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23/11/2017

Varejistas investem em tecnologia para evitar devolução nas compras on-line

O cliente acessa o site da sua grife favorita, compra uma peça de roupa e, quando recebe a encomenda… o modelo não cabe. Estratégias para evitar essa experiência frustrante estão no radar de varejistas de moda, das marcas Levi’s e GAP a start-ups menores do setor. Provadores virtuais, modelos 3D e inteligência artificial estão no cardápio de tecnologias para facilitar a vida do consumidor, em um mercado em que o percentual de produtos devolvidos chega a 40%.

As estratégias para enfrentar o problema variam de marca para marca. Na GAP, a aposta é um aplicativo, desenvolvido em colaboração com a Google e a start-up Avametric, que permite que clientes experimentem as roupas virtualmente. Para isso, basta inserir informações como peso e altura, para que seja gerado um modelo 3D que auxilia a encontrar a peça ideal. Mas o serviço só funciona no smartphone Google Tango, que é vendido apenas nos Estados Unidos.

Sebastian DiGrande, vice-presidente executivo e diretor de Consumo da GAP, diz que a solução de realidade aumentada tem sido bem recebida. Mas ressalta que a empresa ainda está avaliando se o consumidor realmente quer usar um modelo 3D virtual.

A QVC, outra varejista de moda americana, investe em modelo semelhante. Em parceria com a start-up Rakuten Fits Me, desenvolveu um sistema em que o cliente insere suas medidas e consegue navegar por itens que se encaixam nos parâmetros. Isso aumenta a chance de que a experiência de navegação se converta em compra. “É tudo uma questão de confiança. Se eles têm confiança em comprar, eles voltarão à loja de vez em quando”, explica Vicky Zadeh, diretora executiva da Rakuten Fits Me.

As soluções vão além de ajudar os clientes a não levarem para casa roupas que não servem. Também se trata de garantir que as avaliações dos consumidores sejam as melhores possíveis. E todos estão de olho na Amazon, que tem investido mais no setor de moda e, como nos demais segmentos em que atua, vem recorrendo à inteligência artificial.

A expectativa do mercado é que a gigante on-line ultrapasse a Macy’s como maior loja de roupas dos EUA. Hoje, a Amazon oferece, por US$ 200, o Echo Look, espécie de robô estilista equipado com câmeras, flash e o assistente virtual Alexa, que ajuda o usuário na hora de escolher o visual perfeito.

> Fonte: Portal Newtrade.

> Texto também publicado no site da FCDL.

E-commerce deve registrar crescimento de até 15% neste ano

Depois de um ano de crescimento abaixo de dois dígitos, setor deve retomar aceleração, com destaque para algumas categorias – alvos de empreendedores. O ano de 2016 quebrou o ritmo de crescimento do e-commerce brasileiro. Até então, o segmento registrava um desempenho de dois dígitos ano a ano e deve fechar o ano passado com um crescimento nominal de 8%. Considerando a inflação do e-commerce em torno de 5,64%, o e-commerce deve fechar 2016 com um crescimento real abaixo dos 3%. Contudo, 2017 deve voltar a ser um bom ano para o setor, segundo André Dias, COO da Ebit.

“O desempenho de 2016 é realmente por conta da crise. Mas ainda assim, o setor deve registrar resultados na contramão do varejo em geral, que deve ficar com um resultado abaixo dos 3,5%”, disse à NOVAREJO. Segundo o executivo, parte do crescimento verificado no ano passado está relacionada à migração do consumidor brasileiro para o canal digital.

Essa migração, explica, deve-se aos preços, tradicionalmente mais baixos no e-commerce, e que foram os principais atrativos para o consumidor em tempos de crise e busca de oportunidades. “Durante a crise, os preços demoraram a ser repassados para os consumidores, que conseguiram ver mais vantagens no canal”, explica Dias.

Mudança irreversível

Uma das mudanças que têm ocorrido no e-commerce ao longo dos anos e que não deve mudar o modo como se faz negócios na internet é a questão do frete grátis. “Era uma estratégia comum, mas as lojas diminuíram muito o porcentual de venda com frete grátis”, afirma Dias. “Não existe almoço grátis e esse foi um movimento forte em 2016 e é um fator que afeta diretamente as vendas do comércio eletrônico”, diz.

Dias explica que na busca de melhorar o fluxo de caixa, ao invés de oferecer frete grátis, o setor melhorou a forma de pagamento, mas sem extrapolar a quantidade de parcelas.

Confiança

Além do preço, a confiança que os brasileiros têm colocado cada vez mais no canal web tem feito a diferença nos resultados. E deve fazer ainda mais em 2017. “A barreira de confiança do consumidor já foi rompida e ele compra com uma segurança maior no comércio eletrônico. Essa questão já é uma barreira ultrapassada”, diz.

