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28/09/2017

Sete situações que mudam na vida quando você vira empreendedor

Não são poucas as pessoas que sonham em ter o próprio negócio. Mas será que elas realmente sabem o que as espera numa vida de CEO? Se você sonha em empreender, é importante ter em mente os desafios que encontrará pelo caminho. Do contrário, é bem possível que você se frustre por ter imaginado uma vida que não corresponde à realidade.

Para ajudá-lo a conhecer o que muda na vida quando uma pessoa se torna dona do próprio negócio, elencamos sete respostas publicadas na rede social Quora. Todas foram escritas por empreendedores e respondem à seguinte pergunta: O que muda na vida quando você é um fundador/CEO?

Veja abaixo as respostas:

1 – Caos e montanha russa

“É caótico. Você tem grandes altos e baixos. Sua lista de tarefas cresce mais rápido do que a sua sombra às 5 da tarde. Você cometerá erros, e dois meses depois se questionará por que você não viu falhas tão óbvias. Você se tornará chato para as outras pessoas, porque só falará sobre assuntos que tenham a ver com o seu negócio. Mas é um dos melhores trabalhos para se ter, se você ama o que faz e consegue lidar com o risco. Você perceberá do que é capaz.”

Betty Liu, empreendedora

2 – A responsabilidade aumentou mas meu salário não. E agora?

“Você é responsável por aqueles que emprega. Se a sua empresa tiver um bimestre ruim, alguém perde o emprego. Se a sua empresa não inova com a rapidez com que precisaria, todos perdem o emprego. Se a sua empresa tem uma cultura ruim, seus empregados terão problemas de saúde.

É similar a tomar conta de uma família. Você quer que eles vivam numa casa confortável? Quer que seus filhos frequentem uma boa escola? Então você precisa trabalhar mais para fazer acontecer. Ao mesmo tempo, precisa encontrar o equilíbrio para liberar a sua criatividade para resolver problemas.

Muitas vezes nós não vemos as respostas certas quando estamos soterrados no trabalho. É um trabalho 24 por dia, 7 dias por semana. Você persiste porque o que você está fazendo é mais importante do que você – você está criando vidas agradáveis para, quem sabe, milhares de pessoas.”

Josh Fechter, empreendedor e mentor

3 – Muitas incertezas

“No ano que passou eu me tornei empreendedor. Ser o fundador de algo, sem contar com um salário seguro, sem acordar e ter alguém te dizendo o que fazer, é ao mesmo tempo a coisa mais libertadora e incerta para querer na vida. De um lado, eu posso fazer as malas e ir para qualquer lugar que eu quiser, quando eu quiser. Não existe um chefe, para quem eu preciso pedir permissão.

Por outro lado, eu na verdade tenho um monte de trabalho sobre a minha mesa, portanto tirar uma folga é um desafio. Eu amaria pensar que eu posso fazer o que eu quiser, quando eu quiser, mas eu ainda sou responsável por entregar o trabalho que prometi aos meus clientes. É um nível de responsabilidade que a maioria das pessoas jamais teve.”

Nicolas Cole, empreendedor

4 – Liberdade lifestyle

“Vamos ser honestos: qualquer um pode se chamar de fundador ou CEO hoje em dia. Eu poderia começar um novo negócio em cinco minutos. O poder da internet possibilitou um novo tipo de empreendedor, que eu chamarei de empreendedor ‘lifestyle’. Eles podem trabalhar de qualquer lugar do mundo e gerir suas empresas pelo laptop. A maior parte de sua equipe é remota e a terceirização é fundamental para o seu sucesso. Esses empreendedores podem ganhar apenas algumas centenas de dólares por semana, enquanto alguém que tem escala pode fazer milhões.”

