Archive for Janeiro, 2018

31/01/2018

Cinco erros de gerentes que não batem metas

Cada vez mais as empresas discursam sobre a importância de números, indicadores e estatísticas de vendas. Porém o que vemos na prática, são gerentes envolvidos em tarefas que não trazem vendas para a empresa. Veja cinco erros de gerentes que não batem metas:

Erro n°1:
Gerente que fica “o dia todo” envolvido em tarefas burocráticas (envio de notas, fechamento de caixa, e-mails…).

Erro n°2:
Gerente que centraliza tudo. Este gerente não tem tempo pra focar nas vendas porque está realizando pessoalmente o novo guia de vitrine, pois não confia que sua equipe pode fazê-lo.

Erro n°3:
Aqui o gerente precisa organizar o estoque junto com vendedores, pois está uma bagunça e o supervisor está prestes a realizar sua visita mensal. Este gerente nem pensa na meta!

Erro n°4:
O “gerente de vendas” passa muito tempo sentado no caixa observando o “Movimento da loja”.

Erro n°5:
Gerente que “confia na memória” e simplesmente não usa agenda, nem lista para suas tarefas diárias.

Se você já cometeu ou comete alguns desses erros, saiba que pode mudar hoje! Afinal, foco é força. Tudo em que você focar vai aumentar. Portanto descentralize e delegue as tarefas operacionais que puder. Assim terá tempo para focar nos indicadores de vendas e em como ajudar a sua equipe a vender mais! Boas vendas!

> * Edson Moura é palestrante, ccoordenador e coautor dos livros ‘Liberte seu Poder’ e ‘Práticas de Liderança’.

> Fonte: Portal Falando de Varejo

> Texto também publicado no site da FCDL.

30/01/2018

Como aumentar seu o lucro nesse verão

Com a alta temporada de verão, a procura por produtos relacionados com essa estação do ano aumenta em supermercados e lojas. É a época de investir em promoções para gerar maior venda destes artigos e ganhar na quantidade. Apesar dessa prática estar enraizada no comércio, muitos lojistas ainda não pensam nas ofertas estrategicamente.

Para além de baixar o preço de produto A ou B, é importante observar seu comportamento, identificar quais os outros artigos que ele influencia na venda, se aumentar ou diminuir o preço muda efetivamente o volume de saída, entre outros fatores que podem contribuir para maior rentabilidade das promoções e, consequentemente, do lucro dos supermercados.

Nesta época, dados históricos mostram que 28 categorias de produtos aumentam as venda e geram um acréscimo de R$3,7 bilhões para os varejistas. Entre os principais artigos que merecem atenção estão protetor solar, sorvetes, bebidas energéticas, cervejas, água mineral, chá pronto, iogurtes e sucos. Separamos algumas dicas de como fazer as promoções sazonais gerarem maior volume de vendas. Confira:

Escolha produtos chaves:
É importante não colocar todos os artigos relacionados à praia, por exemplo, em oferta. Escolha aqueles que historicamente apresentam o maior volume de vendas quando em promoção e que tem maior margem para baixar o preço. Além disso, invista no posicionamento dos produtos para incentivar que o consumidor vá atrás da promoção e leve artigos relacionados.

Estude o comportamento do consumidor:
Com os dados de vendas dos anos anteriores na mão, estude o consumo dos seus clientes. A análise do que eles compram sazonalmente ajudará a perceber quais produtos vendem mais em oferta e quais o preço não faz grande diferença no volume de compras. Além disso, não esqueça que o consumidor tem memória boa para produtos promocionais: o cliente provavelmente vai lembrar quanto pagou no protetor solar no ano anterior, por exemplo. Se ele encontrar este ano com um preço maior, é grande a chance dele procurar o produto em outro estabelecimento.

Propaganda é a alma do negócio:
Invista em promoções diferentes para veículos diferentes. Hoje já existem softwares, como o da Smarket, que automatizam o processo de produção de encartes e publicidade. Sendo assim, o que demoraria dias agora leva apenas alguns minutos, proporcionando mais tempo para que o lojista pense qual promoção anunciar em qual veículo. Por exemplo: uma oferta menos agressiva pode durar mais tempo e ser anunciada em encartes; já uma promoção maior deve durar menos tempo e ser divulgada em veículos de áudio e imagem.

