objetivo é atingir a sua meta.

Segundo estudiosos podemos resumir os seus estilos existentes em cinco tipos de vendedores.

1 – O amigão é caloroso

Sedutor e está sempre tentando se conectar emocionalmente com cada cliente. Muitos do que têm esse perfil não são realmente vendedores, são tiradores de pedido. Só vendem se o cliente quiser mesmo comprar, já que, no geral, têm medo de ouvir não. Isso significa que raramente oferecem alguma coisa ao cliente e só esperam que ele peça. Fugir do não é bem diferente de correr atrás do sim.

2 – O lógico

Ele tem uma abordagem totalmente racional, praticamente sem emoção. Tende a se tornar um especialista no que vende e só vende aquilo que conhece profundamente, para pessoas cuja necessidade é capaz de compreender a fundo. Se for lidar somente com compradores racionais, terá grande chance de sucesso.

3 – O consultor

Uma mistura dos dois perfis anteriores. Conhece profundamente o que vende e, com perguntas formuladas corretamente, consegue compreender as necessidades do cliente, estabelecer uma relação de confiança e propor a melhor solução. De forma geral, não tem medo de ouvir não. Sabe que para cada sim vai ter que ouvir três, cinco ou 10 negativas e que isso faz parte da vida.

4 – O manipulador

Faz quase um bullying com o cliente. Mente, faz pressão, praticando o que chamo de “empurroterapia”. Infunde no comprador medo de fazer papel de bobo e de se dar mal. Eu não quero gente assim na minha equipe, mas há gestores que gostam dos resultados de curto prazo que um profissional assim consegue gerar.

5 – O vendedor coach

Ele transcende todos os outros tipos de vendedores. Ele é aquele que reconhece que o verdadeiro sucesso nas vendas está em entender o seu cliente, conhecer bem o produto/serviço com o qual vai trabalhar e principalmente trabalhar para atender às reais necessidades do cliente.

O vendedor coach utiliza a lógica e o padrão amigão, aliando racionalidade, técnica, comportamento, emoção e fluidez no acompanhamento do seu cliente. O que faz é um trabalho de guia da experiência do cliente com seu produto/serviço, mas sempre respeitando os valores e necessidades dele.

Acredito que o verdadeiro profissional de vendas é aquele que consegue atender às necessidades de cada cliente, com rentabilidade, gerenciando a sua carteira e procurando uma relação ganha-ganha, quando tanto o comprador quanto o vendedor saem satisfeitos com a negociação e com sorriso no rosto.

> *Leandro Garcia é professor dos cursos de MBA, Pós-Graduação e do Programa CADEMP da IBE-FGV.

> Fonte: Portal No Varejo.

> Texto também publicado no site da FCDL.

CDL Palhoça

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