Archive for Janeiro, 2017

Poder de compra de quem tem acima de 60 anos pode chegar a trilhões em 2020

As novas gerações são uma grande preocupação para as empresas: como os Millennials consomem? Como a Geração Z pode ser engajada? Ao mesmo tempo, a população está envelhecendo e outro público se destaca como um dos mais importantes para o setor de consumo nos próximos anos: a geração sênior. De acordo com um estudo divulgado pela Tetra Pak, o poder de compra dos consumidores acima de 60 anos vai superar US$ 10 trilhões em todo mundo em 2020.

O relatório “Consumer Generations” aponta que, no Brasil, o público sênior tinha 11% da renda do País, na última década. Nos próximos quatro anos, a expectativa é que eles passem a ter 16%, em decorrência do envelhecimento da população e do aumento do poder de compra dos brasileiros.

Apesar de ser uma fatia representativa dos consumidores, o número é inferior se comprado aos países asiáticos. No Japão, por exemplo, os idosos devem representar 31% do consumo do País em 2020, enquanto em 2005 era de 26%.

Oportunidades

Analisar o comportamento desses clientes pode render boas estratégias para as empresas. Segundo Libby Costin, Vice-presidente Global de Marketing da Tetra Pak, a geração sênior investe 20% do orçamento em alimentos e bebidas. “Eles têm mais recursos que outras gerações e podem se tornar um importante grupo de consumidores, o que cria uma grande oportunidade para a indústria atender as suas demandas”, lembra.

Na hora de escolher alimentos e bebidas, 88% das pessoas acima de 60 anos disseram priorizar a ‘qualidade do produto’ como fator decisivo para a compra. Neste cenário, 59% afirmaram que pagariam mais caro, desde que a qualidade do alimento fosse maior. A pesquisa entrevistou mais de 40 mil pessoas, de 27 países, incluindo o Brasil.

> Fonte: Portal No Varejo

> Texto também publicado no site da FCDL.

Dicas para turbinar a motivação de seus profissionais

Por José Ricardo Noronha*

Pare e pense: quem são os líderes que mais lhe têm inspirado, seja no campo pessoal, político ou profissional? Você deve ter encontrado bastante dificuldade neste exercício de motivação, não é mesmo? Especialmente na área profissional, nunca estivemos tão carentes de pessoas inspiradoras, que se preocupam em construir bons resultados da forma mais ética possível.

E esta construção de resultados passa pela valorização e entendimento pleno dos pontos fortes, talentos e até mesmo os pontos de melhoria dos profissionais. E isso só é possível com a proximidade dos líderes com seus liderados. Entretanto, na maioria das vezes se percebe que o líder está distante e pouco conhece os sonhos, as aspirações e os desejos dos colaboradores. Muitos, ainda, preferem liderar ao modo de pressão extrema e com pouco contato.

Disso tudo, deriva, entre outros efeitos, os baixíssimos níveis de engajamento e motivação, que são percebidos em organizações do mundo inteiro. Nos Estados Unidos, por exemplo, a conceituada consultoria Gallup estima que apenas 1/3 dos profissionais estejam realmente engajados em seus trabalhos. E a mesma pesquisa ainda aponta que a falta de motivação tem um custo anual de aproximadamente US$ 350 bilhões. Inacreditável, não é?

E para ajudar você, que é líder da sua organização, a incrementar os níveis de engajamento e motivação de seus profissionais, eu compartilho cinco dicas espetaculares para fomentar uma equipe que privilegie a criação de um ambiente de automotivação. Vamos lá:

1) Dê maior autonomia aos seus profissionais: as pessoas valorizam cada vez mais a autonomia. Com menor autonomia, menor é a motivação e o engajamento. Por outro lado, quanto mais empoderamento para seus profissionais, maior o engajamento e motivação por parte deles.

2) Estabeleça um vínculo com seus profissionais: isso só é possível quando você conhece os valores, sonhos e propósitos de seus liderados. Implante uma cultura que privilegie um feedback mais frequente e genuíno possível. Mostre que você se importa com eles.

3) Crie metas SMART: que sejam, de fato, específicas, mensuráveis, atingíveis e relevantes no tempo estabelecido. Um exemplo prático: ao invés de colocar pressão extrema em cima do que precisa ser feito pelos vendedores de sua empresa para atingirem suas metas, crie em conjunto com eles metas que tenham estes cinco componentes: específicas, mensuráveis, atingíveis, relevantes e com tempo estabelecido.

4) Fomente uma cultura de aprendizagem contínua: celebre os grandes aprendizados, pois são eles os responsáveis pelo desempenho, eficácia e produtividade de vendas da sua empresa. Foque na educação de alta performance.

