08/12/2017

Como melhorar a produtividade de seus colaboradores

Alto nível de absenteísmo, aumento no número de reclamações de funcionários, piora sensível na aparência do ambiente de trabalho, indisciplina, interrupção da comunicação entre funcionários e gestores são alguns sinais da falta de produtividade.

Para reverter esse cenário, que só tende a trazer prejuízos, a empresa multinacional de recrutamento Robert Half criou um manual de como melhorar a produtividade dos funcionários (disponível em roberthalf.com.br). Confira as dicas a seguir, transforme teoria em prática e ganhe mais.

1- Torne o ambiente de trabalho mais humano
As pessoas trabalham com mais afinco em uma empresa na qual os gestores reconhecem e tratam cada funcionário como um indivíduo.

2- Contrate efetivamente
Tome o tempo que for necessário e se esforce para contratar a melhor pessoa possível para cada vaga. Dê importância especial às realizações passadas de cada candidato em vez de analisar apenas as credenciais ou as responsabilidades dos cargos ocupados. Também é importante reconhecer virtudes básicas, como a sinceridade e o caráter.

3- Aloque os funcionários estrategicamente
Existe uma linha muito tênue entre dar trabalho demais aos seus funcionários e não ocupá-los o suficiente. Mas tenha em mente que a maioria das pessoas tende a utilizar seu tempo de forma mais eficiente quando estão ocupadas do que se estiverem ociosas. Por isso, antes de preencher uma vaga ou acrescentar uma pessoa à equipe, confira se os seus funcionários atuais são capazes de realizar as tarefas. Outra opção é a possibilidade de contratar um funcionário temporário até você entender se realmente precisa de uma pessoa a mais.

4- Delegue sempre que possível
Ao delegar uma tarefa, sempre existe algum risco do funcionário não executá-la da maneira que você quer. Pior ainda, ele pode querer que você tome todas as decisões. No entanto, você nunca maximizará a produtividade dos seus funcionários se não estiver disposto a assumir este risco.

5- Descreva os objetivos
Um dos motivos mais comuns para tarefas não serem executadas adequadamente é a falta de orientação e de conhecimento dos objetivos. Ao atribuir uma atividade, ofereça o maior número de detalhes que você puder.

6- Divulgue as metas da empresa
Seus funcionários devem conhecer as metas de curto e longo prazo da empresa. Elas podem ser destacadas em publicações da empresa, quadro de avisos ou cartazes.

7- Promova pessoas de dentro
Com raras exceções, a maioria das empresas de sucesso promove as pessoas de dentro. Isso não significa que você nunca deva contratar alguém de fora, já que isso depende do cargo e dos indivíduos envolvidos. A questão aqui é a política. Promover as pessoas de dentro aumenta a moral e simplifica o processo de contratação. Não deixe escapar os talentos de dentro de sua empresa.

8- Dê o exemplo apropriado
O velho ditado “faça o que eu digo, não faça o que eu faço” é ineficiente no meio empresarial. Os gestores devem dar o exemplo dos padrões esperados, como por exemplo, pontualidade, aparência, cortesia com os colegas e disposição para trabalhar horas extras quando necessário. É motivador ver o gestor ajudando nas tarefas corriqueiras num momento de alta pressão.

9- Permita “jogo de cintura” nos projetos
Todo projeto precisa ter um prazo que não sobrecarregue a equipe e que não seja longo a ponto de incentivar a procrastinação. Além disso, prazos curtos podem incentivar as pessoas a desistir. Uma ideia é estabelecer prazos intermediários para projetos de longo prazo e acompanhá-los periodicamente. Trazer os colaboradores para a etapa de planejamento pode gerar comprometimento maior.

10- Elogie frequentemente
Sempre que os funcionários merecerem, elogie. A maioria responde bem a isso, trabalhando com mais afinco. Por outro lado, pessoas que se envolvem, mas não se sentem reconhecidas, tendem a reduzir esforços.

11- Critique com cautela
Comunique à equipe se ela estiver trabalhando insatisfatoriamente. Mas faça isso com tato. Evite criticar um funcionário na presença dos colegas e suavize a forma de falar, concentrando a discussão em desempenho e não na pessoa.

12- Fale a verdade
A produtividade raramente progride em um ambiente de boatos e desconfiança. Mantenha seus funcionários informados sobre quaisquer problemas que possam afetá-los. Crie grupos de discussão entre gestores e funcionários, nos quais haja oportunidade de cada um expressar suas preocupações e opiniões quanto aos problemas da empresa.