Nathan Resnick, empreendedor

5 – O valor da honestidade

“Você terá um barco maravilhoso e não precisa trabalhar mais. Brincadeira! Aqui vai a verdade sobre o que significa ser um fundador/CEO: eu fundei minha empresa e me tornei CEO com 22 anos. Cresci para 50 funcionários em 5 anos, com clientes na Europa, América do Norte e Ásia.
Isso mudou completamente o que eu penso sobre o que é possível se você usa os padrões certos ao lidar com seus clientes e funcionários. Disse a mim mesmo que ser honesto e confiável são as coisas mais importantes na vida. Que construir relacionamento com seus clientes e ser justo nos negócios vale muito a pena.”

Zbigniew Czarnecki, empreededor

6 – Muito estresse

Tudo está sobre os seus ombros. Tudo. O sucesso ou o fracasso da emrpesa é responsabilidade sua. Não há nenhuma outra pessoa para admirar ou culpar. Além disso, a sua paixão e determinação em alcançar seus objetivos aumentam o estresse porque você fica tão envolvido em alcança-las que simples atrasos e problemas te causam estresse. Por isso você precisa aprender a lidar com o estresse para não deixar que ele te derrube.

Robert Cornish, empreendedor

7 – Coisas terríveis (e o melhor dos mundos)

“Pare para pensar: você quer dormir. Você quer encontrar sua mulher e seus filhos. Você sente medo ao pensar no salário dos próximos meses. Você vai pensar: ‘Eu sou um bilionário!’ e cinco minutos depois: ‘Sou um perdedor…’, e depois de novo ‘Sou um bilionário!’, e de novo e de novo. Você vai acordar com uma lista de coisas ou um modelo financeiro na cabeça. E um monte de outras coisas terríveis. Mas quer saber? É o melhor sentimento de todos. E não importa se você conseguirá 1 bilhão ou 100 bilhões, você deveria tentar.”

> Ruslan Nazarenko, empreendedor.

> Fonte: Portal Newtrade.

> Texto também publicado no site da FCDL.

Quatro atitudes que empreendedores devem evitar

É fundamental que, para chegar ao sucesso, empreendedores e profissionais de alta performance não se deixem dominar por uma postura negativa. Como empreendedor, identifiquei quatro atitudes que podem arruinar carreiras, negócios e sonhos.

1. Falta de esperança

Jonas Salk, criador da primeira vacina contra a pólio, dizia que “a esperança está nos sonhos, na imaginação e na coragem daqueles que ousam transformar os sonhos em realidade”.
A esperança é uma fonte poderosa de energia, mesmo que não se possa quantificá-la ou medi-la. Se você começa o dia esperançoso, realiza suas tarefas, avança em seus objetivos e torna seu sonho mais possível de alcançar. Já quando está desanimado sente-se nervoso e vazio. A esperança inspira, encoraja e dá força.

2. Perda do controle

Você não pode controlar o mercado, os investidores nem o futuro de seu negócio. Mas há algo sobre o qual você tem domínio: você mesmo, com suas responsabilidades e seus comportamentos.

Considere, por exemplo, quão poderoso é o autocontrole diante de grandes investidores ou influenciadores de seu mercado. As decisões deles não estão sob seu poder, mas você pode dominar sua atitude. Se sucumbir, sua carreira como empreendedor poderá ir por água abaixo. Mas, se seu controle pessoal for forte, sacudirá a poeira e seguirá adiante.

3. Falta de paixão

Paixão é emoção — é entusiasmo pela vida, pelo trabalho e pela luta para realizar seus sonhos. Por trás de grandes empresas, avanços, invenções e obras criativas, sempre há um indivíduo ou um grupo de indivíduos apaixonados.

A paixão é poderosa porque contagia. Alguém apaixonado pode influenciar uma pessoa, que influenciará outra, e assim por diante. E como manter a paixão no auge? Estabelecendo objetivos, medindo avanços e reconhecendo os progressos.

4. Falta de vontade

Se a paixão o joga para cima, a vontade mantém seus pés no chão. A paixão é a lataria de um carro esportivo. A vontade é o motor. Conheço empreendedores que trabalham 80 horas por semana. Graças à vontade.

