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Redes sociais e novos clientes

As Redes sociais são importantes ferramentas tanto para os lojistas quanto para os prestadores de serviços que desejam captar novos clientes. Lojista associado da CDL Palhoça, confira no artigo abaixo mais detalhes sobre o assunto:

Redes Sociais: saiba utilizá-las para captar novos clientes

Com as pessoas cada vez mais conectadas é fundamental pensar em estratégias para atrair clientes e potencializar os negócios. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Brasil tem cerca de 116 milhões de pessoas conectadas. Já um estudo promovido pela agência We Are Social e a plataforma Hootsuite, revela que o brasileiro é o terceiro no ranking de quem passa mais tempo na internet: são cerca de 9 horas diárias navegando pela web. O país também aparece entre os primeiros quando o assunto é o tempo gasto nas redes sociais: mais de 3 horas diárias.

Portanto, cada vez mais presentes na vida dos brasileiros de todas as idades, as redes sociais deixaram de ser apenas plataformas de postagens e compartilhamento de opiniões pessoais e passaram a ser também um grande ambiente de negócios para empreendedores de todas as áreas. Por isso, é fundamental reconhecer a importância de campanhas direcionadas para cada público alvo para se destacar entre os concorrentes e alavancar os resultados das ações
Gustavo Mota, CEO da WeDoLogos, agência de design para PMEs, listou algumas dicas para criar uma boa estratégia para gerar resultados nas redes sociais. Confira a seguir:

– Informações abundantes que facilitam o processo de decisão de compra

Com o aumento da presença de empresas na internet, a disponibilidade de informações sobre os mais diversos mercados e assuntos é enorme. Isso significa que um potencial cliente terá oportunidade de comparar características e benefícios de produtos e serviços.

Com isso, o empreendedor deve preocupa-se com o quanto de informações o público potencial terá sobre os produtos ou serviços e quais as razões que o faria tomar uma decisão. Ter um site institucional é fundamental para ser encontrado em sites de busca e é uma outra grande oportunidade de oferecer informações valiosas, inclusive, atuando de forma integrada às redes sociais.

Para isso, o empreendedor precisa entender quais são os diferenciais da empresa em relação aos concorrentes e fazer com que, através das redes sociais, blog e site, os clientes saibam disso.

“A qualidade de informações é, sem dúvida, um grande benefício que a internet proporciona aos consumidores. A empresa se aproxima do público alvo e demonstra sua preocupação com a clareza e relevância das informações que disponibiliza. Isso gera segurança e fortalece a confiança em realizar um negócio”, explica Gustavo Mota, CEO da WeDoLogos.

– Conteúdos relevantes nas redes sociais

Além de informações específicas sobre a empresa, soluções e diferenciais competitivos, a internet é um excelente local para compartilhamento de conteúdo sobre o universo daquele mercado, de forma mais ampla e menos comercial. “Uma empresa de alimentos, por exemplo, ao invés de publicar assuntos claramente publicitários como ‘compre nosso leite condensado’, pode criar conteúdos informativos e ensinar a fazer um delicioso bolo, passar a lista de ingredientes e indicar onde comprá-los, tudo isso gratuitamente”, exemplifica Mota. Isso aumenta o engajamento com público e o reconhecimento com a marca como uma autoridade sobre o assunto.

– Como o público enxerga a marca?

A qualidade das informações e conteúdos que uma empresa disponibiliza nas redes sociais diz muito sobre ela. Isso faz do social marketing um excelente termômetro de como o público, em geral, enxerga e se relaciona com uma marca e produtos. “É preciso se lembrar de explorar o maior número de sentidos e sensações de uma audiência. Isso inclui materiais de vídeo e áudio, textos e, essencialmente, ótimas imagens. Tudo o que for veiculado sobre uma marca nas redes sociais deve conter a identidade visual, que é a base de como a empresa se apresenta ao público e a mensagem que deseja transmitir”, explica Mota.

O potencial de alcance das redes sociais é cada vez maior, então é fundamental estar atento a esses detalhes. Assim como toda ação de comunicação e marketing, as redes sociais precisam atender aos objetivos da empresa, ou seja, o posicionamento e a imagem que se deseja atingir.

> Fonte: Portal Newtrade.

> Texto também publicado no site da FCDL.

