Archive for junho, 2017

Auditoria também é importante para as pequenas empresas

Fundada em 1994, a Fhom Alimentos, de Marisa Castaldelli Vidoz é auditada há pelo menos 12 anos. “Começamos a fazer marcas próprias para duas redes de supermercados e a realização de auditoria anual – é exigência desses clientes”, conta.

A empresária diz que a auditoria contábil é feita por empresa terceirizada, por ser um trabalho minucioso, que segue muitas leis, dificultando que seja realizado internamente.

“Além disso, a legislação muda com frequência, complicando ainda mais o processo. Já aconteceu de mandarmos mercadoria para Minas Gerais e os produtos retornarem porque havia mudado a tributação do Estado e ninguém nos avisou. Às vezes, em um mesmo Estado as regras variam conforme a atividade da empresa. É tudo muito complexo.”

O fato de ser um processo intrincado, porém, não pode desencorajar pequenas empresas a adotar essa prática. “A auditoria é uma forma de conferir se o que a empresa está fazendo na esfera contábil e fiscal está correto”, diz o diretor da Direto Contabilidade, Gestão e Consultoria, Silvinei Toffanin.

Segundo ele, o resultado pode apontar tanto a oportunidade de restituição de impostos quanto constatar pendências e obrigações que não estão sendo cumpridas corretamente.

O consultor afirma que a empresa pode correr risco tributário por não cumprir coisas simples. Como exemplo, cita um problema comum que ocorre na área trabalhista e está relacionado à alimentação da equipe.
“Para não ter problemas, basta que o empresário faça um comunicado no site do Programa de Alimentação do Trabalhador, do Ministério do Trabalho, informando que está aderindo a este programa. Caso não faça, todo o investimento feito com refeitório ou vale refeição será considerado salário e irá gerar base de cálculo para o INSS. São detalhes desse tipo que a auditoria ajuda a identificar”, explica.

Por meio dos resultados obtidos com auditoria é possível criar cenários para a empresa, fazer projeção futura e melhorar o resultado, ressalta Toffanin. “Além disso, é uma forma de implantar governança transparente nas empresas que estão crescendo e um requisito para atender empresas de grande porte.”

Líder de auditoria da Grant Thornton, Daniel Maranhão acrescenta que o descontrole financeiro e contábil pode levar uma empresas a fechar as portas. “Por outro lado, o controle financeiro adequado produz informações confiáveis e ágeis que são essenciais para a gestão e tomada de decisão.”

Segundo ele, realizar auditoria pode criar bases para a empresa sobreviver em um mercado cada vez mais competitivo, além de facilitar o acesso às instituições financeiras e dar mais segurança na prestação de informações tributárias ao Fisco.
Maranhão afirma que ter dados confiáveis das áreas financeira e contábil, também agiliza o processo para receber investimento ou para vender o negócio. “A transparência e credibilidade são valores indispensáveis para qualquer organização, independentemente de seu porte.”

Passar credibilidade a potenciais investidores foi um dos motivos que pesaram na decisão dos fundadores da Mais Energia Soluções Energéticas de fazer auditoria a partir de 2015, após o primeiro ano de atividade. “Nosso objetivo foi aumentar a credibilidade do negócio perante fornecedores, clientes e potenciais investidores”, diz o diretor, Fábio Cabral.

O empresário ressalta que a prática proporcionou a implantação de processos e controles voltados à organização e rastreabilidade de movimentações financeiras e de documentos. “Isso facilita a conferência ao final de cada exercício. Também inserimos boas práticas do mercado, sugeridas pelos auditores.”
Segundo ele, no final deste ano a empresa vai implantar rotina bimestral para a realização de auditoria interna, com o objetivo de corrigir eventuais erros durante o exercício e facilitar o trabalho da auditoria anual.

Toffanin conta que ao término da auditoria é gerado um balanço com os dados de antes e depois da conclusão do trabalho. “Se o empresário seguir as orientações dadas pelo consultor externo, no ano seguinte poderá realizar auditoria interna sem a necessidade de contratar uma empresa especializada, basta que siga atentamente as alterações na legislação para fazendo as adaptações.”

Ele afirma que a pessoa que for destacada para fazer auditoria interna deve se dedicar somente a esta função. “No máximo, essa pessoa pode cuidar também da área de compliance, por regra de controle, porque esse funcionário precisa manter a isenção total sobre as demais áreas”, explica.