5) Foque no propósito e nos valores: fuja do modelo tradicional de gestão de vendas apenas baseado em métricas e indicadores de alta performance. Tenha um alinhamento no propósito de existência e dos valores da empresa e dos seus profissionais. Isso faz com que eles se sintam motivados e que o trabalho tem um valor grandioso, que vai além dos lucros. Lembre-se que um dos maiores motivos que levam as pessoas a se desligarem de sua empresa é a sensação de falta de motivação, que se explica, em muitos casos, do distanciamento dos líderes.

Portanto, busque colocar estas cinco dicas em prática: autonomia, maior vínculo com os liderados, metas SMART, cultura de educação e propósito de valores. Assim, você vai ver o engajamento e a motivação de seus profissionais crescerem de forma exponencial.

> *José Ricardo Noronha é vendedor, palestrante, professor, escritor e consultor.

> Fonte: Portal Newtrade

> Texto também publicado no site da FCDL.

Pesquisa mostra que intuição sobre preços supera a realidade

A percepção dos consumidores sobre uma marca supera a realidade, segundo revelou estudo da Bain & Company realizado com mais de 2.200 clientes de diversos varejistas norte-americanos. Isso significa que se uma marca considerada cara adotar estratégias de preços mais baixos, ela não conseguirá atrair clientes apenas com essa estratégia, porque na percepção do consumidor, ela continua cara. Já as marcas consideradas baratas, conseguem vender seus produtos mesmo com preços maiores, porque conseguiu consolidar essa imagem junto aos clientes.

Segundo a consultoria, varejistas como Aldi, Amazon e Walmart conseguiram construir sua reputação de vender mais barato, ainda que muitos produtos em suas prateleiras sejam mais caros que a dos concorrentes. “Muitos consumidores acreditam que as ofertas da Amazon são mais baratos, mesmo quando não é o caso. Na verdade, a Amazon seleciona estrategicamente os produtos, como itens ‘best-sellers”, para competir mais agressivamente, e cobra mais em outros itens”, afirmou a consultoria no estudo. Para se ter uma ideia, a Bain & Company apurou que a Jet.com estava em média 27% mais barata que a Amazon. Porém, a gigante do e-commerce conseguiu construir a percepção de que oferece boas ofertas.

“A competição intensiva por preço faz a percepção dos consumidores ser mais importante do que nunca”, considera a consultoria. “Gerenciar a percepção de preços, não apenas o preço em si, tem se tornado uma capacidade crítica para as empresas que atuam no mercado de consumo”.

> Texto também publicado no site da FCDL.

Como as empresas podem fidelizar seus clientes?

Por Debora Sumitomo*

Em um cenário onde as empresas estão cada vez mais competitivas e querendo ganhar seu espaço no mercado, com a rapidez para lançar novidades e a interação com o consumidor acontecendo de forma mais dinâmica e comunicativa, o grande desafio do mercado atual é se destacar em meio a tanta informação e formas de ser impactado. Então como a empresa pode ser reconhecida e, principalmente, conquistar a fidelidade de seus clientes?

O ponto de partida, a meu ver, é tentar entender o que realmente é importante para o seu cliente. É extremamente importante estudar a diferença na vida do cliente e como, por meio de seu produto ou serviço, a empresa pode tornar-se mais próxima, a ponto de ser lembrada e se tornar referência naquilo que se propõe a entregar. Diante disso, cabe reforçar que os consumidores estão mais exigentes, são completamente conectados, tem acesso à informação, pesquisam e interagem com outros consumidores.

O primeiro passo para conquistar a fidelidade do cliente, portanto, está relacionado à expectativa em contraste com a realidade diante do que o cliente espera e deseja frente ao que a empresa de fato entrega. Esta experiência deve ser positiva do início ao fim.

Outro fator primordial é como eu, sendo empresa, me relaciono com o cliente. Preciso questionar a mim mesma sempre se as expectativas estão sendo atendidas. Caso seja positivo, o ideal é buscar superá-las. Outra pergunta que devemos fazer sempre é: como eu posso surpreender o cliente de uma forma positiva? Não é uma missão fácil, considerando que cada cliente possui os seus próprios desejos e necessidades – e estas podem variar bastante – e tornar toda a experiência positiva e conquistar o cliente naquilo que ele anseia é o que de fato importa.