13- Saiba como recompensar
As pessoas têm um desempenho melhor quando são recompensadas, o que nem sempre precisa ser feito financeiramente. Folga ou elogios em publicações da empresa são exemplos de compensações sem dinheiro.

14- Diga “não” com tato
Sempre que você for recusar uma solicitação feita por um funcionário – seja um pedido de aumento ou dia de folga –, tome cuidado com a maneira de comunicar sua decisão. Explique os motivos e escolha palavras que não irão constranger o funcionário.

15- Admita seus erros
Reconhecer quando você comete algum equívoco pode motivar a equipe a agir da mesma forma. Lembre-se de que ninguém espera a perfeição – nem mesmo do chefe.

> Fonte: Portal SM

> Texto também publicado no site da FCDL.

07/12/2017

Sete passos para resolver conflitos e gerenciar crises no trabalho

Conflitos são sempre um teste para verificar como anda nosso equilíbrio emocional. Diante de uma divergência no ambiente corporativo é comum que profissionais se deixem levar pela ansiedade ou tensão do momento. Quando isso acontece, equívocos são cometidos e prejudicam objetivos.

Apesar disso, o sucesso de uma solução que atenda as duas partes depende da capacidade em ter o melhor posicionamento possível no contexto no qual estamos inseridos. Ou seja, é necessário estar preparado. Conheça os sete passos para ser um expert na solução de conflitos:

1. Reconheça e identifique: Antes de qualquer coisa, é preciso reconhecer que a situação em questão é um conflito ao invés de tentar mascarar, tentando “tapar o sol com a peneira”, procrastinando ou fazendo de conta que ignorar irá diminuir o impacto, e tentar evitar um “confronto” para não ter que lidar com o desconforto.

2. Identifique os porquês: Os porquês são o centro dessa questão e funcionam como se fossem a espinha dorsal que sustenta o conflito. Por isso, é importante identificá-los, para então chegar à causa raiz. Vale a pena citar que normalmente os conflitos têm quatro fontes principais diferentes: por bens, de relacionamentos, por território ou por princípios e valores.

3. Convide todos para criar soluções: Proponha uma reunião de brainstorming para levantar possíveis hipóteses em conjunto. Com isso, fica mais fácil resolver a situação contemplando as necessidades de todos os envolvidos. Quando as pessoas se envolvem na construção da solução, a probabilidade dessa decisão ser realmente implementada aumenta significativamente. Afinal, ninguém em sã consciência destrói o que ajudou a construir.

4. Estabeleça critérios: Esses elementos funcionam como filtros para escolher a melhor solução e para conferir a legitimidade da proposta em questão. Alguns exemplos que podem ser utilizados: tabelas, avaliação de mercado, opinião de um especialista neutro entre as partes, dados de institutos, legislação, indicadores sociais como tabelas de preços ou de outros aspectos aferidos por instituição neutra.

5. Tenha seu BATNA: Quando mesmo com conversas parece impossível se chegar a uma conclusão, tenha sempre um plano B. Criada por Wiliam Ury, a BATNA é a sigla para Best Alternative To a Negotiated Agreement, (em inglês, Melhor Alternativa a um Acordo) e consiste na ideia de ter sempre “cartas na manga” para diminuir o impacto da negociação. A quantidade e a qualidade dos seus argumentos irão calibrar o grau de ousadia ou de prudência ao longo do processo.

6. Comunicação é tudo: Não apenas nesse caso, mas em todos os momentos da vida, saber se comunicar é a chave do sucesso. Por isso, criar empatia é a melhor maneira de abrir espaço para um diálogo saudável e produtivo. Pensar, sentir e compreender como o outro se sente é um dos primeiros passos para achar as palavras certas ao lidar com os piores problemas. Afinal, é comum que a outra parte se sinta acolhido, simplesmente pelo fato de se sentir compreendido. A escuta ativa também se faz necessário. Fixe o olhar, não interrompa o raciocínio do outro e controle prejulgamentos. Acredite: é possível ouvir, mesmo sem concordar.

7. Documentar é preciso: Depois de chegar a um resultado, formalize o que foi decidido para fazer possíveis alinhamentos que ainda sejam necessários. Escreva da maneira mais clara e específica possível, tudo o que foi dito entre os participantes do diálogo. Com isso, a probabilidade do não cumprimento ou do ruído no entendimento é praticamente zero.