O status quo nos diz que o certo é ter uma rotina diária: sofrer 8 horas trabalhando em um cubículo, assistir à televisão, ir para a cama e repetir todo o processo. Os empreendedores mais audaciosos levam a vida de um jeito diferente.

São movidos por uma força muito mais poderosa do que vencer a corrida dos ratos: a ambição. Eles não crescem apenas por causa de suas habilidades e ideias, mas por ter as atitudes certas e lutar para conservá-las todos os dias.

> Fonte: Portal Newtrade.

> Texto também publicado no site da FCDL.

Empreendedores não devem ter medo do fracasso

Para o empreendedor, o sucesso e o fracasso andam lado a lado durante a sua jornada. Saber como lidar e aprender com as conquistas e derrotas são a chave de sucesso para pessoas que querem criar grandes empresas. “Minha startup falhou. E gora?” foi tema de debate no terceiro e último dia de painéis do Whow! Festival de inovação. Para discutir isso, um time de peso foi convocado na tentativa de ajudar os empreendedores a entender melhor o temido fracasso.

José Prado, fundador da Conexão Fintech e moderador das discussões, acredita que Brasil ainda está engatinhando na aceitação do fracasso. O insucesso, que fora do País é elogiado por empresas e investidores, ainda tem significado pejorativo por aqui.

“O Brasil está criando agora essa cultura de quebrar, pivotar e começar de novo a buscar outro modelo. É importante perceber o momento de parar, quando sair, mas antes de tudo é preciso definir o que é fracasso ou uma oportunidade de pivotar”, disse.

A pivotagem foi a solução encontrada pela Paggui. Em 2012, a empresa, que antes atuava como Kiik, viu que a tecnologia que eles ofereciam ainda não era bem aceita pelos seus consumidores. Após muitas discussões, os fundadores entenderam que insistir no projeto seria um verdadeiro fiasco e mudaram a ideia das operações.

“É muito importante analisar se os clientes estão no mesmo tempo da solução antes lançar a ideia”, disse Maurício Valim, CEO da Kiik/Paggui. “Entender o cenário que você está inserido e as dificuldades do momento ajudam o empreendedor a ter os pés no chão, pensar se está na hora certa e no público certo. Mas além de avaliar a oportunidade que você tem é preciso aprender com a falha você teve”, completou.

Para Anna Carolina Aranha a frustração foi o principal motor para mudar totalmente a vida profissional e começar a empreender. Após anos trabalhando em multinacionais, Aranha conta que tirou um ano sabático para conhecer novos tipos de negócios. Foi ai que nasceu o PipeSocial.

> Fonte: Portal No Varejo

> Texto também publicado no site da FCDL.

Sete desafios de empreender em casal

Quando os sócios da empresa também se relacionam pessoalmente, há uma dupla sociedade. É o que acredita Maria Terezinha Peres, consultora do Sebrae-SP: “Além de somar forças na vida em comum, tem que somar na empresa”.

A consultora explica que quando o casal já começa a empresa em conjunto, o processo é mais fácil. “Quando um já tem a empresa e o outro chega depois e se associa, pode ser mais difícil, porque quando chega um momento de crise, quem chegou depois não viveu a origem”, conta.

Lidar com essa “dupla sociedade” pode ser desafiador em vários aspectos. Maria Terezinha elenca as dificuldades de se empreender em casal e dá dicas para superá-las:

Distribuir funções

Ao ter uma empresa em casal, é mais difícil elencar quais a funções por quais cada um deve ser responsável. Por isso, a sugestão de Maria Terezinha é focar nas habilidades individuais de cada um, e não hesitar em dividir as funções: “Quando você entende onde um é melhor que o outro, pode até desenvolver novas habilidades”.