Preste atenção no concorrente:
Tão antigo quanto o próprio comércio, o estudo de concorrência é essencial para alcançar melhores resultados. É necessário que os preços estejam mais ou menos na mesma faixa e identificar qual a estratégia de promoção de cada estabelecimento. Se teu concorrente é agressivo na venda de carnes, por exemplo, você pode diminuir o preço das bebidas para estimular que o consumidor compre o produto complementar no seu mercado.

Para aproveitar ao máximo as promoções de verão, portanto, não basta só diminuir o preço dos produtos relacionados à estação. Se o objetivo é aumentar o lucro e fidelizar clientes, é necessário pensar as promoções estrategicamente.

* Marcela Graziano é especialista em promoções.

> Fonte: Portal Varejista

> Texto também publicado no site da FCDL.

29/01/2018

Quatro dicas para vender mais no início do ano

Mesmo com as duas grandes datas de compras no final do ano, a Black Friday e o Natal, alguns produtos geralmente sobram no estoque do varejo, seja ele físico ou online. Agora, o momento é de planejar o ano, pensando em todas as datas sazonais e como otimizar as vendas, e melhor ainda se der para começar sem os itens restantes do ano que passou.

Por isso, para ajudar a começar esta preparação com o estoque zerado, o country manager do Mercado Shops, Rafael Papa, traz conselhos para desencalhar, ainda em janeiro, os produtos que não foram vendidos nos últimos meses de 2017 e, assim, fechar o planejamento para o ano de 2018 sem as mercadorias remanescentes. Confira:

1. Desconto
“Pode parecer óbvio, mas a melhor forma de renovar o estoque do seu e-commerce é conceder valores abaixo dos que foram colocados em prática no final do ano. Melhor do que manter o produto armazenado, é fazer caixa com a venda dele. As ofertas vão atrair novos visitantes e, também, os clientes já habituais”.

2. E-mail marketing
“Seus clientes precisam saber sobre as novas ofertas, por isso prepare um e-mail bem caprichado para o mailing certo, por exemplo para quem geralmente costumar comprar nesta época, e faça o disparo. Para quem é cliente do Mercado Shops, por exemplo, tem acesso a esta ferramenta na plataforma”.

3. Agilidade no atendimento
“Quanto mais rápida for a sua resposta para às dúvidas dos compradores, maiores serão as chances de conversão e fidelização. Para quem quer zerar o estoque ainda em janeiro, esta ação é imprescindível. Utilize processos para obter agilidade no despacho da mercadoria e na comunicação com o consumidor, como no atendimento via chat, por exemplo”.

4. Pós–venda eficiente
“O foco está em liquidar o estoque no primeiro mês do ano, mas não deixe de pensar em trazer esse cliente novamente para sua loja. Em especial no comércio eletrônico, empresas que investem no pós-venda tendem a ter clientes fiéis e frequentes. Forneça informações claras que permitam ao consumidor rastrear o processo de entrega, seja por e-mail ou em espaço próprio no site”.

> Fonte: Portal No Varejo

> Texto também publicado no site da FCDL.

26/01/2018

Sete tendências de negócio que têm tudo para bombar em 2018

A chegada de 2018 também acende o sonho de muitos brasileiros em ter o seu próprio negócio – e, com isso, começa a busca por tendências de empreendimentos. Não é para menos: o ano possui esperanças bem maiores do que seus predecessores. “Com a manutenção da queda da inflação e das taxas de juros, há um subsequente aumento do poder de compra das famílias. Isso não só retoma investimentos das empresas e consumo das pessoas, mas se reflete em uma maior expectativa de Produto Interno Bruto (PIB) do país”, analisa Heloisa Menezes, diretora técnica do Sebrae.

Outro ponto positivo deste ano é o interesse cada vez mais de grandes empresas por negócios nascentes – o que só aumenta suas chances de sucesso. “Temos um cenário político incerto, mas também percebemos que o humor do mercado continua positivo. Somos buscados tanto por empreendedores quanto por corporações que querem se aproximar do ecossistema”, afirma Alan Leite, CEO da aceleradora Startup Farm.

A palavra de ordem deste ano é inovação: as tendências que você verá a seguir se distanciam do básico e elogiam a tomada de riscos, já que falamos de um ano com tantas expectativas positivas. Mesmo assim, vale lembrar que não é preciso reinventar a roda para abrir um negócio: às vezes, as inovações estão mais próximas do que imaginamos.