Maranhão, no entanto, afirma que para realizar esse trabalho é ideal que a pessoa tenha independência em relação à empresa e seus acionistas. “Mas o empresário pode, alternativamente, buscar uma melhoria de seus processos e controles internos contratando um profissional com experiência na área de auditoria contábil, para que seja responsável pela adoção e revisão das melhores práticas de controles e processos internos.”

O pequeno empreendedor que ainda tem dúvidas quanto à importância de realizar auditoria contábil e financeira deve consultar o site da organização de fomento ao empreendedorismo Endeavour. Na área de pesquisa, basta digitar a palavra ‘auditoria’ para ter acesso a um grande volume de informações sobre o tema.

Os resultados
– Melhora do comportamento de governança corporativa e aumento da transparência entre parceiros, sejam eles acionistas, fornecedores ou clientes;

– As decisões são baseadas em dados concretos, respeitando-se e beneficiando-se das melhores práticas contábeis e tributárias;

– Riscos e contingências são identificados previamente, evitando perdas de capital;

– Facilita a entrada de novos acionistas ou investidores, além de tornar mais ágil transações de fusão, aquisição e venda.

> Fonte: Portal Newtrade

> Texto também publicado no site da FCDL.

CDL Palhoça discute segurança pública

Na última quinta-feira, 22/06/2017, o tema “segurança pública” teve destaque em reunião na sede da CDL Palhoça, que contou com a presença de diversos diretores da entidade bem como de representantes de outras associações do município.

A falta de segurança é um problema em todo o país, e cada região apresenta suas peculiaridades. Em Palhoça, as causas são múltiplas, incluindo pobreza, desemprego, desagregação e omissão das famílias, drogadição, pouca participação social, falta de equipamentos de vigilância como câmeras de monitoramento, além de um controle mais efetivo nos municípios limítrofes, o que acaba estimulando a migração dos marginais para Palhoça.

Com os números de delitos em crescimento e a ineficácia do Poder Público para resolver sozinho essa intrincada situação, os presentes à reunião criaram o Movimento “Por Mais Segurança em Palhoça: Tolerância Zero”, que conta com a participação livre de todas as entidades civis organizadas que o subscreverem. Na sequência, deverá ser elaborado um “Grupo Gestor”, composto por representantes das entidades signatárias, que ficará responsável por dar continuidade às propostas de soluções e encaminhamentos em prol da melhoria da segurança pública em Palhoça. Além disso, já foi criado um Grupo de WhatsApp para a troca de informações entre os participantes.

Para o presidente da CDL Palhoça, Josué da Silva Mattos, este é o momento de unir a sociedade e Poder Público para a busca de soluções conjuntas para um problema que impacta a vida de todos. “Este é apenas um primeiro passo para contribuirmos com a melhoria da segurança pública em nossa cidade, mas que é de fundamental importância. Para tanto, esperamos contar com a participação de um grande número de entidades e associações, independente de suas áreas de atuação”, afirmou.

Além do presidente da CDL, a reunião contou a participação dos diretores Raul Roberto Weiss, Sidney Luchtemberg, Eduardo L. de Souza e Fabiano Miguel Medeiros; da diretora do 25º Distrito da FCDL, Maria de Lourdes Rosa; do presidente do OSPH, Anderson Silveira de Souza; do diretor do Rotary Pedra Branca, Moisés C. Klein; do Presidente Almir Anísio Rosa e da Pastora Simone F. Sell, da Paróquia Lutherana; de Leonardo Freitas, do Grupo de Estudos Econômicos da Pedra Branca; de Jeferson Welter, da SC Seg, e de Jules Pires, do CRC/Palhoça.

Uma próxima reunião sobre o mesmo tema e novos encaminhamentos está marcada para o dia 30/06/17, sexta-feira, às 10h00m, novamente na sede da CDL Palhoça.

Caixas de pagamento podem se tornar obsoletos

Imagina essa cena no futuro: você entra em uma loja e é cumprimentado pelo nome por um computador que usa reconhecimento facial e o direciona para os itens de que precisa. O local, pequeno, só trabalha com amostras, você acena com o celular para o que quer comprar e deixa a loja. Depois disso, robôs buscam seus itens no depósito e mandam entregá-los em sua casa, via carros sem motoristas ou drones.

A compra na semana passada pela Amazon da rede americana de supermercados Whole Foods (especializada em alimentos saudáveis) por US$ 13,4 bilhões pode acelerar o processo para que essa visão se torne realidade.