> *Alessandra Canuto é especialista em gestão estratégica de conflitos e negociação.

> Fonte: Portal Administradores

> Texto também publicado no site da FCDL.

CDL Palhoça celebra 2017

Diretoria da entidade avalia positivamente as realizações do ano com uma estrutura sólida para o crescimento em 2018

Com o final do ano se aproximando, é tempo de avaliação e planejamento. Um olhar ponderado para trás no sentido de comemorar as conquistas e identificar tudo aquilo que pode ser melhorado. Ao mesmo tempo, se faz necessário focar no presente com uma visão estratégica para o futuro. E este é o momento da CDL Palhoça.

Segundo o Presidente da entidade, Josué da Silva Mattos, 2017 foi um ano muito produtivo, apesar das dificuldades econômicas e sociais pelas quais o país vem passando. “A atual diretoria da entidade é marcada pelo comprometimento. Estamos deixando uma base sólida para o crescimento da entidade nos próximos anos. Por isso, investimos muito na infraestrutura da sede, na capacitação de nossos colaboradores e, claro, no relacionamento com os lojistas e prestadores de serviços associados”, ressalta Josué.

Última reunião mensal da Diretoria da CDL Palhoça: avaliação do ano e planejamento para 2018

Ainda em 2017, outro elemento marcante foi a comemoração dos 30 anos de fundação da entidade. “Criamos um selo especialmente para identificar esse momento único na nossa história. E ampliamos consideravelmente a visibilidade da CDL Palhoça, seja através da participação em congressos pelo estado, na realização de eventos como a terceira edição do Bazar Liquida Palhoça e o Baile Especial do Comércio, entre outras ações”, explica o presidente. Durante o baile, a CDL recebeu uma placa entregue pelo presidente da FCDL/SC, Ivan Roberto Tauffer, em homenagem às três décadas da entidade.

Reunião da Diretoria

Como acontece todos os meses, a diretoria da CDL Palhoça se reúne com o objetivo de aprimorar os processos internos e externos da entidade, verificando as áreas financeira, patrimonial, entre outras. A última reunião mensal do ano aconteceu no último dia 05/12/2017. na oportunidade, foi apresentado o planejamento para as ações de 2018, bem como os diretores compartilharam sua avaliações do ano que passou, avaliando positivamente o trabalho da entidade e de seus colaboradores. “Muitas empresas, instituições e pessoas foram parceiras da CDL neste ano. E a todas elas somos profundamente gratos. Entretanto, temos de fazer um especial agradecimento a nossa equipe de funcionários, que se dedica diariamente para melhor atender aos associados”, destaca Josué.

CDL em destaque: entidade recebe certificado de Responsabilidade Social na Assembleia

Responsabilidade Social
Ainda nesta semana, no dia 04/12, a CDL Palhoça foi agraciada com o Certificado de Responsabilidade Social de Santa Catarina, concedido pela Assembleia Legislativa de Santa Catarina. A certificação já está em sua sétima edição e tem por finalidade reconhecer e destacar empresas e entidades com atuação em território catarinense que tenham a responsabilidade socioambiental incluída em suas políticas de gestão. A CDL Palhoça é a primeira no Estado a conseguir esse certificado.

Uma ótima notícia para encerrar o ano.

06/12/2017

O que o seu estoque diz sobre a gestão da sua empresa?

Organizada, preparada, assertiva, eficiente, integrada, ágil – quais desses atributos o seu estoque daria para a gestão do seu negócio? Eis uma pergunta que precisa ser feita diariamente pelos gestores de pequenas empresas, pois é a armazenagem e o controle das mercadorias que garantem a continuidade das vendas, já que permitem checar quantos itens faltam para acabar a reserva de determinado produto, nortear campanhas de desconto e evitar investimentos em produtos que não estão gerando receita.

Por isso, é fundamental que os diretores e gerentes incluam nas rotinas de trabalho o chamado Inventário de Estoque, ou Contagem, que é um procedimento básico para se ter uma visão mais completa dos negócios e poder assegurar que os insumos que a organização está adquirindo dos fornecedores estão sendo realmente entregues, por exemplo. E para realizar esse controle, o pequeno atacadista ou varejista pode recorrer a duas formas de inventário: o geral e o rotativo.