“Não precisa ser um negócio totalmente disruptivo. Pode ser uma simples inovação no processo, por exemplo, que já faça diferença no setor”, explica Alvaro Sedlacek, diretor de negócios da Desenvolve SP. “Mesmo assim, você tem de pensar constantemente em como ser inovador – não apenas para ser diferente, mas para ser mais eficiente diante dos problemas que existem no seu mercado.”
Ficou interessado e quer empreender, mas ainda busca uma ideia? Confira, a seguir, sete tendências de negócio que têm tudo para bombar em 2018:

1 – Alugue energia solar para grandes redes
Já comentamos que a sustentabilidade é uma tendência para este ano. Não apenas pensando em propósito, porém: as empresas podem poupar muito dinheiro ao adotarem a reutilização de seus recursos. Pequenos negócios que promovam essa eficiência também podem obter sucesso com a tendência. Alvaro Sedlacek, diretor de negócios da Desenvolve SP, cita como exemplo os negócios de arrendamento de energia solar.
“Há redes grandes de farmácias e supermercados, por exemplo, que se interessam pela locação dessa energia. Além do impacto ambiente, há uma diferença de imposto cobrado e de custos totais de eletricidade”, explica.

O mercado B2B em geral, diga-se de passagem, é uma grande aposta para este ano. “O empreendedor que souber olhar para empresas maiores e pensar em como ajudá-las a obter eficiências, substituindo custos fixos por variáveis, pode ter um diferencial grande no mercado.”

2 – Aposte na economia colaborativa e no propósito
Já faz alguns anos que os negócios de economia colaborativa alçam grandes voos. Ainda que os negócios mais conhecidos sejam gigantes, como o site de aluguéis Airbnb e o app de mobilidade urbana Uber, há espaço para negócios pequenos, de nicho, que pratiquem tal conceito. “Um bom exemplo são negócios de alimentos orgânicos ou sem glúten, que utilizam uma cultura de reaproveitamento e compra de pequenos produtores e a troca de excedentes”, afirma Heloisa Menezes, diretora técnica do Sebrae.

Essa tendência do compartilhamento se une a outra: empreendimentos que tenham um grande propósito por trás, apoiados na sustentabilidade do planeta. “Os novos negócios estão surgindo muito com um olhar de missão: qual o sentido que meu negócio tem para a sociedade ou para o público específico da minha empresa? São empreendimentos com objetivos direcionados e ligados à questão do impacto ambiental e social de nossas ações.”

3 – Dê mais eficiência ao mundo dos imóveis
Os anos de crise trouxeram consigo resultados relativamente ruins para o mercado imobiliário. Porém, o fim de 2017 já trouxe uma mudança de cenário para as empresas do setor. Com as perspectivas mais positivas, ideias de negócio que apostam em trazer uma melhor experiência para quem busca uma casa ou apartamento têm tudo para dar certo neste e nos próximos anos.

Alan Leite, CEO da Startup Farm, cita como exemplo a Smart Imobiliária, startup que usa big data para acompanhar seus clientes e, além de oferecer imóveis mais adequados aos seus perfis, sugerir a ponte com corretores quando eles avançarem mais na intenção de compra. “É um negócio que analisa um grande volume de dados por meio da tecnologia e, com isso, traz eficiência ao setor. Eles já são fortes na região Nordeste.”

4 – Resolva os problemas dos brasileiros com as finanças
As fintechs deram o que falar em 2017 – e não é para menos. O potencial de empresas como Nubank chamou a atenção até mesmo do Banco Central, enquanto o Brasil torna-se cada vez mais referência em negócios inovadores de serviços financeiros. Mesmo assim, ainda há muita burocracia para resolver no setor – e negócios que apostem em preencher tais lacunas podem obter muito sucesso.

“Ainda vemos um mercado muito aquecido nas fintechs, com oportunidade em nichos de mercado específicos”, afirma Leite, da Startup Farm. Das cerca de mil inscrições que a aceleradora recebe a cada nova seleção, várias se intitulam fintechs.

5 – Ofereça sua experiência em serviços, e não produtos
O mercado de serviços cresce cada vez mais no Brasil – e essa alta afeta não apenas o próprio mercado, mas também o comércio e a indústria. “Vemos um crescimento transversal dos serviços. Eles entram na indústria quando se fala em internet das coisas, por exemplo, e entram no comércio quando falamos em oferecer atividades complementares aos clientes”, afirma Heloisa Menezes, diretora técnica do Sebrae. “Por isso, imaginamos que o setor de serviços seja o que mais cresça em 2018.”