A entrada da Amazon no mundo do comércio, no fim dos anos 1990, fez com que quase todas as compras exijam menos tempo de espera e menos interação com funcionários – e agora ela pode fazer o mesmo para o mundo dos supermercados. Ela já está fazendo teste na cidade de Seattle (Estados Unidos), perto de sua sede, com uma loja sem vendedores ou filas de espera.

Quando pensamos em substituição de mão de obra humana por robôs, costumamos pensar em fábricas e grandes depósitos. Mas as próximas funções que devem acabar estão muito mais perto de nossas obrigações diárias: trabalhadores do varejo e atendentes de caixa em lojas e restaurantes.

Por muitos anos, economistas defendiam que empregos em fábricas e administrativos eram vulneráveis à automação, mas que postos nos setores de serviço e conhecimentos estavam seguros.

Isso porque essas funções exigem habilidades humanas que são difíceis para uma máquina imitar, como capacidade crítica e adaptabilidade. Essas habilidades são úteis quando um executivo estabelece uma estratégia de negócio ou quando um chef de restaurante frita um ovo para um cliente, enquanto outro prefere ele mexido.

Mas está cada vez mais claro que partes de cada trabalho serão afetadas pela automação – e que o setor de serviços deve ser o próximo. Ainda que alguns postos na área de serviços ainda pareçam a salvo (como enfermeiro ou professor de ensino infantil), outros (aqueles envolvendo o varejo e o segmento de alimentação, por exemplo) já estão sendo substituídos.

Não é muito difícil ensinar uma máquina a fazer tarefas rotineiras, como ler códigos de barra, repor produtos em prateleiras ou colocar batatas fritas no óleo.Segundo estudo da consultoria McKinsey, metade do tempo gasto por vendedores e caixas envolve tarefas que podem ser automatizadas por tecnologias já existentes – no caso dos trabalhadores de mercados, esse número aumenta para dois terços.
No caso dos mercados, ainda de acordo com a consultoria, a economia com a substituição seri
a três vezes o gasto, o que torna mais provável (ainda que se desconfie dessas estimativas) que essa troca seja rápida.

> Fonte: Portal SM.

> Texto também publicado no site da FCDL.

Nove erros da liderança que provocam falhas na loja

Ainda que o mix fosse exato; as negociações, excelentes; e a entrega de pedidos, impecável, nada funcionaria se loja e retaguarda falhassem. Imagine, então, o impacto nos resultados das fissuras na execução rotineira diante das conhecidas imperfeições de toda a cadeia. Muitos desses problemas dizem respeito ao comportamento das lideranças. Veja a seguir nove principais erros cometidos e como evitá-los.

1) Gerentes e encarregados não se interessam em entender os processos, o que leva a replicá-los de maneira incorreta. A consequência disso é o retrabalho. A credibilidade do líder também fica comprometida. Daí a importância de a empresa se preocupar com o treinamento dos gestores. Já esses profissionais devem buscar maior conhecimento.

2) A liderança não entende seu papel. Um bom líder deve saber ouvir, orientar, ensinar e motivar a equipe, bem como estimular a proatividade e oferecer feedbacks constantes. Quando isso não acontece, falta treinamento e coach ou o profissional não é apto para ocupar a posição.

3) Um bom líder não pode ter sua rotina focada em atividades operacionais. Esse papel é dos subordinados. Seu dever é desenvolver estratégias para melhorar a execução dos processos e dos resultados. Gerentes e encarregados não podem centralizar tarefas.

4) O controle de processos é atribuição dos gerentes e encarregados. Quando esquecido ou mal realizado, resulta em improvisos. O ideal é que, periodicamente, com um check list em mãos, os líderes confiram o desenvolvimento das atividades de seus colaboradores.

5) O acesso das lideranças a ferramentas tecnológicas é um ponto subestimado por muitas empresas. Os softwares podem ajudar no controle de atividades e na produtividade.

6) A avaliação das lideranças também costuma ser negligenciada. O ideal é um feedback 360 graus, que permita ao profissional ser avaliado também por seus pares e colaboradores.

7) Funcionário desmotivado é frequente nas lojas e uma das principais causas de falhas na execução. E isso se deve à pouca importância que a própria empresa confere a eles. Explicar a relevância do papel e das atividades de cada um é um bom começo.

8) Falta de conhecimento técnico e de entendimento das tarefas é outro obstáculo aos bons resultados. As empresas devem treinar suas equipes, mesmo que elas busquem novas oportunidades no mercado. Turnover alto não pode ser pretexto para evitar os investimentos. Convém distribuir manuais de operação com a rotina diária (passo a passo, tempo médio de cada tarefa e escala de horário). O uso de recursos visuais, com esquemas simples, também é boa ideia.