Tanto é que tem crescido as vendas via dispositivos móveis: até o final de 2014, eles representavam em torno de 5%, passando para 10% em 2015. Em 2016, por sua vez, 26% das vendas ocorreram através dos dispositivos móveis, segundo o especialista. O crescimento esperado para 2017 deve vir, justamente, dos aparelhos móveis.

Categorias

Nos dois últimos anos, itens mais dependentes de crédito sofreram mais, como eletroeletrônicos, móveis e eletrodomésticos. Mas, quando olhamos para o e-commerce, a categoria de celulares é uma das que têm crescido e deve continuar sendo destaque em 2017. “Olhando para outras categorias, a gente tem a categoria de saúde, alimentos e bebidas, que ainda não tem grande representatividade e participação de mercado, em crescimento”, afirma Dias.

Segundo ele, a categoria de moda e acessórios, que sofreu no e-commerce, também deve voltar a crescer, até porque as pessoas cortaram esses gastos, por conta da crise. “Com essa pequena retomada da economia, moda deve voltar a crescer e esses setores de nicho devem ter destaque”, acredita.

Oportunidades

Olhar mercados de nicho é uma oportunidade para o empreendedor que olha para o e-commerce como um canal para abrir seu negócio. “Sempre aconselhamos o pequeno empreendedor de e-commerce a trabalhar com produtos exclusivos ou em categorias mais de nicho, como bebês, pets, que ainda são pouco explorados na rede”, explica Dias. Assim, fica mais fácil alcançar e fidelizar um cliente, em um mar de e-commerces na internet. “Com isso, há mais espaço para visibilidade e as oportunidades estão concentradas nessas áreas”, avalia.

> Fonte: Portal No Varejo.

> Texto também publicado no site da FCDL.

E-commerce brasileiro deve crescer 12% em 2017

Contrariando a crise econômica, o comércio eletrônico cresceu 11% em 2016 e gerou 718 mil novos empregos no ano passado, segundo a ABComm, Associação Brasileira de Comércio Eletrônico. Atualmente, de acordo com o IBGE, são mais de 12 milhões de desempregados no país. Para quem está à procura de trabalho, o e-commerce já é uma ótima oportunidade porque, além do setor aquecido também para este ano – com previsão de crescimento, ainda segundo a ABComm, de 12% em relação a 2016 e faturamento de cerca de 60 bilhões de reais -, o empreendedor pode ter um negócio próprio com riscos baixos.

Quem estava desempregada e decidiu “arriscar” num novo negócio no mundo virtual foi a Marileide dos Santos, que ficou sem trabalho depois de sair da multinacional onde trabalhou por 18 anos. A administradora conta que foi dispensada da empresa durante um corte de funcionários e que após quase um ano sem emprego, se juntou à irmã para abrir a loja virtual Via Mana Brinquedos.

A empresária conta que agora entende o motivo do sucesso do e-commerce. “Além do investimento inicial ser baixo, posso montar o meu próprio horário e cuidar da minha irmã, que está com problemas de saúde e também trabalha de casa me ajudando na loja virtual”.

Segundo o especialista, “as pessoas estão cada vez mais conectadas, confiantes e comprando pela internet. A facilidade de montar uma loja virtual e a flexibilidade que o trabalho em casa proporciona são uns dos atrativos do e-commerce. Porém, para ter sucesso nas vendas é preciso planejamento e dedicação, assim como qualquer negócio”, finaliza Adriano Caetano.

> Fonte: Portal Varejista

> Texto também publicado no site da FCDL.

E-commerce mais seguro em quatro passos

Por Hugo Costa*

Comprar online já foi um tabu. Muitos consumidores se sentiam inseguros em colocar seus dados bancários em um website. Mas essa realidade mudou – a E-bit aponta que o e-commerce brasileiro movimentou R$ 41,3 bilhões em 2015, valor que representa crescimento nominal de 15,3% em comparação com o ano anterior.

Ao mesmo tempo, aumentam as fraudes no e-commerce. Nos últimos cinco anos, ao menos 49% dos brasileiros sofreram algum tipo de fraude com cartão de crédito, débito ou pré-pago, segundo pesquisa encomendada pela ACI Worldwide com mais de 6 mil consumidores de 20 países. Cabe às empresas deixar seus consumidores tranquilos com relação à segurança de seus sites. Mas como?

Sabemos que o modelo de compra com boleto é bastante disseminado no Brasil, especificamente. No entanto, vale observar que ouso do cartão de crédito para comprar na internet ganha cada vez mais espaço. De acordo com a allpago, 48% dos pagamentos online no País são realizados com cartões de crédito nacional, 21% com cartões de crédito internacionais e 24% via boleto bancário.E compras com cartões exigem mais cuidado.

De bate-pronto é evidente a necessidade de investir em sistemas antifraude. Existem diversas opções neste sentido, algumas analisam históricos de compra para tentar avaliar se houve fraude, outras focam exclusivamente no computador de acesso (pelo qual a compra foi realizada) e há, ainda, a possibilidade de rastrear o comportamento do consumidor dentro do e-commerce.