Saber separar os assuntos

Nenhum relacionamento é saudável quando, mesmo em casa, só se fala de trabalho.. Os momentos de lazer são necessários para que a relação pessoal do casal não se desgaste por conta da profissional. Maria Terezinha alerta que é preciso deixar um pouco de lado os assuntos da empresa quando se chega em casa.

Tratamento inadequado

Quando o casal está na empresa o tratamento deve ser profissional. Não só entre os dois, mas principalmente com a equipe, clientes e fornecedores.

Dividir o dinheiro

Quando o casal trabalha junto, é importante que eles definam o valor que cada um deve tirar mensalmente da empresa, de preferência que seja semelhante. Essa medida, segundo a consultora do Sebrae, ajuda a evitar brigas entre o casal e a confusão patrimonial, muito comum em negócios familiares, ou seja, misturar o dinheiro da família com a empresa.

Tirar férias ao mesmo tempo

Quando só os integrantes do casal são sócios da empresa, um grande desafio é sair de férias juntos. Para transpor esse desafio, a dica da consultora é treinar muito bem e confiar na equipe.

Tolerância

“Normalmente, nós acabamos sendo menos tolerantes com quem está mais próximo, e trabalhar junto exige isso”, afirma Maria Terezinha. Como com qualquer colega de trabalho ou sócio, a educação e respeito são necessários, por isso lembre-se do tratamento adequado em um ambiente profissional e “exercite a tolerância”, recomenda.

Problemas na empresa levadas para o pessoal e vice-versa

Ao estarem juntos na vida profissional e pessoal, os integrantes do casal devem entender que trabalham sempre juntos em busca de um objetivo comum, e para que isso funcione, não se deve levar trabalhos do pessoal para a empresa, e vice-versa.

Assim que surgir um problema, é importante logo focar na solução e deixar cada questão para ser discutida em seu local de origem. “É preciso muita conversa, abrir a cabeça e entender o que aconteceu”, diz Maria Teresinha, que completa “Se não tomar cuidado, pode acabar em divórcio por conta da empresa”.

> Fonte: Portal Varejista

> Texto também publicado no site da FCDL.

Oito passos para quem pensa em montar seu negócio próprio

Por José Ricardo Noronha*

O último levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontava mais de 12 milhões de brasileiros sem ocupação em 2016 e, segundo a Organização Internacional do Trabalho (OIT), esse número deve aumentar em mais 1,2 milhão neste ano. Tudo isso ainda reflexo da pior recessão dos últimos tempos.

Por tudo isso, muitos que já estão sem emprego e até mesmo outros que temem pelo futuro profissional começam a pensar em empreender. “Para muitos, é a oportunidade de, enfim, dar asas àquele antigo sonho que, por razões mais diversas, ainda estava engavetado”, explica o consultor e especialista em vendas José Ricardo Noronha.

Paralelamente à existência de alguns obstáculos, como recursos escassos, acesso limitado e caro ao crédito, alta carga tributária e falta de coragem, Noronha cita 8 passos muito importantes para você ter um negócio próprio de sucesso. Veja abaixo:

1) Tenha uma grande causa

De nada adianta ter um grande sonho que seja único e exclusivamente impulsionado pelo desejo de ficar milionário. É preciso ter uma grande causa, um grande propósito e um grande sonho que permitam usar toda a sua inteligência e capacidade em transformar a ideia em um negócio de sucesso.

O mundo, por mais incrível que possa parecer, ainda continua carente de ideias e projetos que sejam, de fato, transformadores. Vale apostar, por exemplo, em projetos de empreendedorismo social, que unem a resolução de problemas que não têm sido resolvidos pelo poder público e que, ao mesmo tempo, possam gerar lucro.

2) Tenha coragem

Para empreender e fazer seu sonho acontecer, é preciso superar os medos, os fantasmas e as barreiras visíveis e invisíveis. Ou seja, é necessário coragem para correr riscos, resistência para enfrentar os grandes percalços ao longo do caminho e resiliência, que é a capacidade de se manter firme diante dos grandes obstáculos, da pressão e do estresse que certamente acontecerão em muitos momentos.