9) Encarar como “dinheiro jogado fora” a inclusão do pessoal da base em um programa de remuneração variável, vinculado a um sistema de metas, é um equívoco. Segundo consultores, desde que os indicadores que serão usados para estabelecer as metas estejam maduros, o retorno de tal investimento é líquido e certo.

> Fonte: Portal SM

> Texto também publicado no site da FCDL.

Conheça 10 dicas essenciais para a gestão de bares e restaurantes

Cliente satisfeito volta. Mas nem sempre é assim. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 53,8% das empresas brasileiras abertas em 2008 deixaram de existir após quatro anos de atividade. A coisa se complica nos pequenos estabelecimentos, onde o empreendedor faz quase tudo sozinho, sendo responsável por todas as etapas que envolvem o negócio — da administração em si ao atendimento no balcão, passando pela relação com fornecedores. Não é fácil.

No caso dos cerca de 1 milhão de bares e restaurantes existentes no país, segundo a Abrasel (Associação Brasileira de Bares e Restaurantes), os donos enfrentam desafios diários. Mas, graças à tecnologia, essa história está mudando. Você sabia que já existem sistemas capazes de fazer todo o gerenciamento do negócio? Com essa facilidade, garçom e caixa estão sempre integrados: enquanto ele atende as mesas, todos os pedidos são registrados. E essa é só uma das vantagens.

Conheça, a seguir, 10 dicas essenciais para a gestão de bares e restaurantes. Mas não esqueça que o sucesso do negócio depende, em primeiro lugar, de quem está à frente dele — e de suas atitudes. Se o cliente não for bem tratado, não tem computador que faça ele voltar!

1 – Facilite a gestão do negócio
Uma das maiores queixas dos proprietários de bares e restaurantes é, justamente, a dificuldade de administrar o negócio. Mas a realidade, hoje, é outra. Porque já está disponível no mercado um sistema completo de gestão, o Bemacash, que inclui equipamentos para fazer a operação de ponta a ponta, o que facilita o controle de cada etapa. Com o sistema, você poderá efetuar todas as funcionalidades de forma rápida e simples. As vendas, por exemplo, podem ser feitas por meio de um tablet e a impressora de recibo fornece o comprovante. E o melhor de tudo: é fácil de instalar, fácil de usar e tem um custo acessível.

2 – Dê adeus às ligações desnecessárias!
Esta dica tem a ver com a anterior. Porque, além de todas as facilidades geradas, na hora da manutenção (ou mesmo se pintar qualquer problema técnico no sistema), você resolve tudo com um só fornecedor. Ou seja, não é preciso ir atrás da empresa que cuida da impressora e de outra responsável pela gaveta de dinheiro. Todos os fornecedores estão resumidos a um só. Você não perde tempo fazendo um monte de telefonemas, perdendo tempo e dinheiro, em vez de se concentrar no seu negócio — que é o que interessa. Sem falar que a garantia é de 36 meses para os equipamentos.

3 – Fique em dia com a fiscalização
Tantos detalhes fazem parte da administração de um bar ou restaurante, que emitir nota fiscal eletrônica ao consumidor (NFC-e), muitas vezes, é um item deixado de lado. Por isso, é importante ter um sistema completo de gestão em seu estabelecimento, tudo integrado em um mesmo sistema. Isso facilita tudo ao máximo, inclusive os detalhes que nem sempre a gente lembra na hora de fechar a conta. E, assim, o estabelecimento fica dentro da legislação, evitando problemas com os fiscais.

4 – Deixe a gritaria de lado
Por falar em fechar a conta, não só isso como também os pedidos são fáceis de fazer com um sistema de automação comercial, dando total mobilidade ao garçom, que passa a trabalhar integrado ao caixa. É que, enquanto ele gerencia as mesas, todos os pedidos são registrados no caixa. Não tem aquela coisa chata de ficar gritando para quem está atrás do balcão.

5 – Agilize o atendimento
Além de dar um basta na gritaria, que é inconveniente (principalmente para o freguês), com este programa é fácil fazer o gerenciamento das mesas. Você controla o fluxo do seu restaurante e sabe, em tempo real, qual é a disponibilidade de lugares. Desse jeito, não tem complicação na troca de informações entre a cozinha e o atendimento.