Para uma loja virtual que está começando, por exemplo, é melhor focar no modelo de cobrança ao invés da forma como o sistema antifraude opera. Vale investir em soluções de segurança que cobrem um valor determinado por cada transação realizada. Assim, não é necessário um alto investimento inicial e é possível avaliar se o volume de vendas justifica a aquisição de um sistema mais robusto.

Mas, além disso, é preciso ficar atento a alguns pontos fundamentais, tanto para diminuir a possibilidade de fraudes no seu e-commerce como para aumentar a percepção de segurança dos consumidores quando navegam e compram no seu ambiente:

Nomes amigáveis – o nome da sua loja deve ser, preferencialmente, o mesmo que aparece na fatura do cliente. O uso dos chamados “nome fantasia” é comum no comércio, mas manter um padrão traz a sensação de mais credibilidade;

Tíquete médio – observe sempre o comportamento da sua loja online. Se você estiver acostumado a receber pedidos no valor de 1x e, de repente, recebe um tíquete de 5x, pode ser uma fraude;

Comportamento de compra – avalie e monitore o comportamento de seus usuários cadastrados. Muitas compras feitas no mesmo CPF ou com o mesmo endereço de entrega podem, potencialmente, ser fraudes;

Aprenda com os erros – sofrer uma fraude é uma boa oportunidade para observar as brechas no seu sistema. Analise oque ocorreu e tente melhorar os pontos para que a situação não se repita

> *Hugo Costa é diretor geral da ACI no Brasil.

> Fonte: Portal Newtrade

> Texto também publicado no site da FCDL.

Por que investir em vendas na internet em 2017?

Especialista em Marketing Digital destaca as vantagens de vender pela internet, como driblar as objeções para conseguir mais clientes e dobrar o faturamento
As vendas pela internet têm se tornado cada vez mais frequentes e esse mercado promete crescer ainda mais nos próximos anos. Segundo uma pesquisa realizada pelo Google, o comércio eletrônico irá dobrar até 2021, crescendo em média 12,4% ao ano.

O principal fator para esse crescimento no e-commerce virá de novos consumidores virtuais. Fabio Ricotta, especialista em Marketing Digital de Performance e CEO da Agência Mestre, acredita que as empresas devem ficar ainda atentas a esse mercado.

“Mesmo empresas pequenas, como a loja de bolsas do bairro, podem se dedicar às vendas online, pois com isso podem dobrar suas vendas”, explica. Além disso, vender online traz uma quantidade maior de possíveis clientes, pois a empresa amplia os limites e não se prende a vender somente na cidade ou região.

Para Ricotta, a comodidade de comprar online é um fator muito importante para efetuar a venda. “O cliente pode comprar em qualquer hora e de qualquer lugar, desde que esteja conectado, pois o horário de vendas acontece 24 horas por dia”, destaca. Outro fator importante que ele conta é que os clientes não precisam enfrentar nenhuma fila para realizar suas compras, e isso é muito relevante principalmente para quem não tem tempo, pois vive uma rotina corrida.

O especialista explica que as lojas online precisam ter um estoque de seus produtos, afinal, vender online amplia as possibilidades de novos clientes, e assim as vendas também aumentarão. “Os clientes gostam de ser atendidos na hora, então as empresas precisam estar preparadas para assim que a compra for efetuada o produto já seja despachado, evitando atrasos no prazo de entrega”, enfatiza.

Como gerar proximidade com o cliente

Outro ponto importante para o empresário, segundo Ricotta, é que o processo de compra e venda é totalmente automatizado, necessitando de uma equipe reduzida, o que diminuirá os custos. Entretanto, ele revela que esse fator também pode ser uma objeção, pois fica mais difícil se aproximar do cliente para gerar confiança. “O atendimento ao cliente é fundamental, e pela internet o processo é um pouco diferente, mas pode ser realizado com algumas estratégias, como por meio de videoconferências ou chats online”, explica.

Ricotta conta que o sistema de chat é importante para ficar mais próximo do cliente, principalmente quando existem dúvidas, pois elas podem ser sanadas na hora. Ele explica que, de acordo com a quantidade de visitas do site, é necessária uma equipe para agilizar o processo, mas se a empresa estiver começando, apenas uma pessoa é suficiente para controlar e tirar as dúvidas. “O sistema do chat facilita a aproximação com o cliente e se for bem executado consegue facilmente quebrar essa objeção e consequentemente vender mais” reforça.

Assim, o especialista aconselha que as lojas online priorizem a automatização do site para ficar mais próxima do cliente, fazendo ele sentir-se único. “As pessoas gostam de se sentir especiais, e se elas tiverem um atendimento rápido e personalizado será mais fácil criar um sentimento de proximidade”, finaliza Ricotta.

> Fonte: Portal Administradores.com

> Texto também publicado no site da FCDL.

CDL Palhoça

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