O Inventário Geral é a contagem física das mercadorias, ou seja, uma por uma, e é realizada sempre no final de cada exercício contábil. Possui efeito fiscal e deve ser feita contando todos os itens do estoque. Esta é a maneira mais comum praticada pelas pequenas empresas, pois envolve pouco investimento, embora esteja mais sujeita a erros, cometidos principalmente pela intervenção manual.

Já o Inventário Rotativo é o levantamento periódico dos itens guardados. Para sua realização, é preciso selecionar periodicamente um número reduzido de itens para que sejam contados com uma frequência predeterminada (diária, semanal ou mensal) de acordo com a realidade de cada empresa. Finalizada a contagem desses itens, selecionam-se outros e, assim, sucessivamente.

Esse último modelo de contagem aumenta a precisão da armazenagem de produtos, pois é possível encontrar e corrigir divergências encontradas – como uma mercadoria que não foi entregue na quantidade encomendada, por exemplo – de forma muito mais rápida e não só no momento do Inventário Geral que é feito anualmente, o que torna muito mais difícil apontar os motivos das eventuais divergências.

Fazer o Inventário de Estoque é fundamental para a boa gestão das empresas, em especial para os segmentos atacado e varejo. Além de uma obrigação legal, esse procedimento ajuda a otimizar vendas e reduzir custos.

E como ter as informações em mãos para fazer uma boa gestão do estoque? A melhor alternativa é conhecer as melhores práticas que envolvem o processo de estocagem e investir em ferramentas automatizadas que possibilitem, de forma simples, o controle das entradas e saídas de mercadorias, permitindo as análises dos prazos de pagamento e recebimento, as quantidades mínimas e máximas de compras, os itens com maior e menor saída, etc. Dessa maneira, melhorias podem ser estruturadas de forma que os erros não se tornem recorrentes e seu estoque volte a falar bem da gestão da sua empresa.

> * Marcos Santa Cecília é consultor comercial.

> Fonte: Portal Administradores

> Texto também publicado no site da FCDL.

Prorrogamento Prazo Pagamento ICMS Dezembro

O Governo do Estado de Santa Catarina, atendendo à solicitação da Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas de SC (FCDL/SC), prorrogou o prazo de recolhimento do ICMS devido pelo comércio varejista, referente ao período compreendido entre 1º de dezembro de 2017 a 31 de dezembro de 2017.

Vale destacar que o decreto 1.383, de 29 de novembro do corrente ano, estabelece que pagamento do imposto poderá ser feito da seguinte forma:

I – 70% (setenta por cento) do valor apurado até o dia 10 do mês de janeiro de 2018.

II – 30% (trinta por cento) do valor apurado até o dia 10 do mês de fevereiro de 2018.

Abaixo, segue a íntegra do decreto 1.383:

DECRETO Nº 1.383, DE 29 DE NOVEMBRO DE 2017

DOE de 30.11.17

Prorroga prazo de recolhimento do ICMS nos termos do art. 36 da Lei nº 10.297, de 1996.

O GOVERNADOR DO ESTADO DE SANTA CATARINA, no uso das atribuições privativas que lhe conferem os incisos I e III do art. 71 da Constituição do Estado, conforme o disposto no § 1º do art. 36 e no art. 98 da Lei nº 10.297, de 26 de dezembro de 1996, e de acordo com o que consta nos autos do processo nº SEF 19237/2017,
DECRETA:
Art. 1 º O imposto apurado na forma do caput do art. 53 do RICMS/SC-01, relativo às saídas praticadas no período de 1º de dezembro de 2017 a 31 de dezembro de 2017, por estabelecimento cadastrado no Cadastro Geral de Contribuintes do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e Serviços de Santa Catarina (CCICMS-SC) com a atividade principal de comércio varejista, exceto de produtos sujeitos à substituição tributária, poderá ser recolhido no percentual de:
I – 70% (setenta por cento) do valor apurado, até o dia 10 de janeiro de 2018; e
II – 30% (trinta por cento) do valor apurado, até o dia 10 de fevereiro de 2018.
Parágrafo único. Aplica-se ao disposto neste artigo, quando couber, o prazo ampliado de que trata o § 4º do art. 60 do RICMS/SC-01.
Art. 2 º Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação.

Florianópolis, 29 de novembro de 2017.
JOÃO RAIMUNDO COLOMBO

CDL Palhoça

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