Mais clientes em cinco etapas

Para empreender é preciso força de vontade e capacitação. Por isso, algumas etapas devem ser obedecidas na hora de criar uma empresa, tornando o projeto viável e bem estabelecido com os clientes. No texto a seguir, o lojista associado da CDL Palhoça vai conferir cinco importantes dicas para ter sucesso e atrair mais clientes:

Cinco passos para atrair mais clientes

Seja por necessidade ou por oportunidade, nos últimos anos diversos novos empreendedores surgiram no Brasil. Segundo dados do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), entre os anos de 2014 e 2017, 26,2 milhões de empresas foram criadas no país, totalizando 48,2 milhões de empresários até 2017.

Seja por causa da concorrência, da burocracia ou do mindset do empreendedor, gerir uma companhia não é algo fácil. E, com a constante expansão do setor, é preciso redobrar a atenção em alguns passos, que quando seguidos, podem potencializar os resultados com a conquista de novos clientes e transformar o negócio. Confira!

Etapas iniciais

Nesse estágio, o gestor deve criar uma marca forte e sólida que passe confiança para as pessoas. Para isso, é preciso que a empresa seja capaz de se comunicar com seu público-alvo de maneira clara e transparente, passando a mensagem correta sobre o produto ou serviço ofertados, chamando a atenção dos clientes por meio de seus diferenciais e conquistando uma ampla gama de consumidores.

Concorrência

Devido à grande concorrência presente no Brasil, é comum que o empreendedor encontre obstáculos, que vão dificultar – se não impedir – o seu trajeto e o crescimento de sua companhia. Para superá-los, é preciso contornar a situação e entender o que o consumidor busca, criando, a partir dessa informação, promoções que sejam capazes de chamar a atenção do público certo, fazendo com que ele experimente o produto ou serviço.

Empatia

Para galgar espaço e aumentar sua carteira de clientes, o empreendedor precisa ser o mais empático possível, sempre se colocando no lugar do consumidor e tendo uma visibilidade externa sobre seu produto ou serviço. Assim, os gaps existentes são mitigados e a empresa consegue se aproximar de seus clientes. Ou seja, é preciso desenvolver a capacidade de realizar uma análise crítica sobre seus reais benefícios e diferenciais.

Realidade

O sucesso da marca e o crescimento da empresa dependem de uma característica do dono: é essencial ser realista. Querer abraçar o mundo, atendendo mais clientes do que sua produção pode suportar, faz com que a qualidade caia e a produção tenha problemas, trazendo insatisfação dos consumidores, mesmo os já fidelizados. Além disso, é importante que o empreendedor evite ser engessado e burocrático, o que pode ocasionar em um processo de vendas mais lento e, por consequência, no afastamento do público.

Confie

Internalizar todas as funções pode ocasionar falta de mão de obra qualificada para realizar todas as tarefas necessárias. Por isso, ter um sistema que gerencie as vendas é algo essencial para que a empresa consiga se organizar no início das suas atividades. Além disso, adquirir um mailing segmentado e fazer uso de ferramentas de comunicação, como disparadores de e-mail marketing, podem ser eficazes para companhias que ainda não possuem uma carteira segmentada de clientes.

> * Rafael Albuquerque é CEO da Unitfour, empresa brasileira referência em fornecimento de dados.

> Fonte: Portal Falando de Varejo.

> Texto também publicado no site da FCDL.

29/11/2017

Como lidar com pessoas grosseiras?

A pergunta acima me foi enviada por uma telespectadora de meus programas de televisão. Segundo ela, as pessoas perderam a noção e o conceito de polidez e educação no ambiente de trabalho: “As pessoas são grosseiras em tudo”, afirma ela. “São grosseiras no falar, no comer, no sentar, na forma de responder, no reclamar”, continua. E essa telespectadora não foi a primeira a me fazer o mesmo comentário. O que fazer?

A falta de educação e de polidez está tornando difícil ou quase impossível o convívio entre chefes e subordinados, entre colegas de trabalho, entre colaboradores e clientes e fornecedores. A verdade é uma só: ou fazemos um pacto de civilidade em nossas empresas e organizações ou a guerra surda ou declarada só irá piorar.

E dentro desse pacto as empresas e organizações precisam, com urgência, realizar treinamentos de civilidade e boas maneiras para seus colaboradores. Conheço empresas que têm vergonha de fazer esse tipo de treinamento acreditando que possa ofender os colaboradores. Puro engano! As pessoas hoje precisam e querem aprender o que seus pais e a escola não ensinaram.
A forma de discutir boas maneiras tem que ser bem cuidada para que o tema não vire gozação ou afetação exagerada, nem constranger as pessoas. Podem ser utilizados vídeos, trechos de filmes, exercícios, tudo de forma leve e descontraída, explicando-se o conceito de civilidade e de dignidade e sua importância para o convívio saudável entre as pessoas, principalmente no ambiente de trabalho, onde não escolhemos as pessoas com quem convivemos.

