Posts Tagged ‘Economia’

19/01/2018

SAC necessita de maior atenção por parte de empresas

Um produto ou serviço que veio ou foi efetuado da forma errada, um atraso na entrega e nos prazos, problemas de pagamento ou relacionamento – Não importa. O SAC é o primeiro requisito de um cliente insatisfeito. E é justamente neste canal de comunicação tão primordial dentro de uma empresa que ocorrem as maiores crises e desgaste de relacionamento com os clientes. É como um “ping-pong” de problemas que costumo chamar de Disk-Estresse. Por isso que um bom atendimento telefônico faz toda a diferença nos resultados da sua empresa.

Todos já conhecem essa novela: primeiro, a gravação que lhe direciona ao atendente; o atendente que informa que esse problema não será resolvido ali e transfere a ligação; outro atendente que pede para ligar em outro número; e o outro número que deixa a música de fundo enquanto você aguarda na linha; os mesmos dados solicitados, o mesmo discurso da reclamação. Quando desligar, provavelmente já terá passado meia hora do seu dia e ainda assim o problema não será resolvido. Não é à toa que os SACs de operadoras são os líderes de reclamação no Procon e no site Reclame AQUI.

Estudos indicam que 88% dos clientes preferem resolver solicitações com empresas e profissionais por telefone, sendo que 74% voltam a fazer negócio se os problemas forem resolvidos satisfatoriamente, e 26% deixam de contratar um serviço ou de comprar por um canal de atendimento ruim. Resumindo, uma empresa que não possui boa gestão de atendimento via telefone perde tempo, dinheiro e oportunidade de vender mais e melhor.

Uma empresa com administração ruim nos serviços de SAC deixa o cliente com uma sensação de incapacidade ou incompetência, pois não possui domínio para prestar o suporte necessário. Além disso, como é comum no mundo corporativo, o PABX das empresas costuma ser terceirizado e o cliente fica de “espectador”, enquanto operadoras, técnicos, provedores e mantenedores – ou seja, os fornecedores dos serviços – brigam entre si, buscando culpados e jogando o cliente de um lado para outro.

A melhor solução para este tipo de problema está em um conceito inovador no mercado: a Gestão Unificada em Telefonia. Ela consiste em cuidar de todas as operações do início ao fim, dedicando tempo exclusivamente para o bom atendimento do cliente e resolvendo-os rapidamente. Isso vai desde melhorias na infraestrutura, até gerenciamento de links, prestar consultorias e administrar quaisquer problemas. Aliado às melhores tarifas é possível observar, em questão de meses, a redução dos custos para as empresas.

Um bom atendimento de SAC é sinônimo de economia, satisfação dos clientes e lucro no fim do mês. Pequenas atitudes podem trazer grandes resultados, e é importante não deixar que a sua telefonia caia nos altos índices de reclamações.

> Fonte: Portal Varejista

> Texto também publicado no site da FCDL.

Economia compartilhada é bem vista por 79% dos brasileiros

O compartilhamento de bens como carros, casas e roupas é o principal motor da economia compartilhada. No Brasil, esse modelo de consumo colaborativo está crescendo e já é comemorado por quase 80% da população.

Levantamento feito pela SPC Brasil e CNDL em todas as capitais do Brasil mostra quais tipos de compartilhamento são mais usados pelos brasileiros e descobriu a pré-disposição do País em tornar a economia compartilhada algo real no cotidiano.

Para 79% dos entrevistados o compartilhamento de bens torna a vida mais fácil e funcional e 68% se imaginam participando do consumo colaborativo nos próximos dois anos. Ente os tipos de compartilhamento o aluguel de casa e apartamentos é o mais usado, com 40%. Já as caronas para o trabalho ou faculdade ocupam a segunda posição das preferências (39%) seguido do aluguel de roupas (31%).

“Os resultados indicam que os brasileiros começam a despertar interesse pelo consumo colaborativo, mas ainda aderem a ele de maneira tímida”, explicou por nota Honório Pinheiro, presidente da CNDL. “Talvez porque a economia compartilhada traduza, essencialmente, um jeito novo de encarar as coisas e, nem sempre as pessoas estão abertas a mudanças tão significativas em seus hábitos de consumo”, completou.

O que gostam de compartilhar

O estudo também identificou quais categorias de produtos os brasileiros acreditam que vale mais a pena alugar ao invés de adquirir um novo. Os livros lideram este ranking com 56%, seguido de equipamentos de ginástica (53%), artigos esportivos (53%), itens de jardinagem (51%) e instrumentos musicais (50%).
O consumo compartilhado de itens pessoais também merece destaque. Isso porque no último ano, 24% dos consumidores disseram que venderam alguma peça do próprio guarda-roupa enquanto 22% disseram que venderam seu aparelho de celular.

Por que estão compartilhando?