Tem um sonho na gaveta? Desengavete-o e busque apoio de amigos, familiares e ex-colegas de trabalho que possam lhe dar não apenas potencial suporte financeiro, mas, principalmente, dar o tão importante feedback sobre a viabilidade da sua ideia.

3) Use a criatividade

Vivemos hoje em dia o fenômeno da comoditização em um mercado recheado de ofertas de produtos e serviços cada vez mais similares ou exatamente iguais. Portanto, para empreender com sucesso, é fundamental usar a criatividade, pois ela é um dos diferenciais competitivos mais fundamentais para que você tenha um negócio realmente único, atraente e que resolva problemas, necessidades e sonhos dos seus clientes.

Aliás, ser criativo é saber usar bem suas grandes competências, talentos e pontos fortes e conectá-los às necessidades das pessoas e das empresas, incluindo aí, especialmente, as necessidades e desejos que sequer foram por elas identificadas ainda. Foque nas necessidades não consideradas pelo público alvo do seu negócio!

4) Seja competente

De nada adianta ter uma causa sensacional, a coragem de assumir incríveis riscos, a criatividade para fazer se você não tiver a competência para colocar em prática o seu plano de negócios. E é aqui que entra a tão imprescindível educação continuada, que se traduz em um investimento perene em você mesmo e também na equipe que irá compor o seu negócio.

Aprenda a aprender e o mais importante: a colocar em prática rapidamente os seus grandes aprendizados que os cursos, palestras, livros e, principalmente, a vida vão lhe proporcionar.

5) Tenha paixão

Se você não for apaixonado pelo que faz ou pela sua ideia de negócio, pare imediatamente. A proposta parece um tanto quanto extrema, mas é absolutamente verdadeira, especialmente quando se quer inovar.

Busque algo que você seja verdadeiramente apaixonado e verá que o trabalho, por mais desafiador que seja, será feito com muito mais prazer e satisfação. Sem tesão, nada rola!

6) Tenha um propósito

É necessário enxergar e viver de forma plena a nobreza da sua missão, do DNA e dos valores de existência do negócio que pretende montar. Estudos comprovam que empresas que conseguem demonstrar de forma genuína ao mercado e aos seus clientes a razão da sua existência não apenas vendem mais, como têm um poder de atração, retenção e motivação de seus talentos muito maior. Crie um grande propósito que se transforme em um grande imã de clientes para o seu negócio.

7) Seja perseverante

Todo e qualquer novo empreendimento carece de muito trabalho, muita dedicação e uma enorme capacidade de resiliência. É preciso se manter firme com sua paixão, com o seu propósito e com o seu grande sonho de mudar positivamente o mundo.

Trabalhe duro hoje e sempre com a certeza de que grandes problemas acontecerão e que, a despeito deles, você tem que se manter firme e com absoluta determinação para fazer acontecer o seu grande sonho. Persevere!

8) Invista em pessoas

Todo negócio precisa de gente muito qualificada e motivada. Mesmo em negócios individuais, a capacitação constante e a motivação de se trabalhar com algo que tenha um propósito definido e alto impacto no mundo são elementos absolutamente essenciais.

Portanto, invista nas pessoas que já fazem ou farão parte do seu negócio, treinando-as, motivando-as e dando a elas o senso de pertencer a algo maior, algo que transcenda a pura e tão fundamental busca do lucro e do sucesso.

Coloque no papel esses passos e conecte-os à missão, visão, propósito e valores do seu negócio! Eu tenho certeza que eles terão enorme valia na construção do seu grande sonho!

> *José Ricardo Noronha é vendedor, palestrante, professor, escritor e consultor.

> Fonte: Portal Newtrade.

> Texto também publicado no site da FCDL.

CDL Palhoça

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