6 – Pague só pelo que você utiliza
Sabe aquela história do sujeito que foi ao supermercado fazer a compra do mês e voltou para casa com uma televisão, sem ter necessidade? Isso pode acontecer sem que a gente se dê conta… Contratar serviços que não fazem o menor sentido dentro do negócio (ou que não atendem às suas necessidades básicas) é puro desperdício. Pois outra vantagem das novas soluções disponíveis no mercado é que o comerciante contrata e paga aquilo que realmente utiliza.

7 – Cresça pagando pouco
Você terá todas as ferramentas para crescer cada vez mais e, o que é melhor, a partir de R$ 10 por dia. Esse é o preço do plano básico de assinatura do sistema — que, cá entre nós, pelas facilidades que proporciona, não tem preço. Detalhe: esse valor inclui o equipamento. E não tem nenhuma taxa extra. A não ser que você contrate outros planos mais complexos.

8 – De olho no estoque
Lidar com produtos perecíveis faz parte do dia a dia de quem tem um bar ou restaurante. Agora, o que não pode é deixar alguma coisa estragar ou — o que é igualmente grave! — faltar na geladeira. Isso é prejuízo na certa! Sem falar no vexame diante do freguês… Porém, a gente sabe que, na correria, isso pode acontecer. Mas não é que os experts em tecnologia incluíram no sistema de gestão uma ferramenta que permite cadastrar e controlar os produtos do comerciante, de forma rápida e até a distância? Aí, não tem como esquecer de fazer as compras na hora certa.

9 – Cuide do ambiente
Limpeza não tem nada a ver com luxo. É um preceito básico para quem atua em qualquer ramo. O que dizer, então, do setor de alimentação? O ambiente tem que fazer o cliente se sentir confortável. Da mesma forma, invista na arrumação da casa (e até na decoração, dentro do possível). São detalhes como esses que fazem o freguês se sentir acolhido e voltar sempre — além da boa comida, claro.

10 – Conheça seus clientes
Um negócio existe para dar lucro. Mas o sucesso não virá se não houver aprovação do maior interessado em seu produto ou serviço: o cliente. O cardápio não está agradando em cheio aos frequentadores? É preciso mudar alguma coisa no ambiente e você não sabe direito? Decisões como essas são mais fáceis de tomar quando há espaço para os clientes dizerem o que esperam do seu negócio. É só ouvi-los e, depois, agir de acordo com as sugestões que eles mesmos dão.

Como você pôde ver, a gestão é muito importante não só porque facilita as coisas. Em um cenário onde a competição se torna cada vez mais acirrada, só vão sobreviver os bares e restaurantes que tenham um modelo de gestão profissional. Os benefícios são muitos.

Você reduz custos, aumenta a produtividade e torna simples tarefas como controlar o fluxo de caixa — a causa pela qual muitos empreendedores fecham as portas de seus negócio, justamente por não terem ferramentas adequadas para gerenciar a entrada de receitas e os gastos com fornecedores, funcionários e tributos. O investimento em soluções que automatizam esse gerenciamento ajuda a evitar sustos no futuro e a manter a empresa saudável e lucrativa.

A boa notícia é que, conforme já dissemos no início deste texto, você pode encontrar soluções para todos esses problemas ao contratar o Bemacash Bar e Restaurante, que é um sistema de gestão do Fly01, desenvolvido pela TOTVS para micro e pequenos negócios. Na prática, é um PDV completo com todos os equipamentos que você precisa (gaveta de dinheiro, tablet, impressora, leitor e meio de pagamento) e sistema Fly01, desenvolvido pela TOTVS especialmente para as necessidades de micro e pequenos empresário, integrado ao hardware de automação e a soluções fiscais da Bematech.

Este pacote de soluções oferece todas as ferramentas para seu negócio crescer cada vez mais e melhor: a partir de apenas R$ 10 por dia! Além disso, você tem todo controle e gestão do seu negócio: controle de estoque, cadastro de produtos, funcionários, clientes e relatórios que ajudarão você com informações importantes para suas tomadas de decisões.

E tudo isso você pode acessar de qualquer lugar. Não precisa nem de um servidor físico. Porque, com a tecnologia em nuvem, você acessa e faz tudo pela internet, de onde estiver. Esta é a melhor maneira de aprimorar a gestão do seu estabelecimento, utilizando soluções que fazem sentido às suas necessidades e pagando apenas pelo que realmente utiliza. Bons negócios!

> Fonte: Portal Pequenas Empresas Grandes Negócios

> Texto também publicado no site da FCDL.

CDL Palhoça

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