A principal vantagem de compartilhar bens, na visão de 47% dos consumidores, é economizar dinheiro. Em segundo está evitar o desperdiço (46%), combater o consumo excessivo (45%) e o fato de poder ajudar o próximo (38%). A preservação do meio ambiente é outra questão que surge forte, com 31%, seguido da experiência de conhecer uma pessoa nova para construir novas redes de relacionamento (30%) ou melhorar a qualidade de vida (29%). Já 28% dos entrevistados dizem que gostam deste tipo de economia pois veem no consumo compartilhado uma forma de ganhar dinheiro.

Desafios

A falta de confiança em desconhecidos ainda é a principal barreira para aqueles que ainda não são adeptos a economia colaborativo. Quase a metade dos entrevistados (47%) disse que tem medo de serem passados para trás. Para 42% o principal temor é ter que lidar diretamente com estranhos, já 37% disse que sentem faltas de garantias para casos de não cumprimento dos acordos. E 71% acreditam que o modelo de compartilhamento podem ter problemas no Brasil porque as pessoas do País não são confiáveis.

> Fonte: Portal No Varejo

> Texto também publicado no site da FCDL.

Como se comportará o consumidor quando a economia voltar a crescer

O Brasil inteiro está aguardando o fim da crise para retomar a normalidade de suas atividades de gastos. Pensando nisso, a consultoria PwC mapeou as principais tendências de consumo do brasileiro após a retomada da economia. Lidera a lista de desejos o retorno a restaurantes, bares e outros tipos de entretenimento. Segundo a pesquisa, 41% dos brasileiros pretendem aumentar os gastos nesse tipo de experiência em breve.

Empatado na primeira posição com 41% estão as pessoas que pretendem manter o atual comportamento de consumo e aproveitar a retomada da economia para poupar dinheiro. A preocupação com uma nova crise política também é refletido na escolha de muitos brasileiros. Isso porque 38% dos ouvidos na pesquisa disseram que vão aumentar a quantidade de pagamentos à vista quando retomarem as receitas.

De volta ao consumo voraz

Mas nem todo mundo pretende só poupar ou evitar endividamento. Para 34% dos pesquisados, assim que a situação econômica melhorar pretendem voltar adquirir produtos de marcas favoritas. Aumentar gastos com produtos de moda em geral, como vestuário, sapatos, acessório será prioridade para 33%. A mesma porcentual é visto entre aqueles que pretendem investir em formação ou profissional. Por fim, 31% das pessoas pretendem voltar a investir em experiências. A opção de viajar mais para outros países ou ficar em hotéis melhores é o sonho de consumo dessas pessoas para o pós-crise.

> Fonte: Portal No Varejo.

> Texto também publicado no site da FCDL.

Quatro dicas para aproveitar ao máximo a retomada econômica

A expectativa de uma recuperação da economia brasileira ronda 2017. Por mais tímidas que sejam, as projeções já apontam uma retomada neste ano que se inicia. A confiança está abalada, mas os mais otimistas estão começando a aparecer. Porém, a força dessa retomada e o momento em que ela acontecerá de fato está longe de ser um consenso entre os especialistas.

Nessa hora de recuperação financeira do país, as empresas precisam voltar a investir, mas com inteligência e precisão. Para Paulo Aziz Nader, consultor em desenvolvimento organizacional da Leverage Coaching, o pós-crise deixa diversas oportunidades para quem sobreviveu. “A história nos mostra sempre: os que mais aproveitam tais oportunidades aceleram o seu desenvolvimento individual e corporativo mais rápida e efetivamente, trazendo resultados duradouros e fortalecendo-se para o próximo momento de instabilidade. Ser um destes casos de sucesso é mais fácil do que parece”, diz.

Para o momento, o consultor lista quatro ações efetivas, baratas e comprovadamente eficazes para as empresas que querem sair na frente em 2017. Confira:

1. Olhe para ineficiências organizacionais mais latentes

Uma pesquisa conduzida pela Workfront que analisou o mercado de trabalho americano mostrou que o tempo médio utilizado pelos funcionários para realizar tarefas diretamente ligadas às suas funções foi de apenas 39% em 2016. O que significa que 61% do tempo foi desperdiçado em tarefas não produtivas. E nem pense em culpar o cafezinho e as mídias sociais, pois esse tipo de pausa somou apenas 13% do tempo de cada colaborador. O grande problema se mostrou, de fato, nas ineficiências corporativas, como comunicação falha, excesso de reuniões e burocracias internas, só para citar alguns exemplos.

Aparar algumas arestas simples na organização e na maneira como os colaboradores se relacionam trará ótimos resultados se comparados com o investimento necessário para isto. Imagine o seguinte cenário: uma empresa tem 100 funcionários. Se conseguir aumentar a produtividade destes mesmos funcionários de 39% para 43%, mesmo que o número pareça ainda muito baixo, isso pode representar um ganho de 10% – o mesmo de se ter contratado 10 funcionários adicionais, por uma fração do custo.