Este também é o mercado ideal para quem foi funcionário por muitos anos e procura abrir um negócio próprio. “Você pode abrir um empreendimento usando a expetise já adquirida, desde que você traga elementos de diferenciação no serviço em si ou na prestação dele”, recomenda Alvaro Sedlacek, diretor de negócios da Desenvolve SP.

Um exemplo está na área de softwares, por exemplo: um empregado de uma empresa produtora do software pode abrir um negócio em que ele preste o serviço de instalação e manutenção do programa para empresas.

6 – Revolucione setores que já andam bem das pernas
Outra grande tendência de inovação para 2018 é trazer novas tecnologias para os setores mais tradicionais do país, que já apresentam bons resultados há anos – mas poderiam melhorar. É o caso do agronegócio, por exemplo. “É um setor que, durante toda a crise econômica, segurou as pontas do Brasil. Mesmo assim, ele cada vez mais se digitaliza e emprega inovações na gestão e no próprio processo do campo. Esperamos que isso fique cada vez mais forte”, analisa Menezes, do Sebrae.

Leite ressalta que tais empreendimentos são conhecidos como agritechs ou agtechs. “A Bart Digital, por exemplo, usa blockchain em seus serviços para trazer maior eficiência agrícola.”

Também é o caso do setor de varejo. “A UpPoints, por exemplo, tem uma tecnologia de reconhecimento do produto na gôndola, monitorando a interação do consumidor com cada item. Parte da empresa foi adquirida pela Embraco, fabricante do grupo Whirlpool”, completa o CEO da Startup Farm.

7 – Traga eficiência com a inteligência artificial
Assim como o blockchain, outra tecnologia que será tendência em 2018 é a inteligência artificial. “Já vimos startups com essa tecnologia há poucos anos, mas agora veremos produtos com operações mais consolidadas e robustas”, afirma Leite.

Seu futuro negócio com inteligência artificial pode apostar, por exemplo, em customização de produtos de acordo com o perfil do cliente, no modelo B2C, ou trabalhando com um grande volume de dados sobre clientes de empresas, no modelo B2B. No primeiro caso, um exemplo de negócio é a startup de investimentos Vérios. No segundo, um destaque é a startup de análise de processos jurídicos Legal Insights.

> Fonte: Portal Newtrade.

> Texto também publicado no site da FCDL.

25/01/2018

Posturas erradas travam crescimento profissional

Por ser um microcosmo da vida, o ambiente de trabalho é palco dos mais variados “pecados” de natureza humana. Mas cometê-los em um local onde se está em constante avaliação pode trazer consequências mais graves e, inclusive, comprometer uma trajetória profissional. Competição excessiva, isolamento, reclamações constantes, atrasos e desorganização são apenas alguns dos comportamentos nocivos à carreira.

Especialistas aconselham o cultivo de um posicionamento crítico a respeito de si mesmo, além de pedidos de feedbacks. Assim, diz Elaine Saad, presidente da Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH), é possível ter uma ideia da imagem transmitida.

Constatada a falha, é preciso agir para corrigi-la. O primeiro passo é tomada de consciência. O segundo é mudar pequenos comportamentos que acarretam no equívoco. E, por fim, manter a nova postura. Esse é o ponto mais difícil, porém mais efetivo na mudança.

Elaine lembra não ser possível determinar um conjunto de condutas reprováveis, porque o julgamento varia conforme a cultura organizacional. Há empresas que estimulam a competição, por exemplo, mas esperam que seus funcionários sejam capazes de trabalhar bem em grupo. Outras valorizam o profissional que se mantém conectado o tempo inteiro. “Mas presto consultoria para grupos em que isso é reprovável, sobretudo em reuniões.”

Para a consultora empresarial e coach Regina Nogueira, o autoconhecimento é a melhor ferramenta para evitar comportamentos indesejados. “Quando me conheço e tomo consciência dos efeitos dos meus atos, sei em que ele implica para os demais.”

Comportamentos nocivos para o dia a dia corporativo não partem apenas dos colaboradores. Companhias e mesmo líderes podem ter posturas equivocadas diante de determinadas situações. A consequência é óbvia: um time desmotivado e que pode perder colaboradores a qualquer momento. Fátima Motta, professora de gestão de carreiras da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), expôs alguns erros cometidos pelos líderes.