Pessoas “grosseiras”, como descreveu a telespectadora, nem sempre têm culpa de sua grosseria. A maioria delas não recebeu uma educação civilizada. Há pessoas a quem nunca foi ensinado sequer como pegar num garfo e faca, como se comportar numa reunião social ou num ambiente de trabalho e menos ainda como falar sem ofender ou mesmo a consciência de que seus direitos terminam onde começam os direitos das outras pessoas. É preciso fazer a caridade de ensiná-las.

Muitos me dirão ser um absurdo que a empresa tenha que educar para a civilidade, o que deveria ser uma atribuição da família e da escola. Concordo! Mas se quisermos ter sucesso e paz em nossas empresas e organizações vamos ter que enfrentar mais esta!

> * Luiz Marinz é antropólogo e consultor.

> Fonte: Portal Novo Varejo

> Texto também publicado no site da FCDL.

04/10/2017

Sete informações que fazem sua loja perder clientes

Pode parecer um absurdo, mas mesmo vivendo na era da experiência, com o aumento da concorrência e diminuição das vendas, ainda vemos alguns absurdos no varejo brasileiro.

São regras descabidas e desatualizadas diante de um cenário tão competitivo. Talvez você ainda não tenha percebido, mas estas regras fazem você perder clientes. Então, se tem alguma placa dentro da sua loja com uma destas frases, jogue fora. Você está deixando de vender mais.

– Não toque nos produtos;
– Não aceitamos trocas;
– Não temos WI-FI;
– Não temos água ou banheiro;
– Não aceitamos cartões;
– Não fazemos trocas aos sábados;
– Não fazemos embrulho.

Antes de criar uma nova regra para atender aos seus clientes, pergunte-se: Esta regra facilita a vida do cliente ou da loja? As melhores estratégias de atendimento, nem sempre são as mais fáceis para a loja. Ao restringir o cliente ou negar-lhe algum serviço básico, você está dizendo que ele não é bem-vindo ali.

Se você não tem um banheiro para o cliente, será que realmente quer receber pessoas? Quando você não quer trocar mercadorias, sabe que a internet permite inclusive a devolução?

Neste novo cenário do varejo, não há espaço para lojas que não se preocupam com os serviços de conveniência para o cliente. Trate bem, receba bem e se esforce para que ele volte!

> Fonte: Portal Varejo Ativo.

> Texto também publicado no site da FCDL.

Poder de compra de quem tem acima de 60 anos pode chegar a trilhões em 2020

As novas gerações são uma grande preocupação para as empresas: como os Millennials consomem? Como a Geração Z pode ser engajada? Ao mesmo tempo, a população está envelhecendo e outro público se destaca como um dos mais importantes para o setor de consumo nos próximos anos: a geração sênior. De acordo com um estudo divulgado pela Tetra Pak, o poder de compra dos consumidores acima de 60 anos vai superar US$ 10 trilhões em todo mundo em 2020.

O relatório “Consumer Generations” aponta que, no Brasil, o público sênior tinha 11% da renda do País, na última década. Nos próximos quatro anos, a expectativa é que eles passem a ter 16%, em decorrência do envelhecimento da população e do aumento do poder de compra dos brasileiros.

Apesar de ser uma fatia representativa dos consumidores, o número é inferior se comprado aos países asiáticos. No Japão, por exemplo, os idosos devem representar 31% do consumo do País em 2020, enquanto em 2005 era de 26%.

Oportunidades

Analisar o comportamento desses clientes pode render boas estratégias para as empresas. Segundo Libby Costin, Vice-presidente Global de Marketing da Tetra Pak, a geração sênior investe 20% do orçamento em alimentos e bebidas. “Eles têm mais recursos que outras gerações e podem se tornar um importante grupo de consumidores, o que cria uma grande oportunidade para a indústria atender as suas demandas”, lembra.

Na hora de escolher alimentos e bebidas, 88% das pessoas acima de 60 anos disseram priorizar a ‘qualidade do produto’ como fator decisivo para a compra. Neste cenário, 59% afirmaram que pagariam mais caro, desde que a qualidade do alimento fosse maior. A pesquisa entrevistou mais de 40 mil pessoas, de 27 países, incluindo o Brasil.

> Fonte: Portal No Varejo

> Texto também publicado no site da FCDL.

CDL Palhoça

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