Um grande diferencial para atingir essa fidelidade é o relacionamento. Interagir com este cliente, ouvi-lo, reconhecê-lo, levantar pesquisas. Além disso, implementar e apresentar melhorias de forma direcionada no estilo “O que já era bom, ficou ainda melhor” também é um grande diferencial que uma empresa pode aderir. Cliente gosta e valoriza atenção, portanto, ações de reconhecimento devem ser realizadas. Envie um presente, uma mensagem, algo que simbolize que a empresa lembrou dele. Isso fará com que seu cliente se sinta importante e querido, e com certeza lembrará da sua empresa quando precisar.

> *Debora Sumitomo é Head da Vale Presente.

> Fonte: Portal No Varejo

> Texto também publicado no site da FCDL.

Estratégias para gerenciar melhor o tempo em 2017

A frase “eu não tenho tempo” é provavelmente uma das mais ditas pelas pessoas que têm muitas tarefas para realizar ao longo do dia e não conseguem fazer outras coisas de que gostam. Com certeza essas pessoas adorariam ter um dia mais produtivo. Segundo os especialistas em desenvolvimento pessoal e criadores do projeto Vida com Método, Taty Nascimento e Antonio Prates, quando se tem muitos desafios na vida, a pessoa começa a ter cada vez menos tempo para realizar aquilo que gosta e menos foco para colocar as coisas em andamento.

“Você certamente já se viu atolado com a quantidade de coisas que estavam se acumulando e não sabia por onde começar”, afirma Antonio. O especialista explica que essa pressão faz com que as pessoas comecem a se sentir esmagadas. É preciso avaliar algumas estratégias para gerenciar melhor o tempo.

Taty revela que cada pessoa precisa identificar qual é o seu melhor momento de produtividade para organizar a rotina da melhor forma possível e conseguir otimizar o tempo. “O tempo passa da mesma forma para todas as pessoas: o segredo é priorizar as atividades de maior importância para não ficar enrolado”, ressalta.

Ela conta que o compositor Beethoven, por exemplo, sabia exatamente como distribuir o seu tempo entre vida pessoal e profissional, de acordo com a sua capacidade de produtividade. Ele organizava seu tempo da seguinte forma: dormia das 22h00 às 06h00, tomava seu café da manhã e depois já começava a compor, atividade essa que durava cerca de 8 horas, e só depois fazia uma pausa para o jantar e dedicava um tempo para caminhar, onde buscava inspiração, terminando a noite em uma taverna para ler e relaxar um pouco.

A questão, segundo os especialistas, não é fazer o máximo de coisas em menos tempo, mas sim fazer as coisas que realmente importam, afinal, fazer certas coisas é diferente de fazer as coisas certas. “Fazer mil coisas ao mesmo tempo nem sempre é sinal de produtividade”, conta Taty. Ela revela que existem algumas técnicas que irão ajudar a resolver cerca de 90% das questões com relação a gestão de tempo.

A primeira dica, segundo Antonio, é listar tudo o que é preciso fazer, uma vez que isso ajuda a esvaziar a mente e diminui a preocupação com as coisas que ainda não foram feitas. “Procure anotar as tarefas em sequência de prioridades, pois isso irá ajudar na hora de identificar o que é mais urgente”, aconselha. Outra dica importante, conforme Taty conta, é que muitas vezes as pessoas perdem tempo com coisas que não são tão importantes, e isso acaba diminuindo o prazo para cumprir as tarefas. “Algumas atividades, quando realizadas de forma inconsciente, podem atrapalhar no gerenciamento de tempo como: assistir televisão ou perder horas no trânsito”, explica.

A especialista sugere que as pessoas diminuam o tempo que perdem com essas tarefas, sendo mais assertivas. “Procure desabilitar as notificações que não sejam necessárias. Evite o hábito de sentar no sofá e ficar zapeando, seja seletivo. Tente resolver mais coisas sem precisar sair de casa”, aconselha. Taty explica que hoje em dia, com a internet, é muito mais fácil resolver os problemas sem sair de casa e assim evitar o estresse no trânsito.

Caso não haja outra opção e seja realmente necessário sair de casa, a sugestão é fazer uma lista com tudo o que precisa ser feito antes de sair. “Assim é possível criar uma logística da rota para facilitar, conseguir resolver tudo e ainda economizar tempo”, ressalta.

A dica de ouro dos especialistas é que em 2017 as pessoas consigam não só gerenciar o tempo, mas também a energia. “É importante que você se mantenha com a carga toda de energia durante o dia e utilize aqueles picos de energia para fazer aquilo que te dá mais trabalho”, aconselha Antonio. Ele ressalta que dessa forma, será mais fácil resolver os problemas e cumprir todas as tarefas que devem ser feitas.

> Fonte: Portal Newtrade

> Texto também publicado no site da FCDL.

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