Liderança que não é baseada em propósito e valores. “Sem valores fica difícil conduzir uma equipe e conseguir resultados. O colaborador que trabalha sem sentido, nunca vai dar o seu melhor para a empresa.”

Não sustentar uma ação ou decisão tomada. “Todos trabalham exaustivamente para que o que foi proposto aconteça e o líder trata o descarte de ideias de uma forma muito fácil. As ações precisam ser sustentadas. Mais uma vez, esse comportamento é de quem conduz o trabalho motivado apenas pelos resultados.”

Dificuldade em ter conversas difíceis. “As conversas difíceis não ocorrem porque muitos querem evitar o conflito, e isso é uma coisa muito ruim. Existem formas de falar e técnicas para cuidar desse tema.”

Dez comportamentos para evitar no trabalho

1 – Ser centralizador
Não delegar ou compartilhar responsabilidades.
Como resolver: confiar na equipe e distribuir funções de acordo com as habilidades de cada um.

2 – Reclamar demais
Colaboradores que reclamam criam uma imagem negativa. O comportamento afasta o mercado externo, fornecedores e os pares, mostrando desinteresse.

Como resolver: em situações difíceis, a saída é agir. Identificar o problema e minimizá-lo mostra colaboração e cooperação com os pares e a empresa.

3 – Ser competitivo em excesso
Esse comportamento é delicado, pois muitas vezes é acompanhado de agressividade ou mesmo ironia. Colaboradores que agem assim podem ter prejuízo na produtividade.
Como resolver: é preciso estar alinhado com os valores da empresa. Alguns setores fomentam a competitividade saudável, sem causar pressão ou conflitos.

4 – Se atrasar constantemente
Demonstra falta de respeito, falta de capacidade em trabalhar em time e passa ao líder a falta do sentimento de pertencimento do colaborador.
Como resolver: a responsabilidade é uma das principais características procuradas pelas companhias no momento da contratação. Programe seu dia com antecedência e cumpra as tarefas de sua alçada.

5 – Não se comprometer
Pode acontecer por não estar contente com o atual posto ou por ser parte da natureza da pessoa, que evita envolvimento com causas ou colegas.

Como resolver: em casos pontuais, o ideal é conversar com o gestor e sentir o feedback. Para quem não gosta de se vincular, saber como se é percebido pelo chefe e pares ajuda na mudança.

6 – Ser acomodado
Estacionar na carreira, fazer a mesma coisa por anos e não ter ou demonstrar ambição por novos desafios, projetos ou cargos. Falta de curiosidade e entusiasmo são sintomas
Como resolver: descobrir se é um problema pontual, causado por insatisfação com o trabalho do momento, ou se é recorrente. O ideal é empenhar-se na busca por novidades e coisas que despertem o interesse.

7 – Descontrole emocional
Pessoas que, expostas a determinadas situações, reagem de maneira desproporcional, de forma rude: xingam, gritam e desrespeitam colegas. Arrepender-se em seguida é comum.
Como resolver: avaliar e planejar a comunicação antes de agir. Ouvir feedbacks de funcionários ou colegas é importante para saber que imagem que passa.

8 – Não se posicionar
Perder, em reuniões abertas ou fechadas, a oportunidade de se expressar e mostrar como pode ser útil e criativo para o time, seja nas coisas simples ou novos projetos afasta a pessoa de oportunidades de crescimento.
Como resolver: repensar o marketing pessoal e fazer uma autoavaliação: como posso ser útil? O que tenho para entregar? Por que não estou compartilhando?

9 – Ser desorganizado
O mínimo de organização é necessário para não invadir ou atrapalhar o espaço físico ou planejamento alheios. A desorganização pode pesar contra a pessoa.
Como resolver: primeiro, perguntar se o comportamento está incomodando os demais. Depois, começar por coisas pontuais, como a mesa, e estender para as obrigações do cotidiano.

10 – Isolar-se
Não se trata apenas de não conseguir trabalhar bem em grupo, mas de uma extrema dificuldade para se conectar, criar alianças ou manter relações com os colegas de trabalho. Também pode afastar de oportunidades.
Como resolver: conectar-se às pessoas de maneira própria. Não se espelhar no integrante mais extrovertido da equipe, porque quem tem dificuldade dificilmente chegará ao mesmo nível de sociabilidade.

> Fonte: Portal Newtrade.

> Texto também publicado no site da FCDL.

CDL Palhoça

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