2. Invista nas lideranças

Os executivos serão os responsáveis por liderar esta retomada. São eles que fomentarão a eficiência das suas respectivas equipes e que tomarão as decisões mais importantes do ano. Investir nessas pessoas é fundamental, não só em momentos como o nosso, mas continuamente. Além disso, é importante sempre revisitar a maneira que a empresa investe nos seus principais executivos. Por isso, é importante deixar de lado treinamentos clichês e palestras motivacionais para focar no desenvolvimento mais adaptado à nossa realidade, o que pode trazer retornos maiores. Estudos mostram que o retorno sobre o investimento de um programa de desenvolvimento executivo chega a 5,7 vezes o investimento inicial feito pela corporação.

3. Deixe algum espaço para o desconhecido

Ao invés de assumir que o jeito com que a sua empresa aborda seus desafios é o único correto, abra espaço para uma reflexão mais exploratória. Muito se fala hoje sobre liderança adaptativa por um motivo: ela funciona. Liderança adaptativa significa, em poucas palavras, não assumir que já se tem todas as respostas. Ao invés disso, procure fazer as perguntas corretas e explorar diferentes possíveis respostas. Este processo pode até dar uma sensação de vulnerabilidade (principalmente para aqueles que têm mais medo de errar), mas trará mais dinamismo e a adaptabilidade, tão necessários neste momento de retomada incerta e complexa.

4. Aproveite as sinergias que a sua empresa conquistou

Um dos lados positivos da crise é que ela praticamente nos obriga a ganhar eficiência onde achávamos que não era possível. Agora que as perspectivas são um pouco melhores, não há motivos para que todas as sinergias e consolidações conquistadas desabem por água abaixo. Isto não significa que a sua empresa deve continuar operando com capacidade reduzida, mas é uma oportunidade de ouro de planejar um crescimento mais eficiente, partindo de um patamar diferente e mais conciso. Quais áreas, produtos ou serviços se mostraram mais eficientes durante a crise? Quais, ao contrário, não farão mais parte desta nova fase? Quais maneira de agir, suas e dos seus colaboradores, foram mais efetivas e trouxeram bons resultados? Quais talentos surgiram no seu radar e como você garante que eles serão melhores aproveitados daqui para frente?

> Fonte: Portal No Varejo

> Texto também publicado no site da FCDL.

Pesquisa aponta retomada do otimismo econômico em 2017

Ao que tudo indica 2017 será um ano de recuperação para nosso país. O otimismo econômico parece estar novamente em alta, e embora não se preveja crescimento, já se observa o fim da queda e a estabilização. Isso é o que mostra uma pesquisa realizada pela Omiexperience, empresa desenvolvedora do ERP Omie, sobre as perspectivas para 2017 no mercado PME. De acordo com os dados coletados com 1141 empresas, será um ano de retomada da confiança perdida, cheio de cautela, porém crente no potencial de equilíbrio.

Os dados foram coletados com o intuito de mostrar os pontos principais para onde a economia aponta em 2017. Após um 2016 de crise era de se esperar que o otimismo estivesse em baixa, porém a parcela de empresas que acreditam que o ano novo será excelente ou bom chega a 53%, contra 10% que acreditam que o ano será ruim. Sendo essa uma crise, principalmente, de confiança, é de se esperar que esses números reflitam uma postura que incentiva o crescimento.

A pesquisa aponta que não haverá crescimento já para o próximo ano, apenas fim da queda e retomada de posturas que permitiram investimentos futuros. Esse resultado dialoga diretamente com os dados passados pelo Ministério da Fazenda que preveem um PIB crescente de 1%. Bem diferente dos 3,4% que ele encolheu em 2016.

De acordo com o a consultoria Deloitte a parcela de empresas que registraram queda em 2016 foi de 26%, em 2017 esse número será de apenas 6%. Os principais desafios apontados pelos empresários ouvidos pela Omie serão a busca de como reduzir custos (59%), manter a organização interna (43%) e conquistar novos clientes (72%). Apesar do foco nas vendas, para onde a maior parte dos esforços será direcionada, há uma crescente preocupação com a melhoria dos serviços e processos empresariais.

O planejamento engloba investimentos em infraestrutura interna e equipe, atingindo cerca de 40% cada nas intenções entre entrevistados. O secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda também informou que o governo baixou de 4,8% para 4,7% a sua estimativa para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação oficial. Outro fator que mostra que aos poucos estamos voltando aos trilhos.

É importante manter os ânimos. Em crises de confiança, a retomada vem através do esforço coletivo em movimentar a economia. Com uma postura positiva é possível regenerar o país e as empresas. Tratar os negócios de forma otimista, incentivando o movimento do capital, permite preparar o terreno para um 2018 mais próspero.

> Fonte: Portal Newtrade

> Texto também publicado no site da FCDL.

CDL Palhoça

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