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21/09/2017

Três pistas que mostram se sua equipe está motivada(o)

Manter a equipe motivada é o grande desafio da liderança. Na maioria das vezes a pessoa é promovida para assumir um cargo de liderança sem ter sido treinada, e com isso a empresa perde um técnico nota 10 e ganha um gestor nota 1. A má liderança ou a falta de capacidade para liderar é uma das grandes causas da insatisfação de uma equipe. Seguem alguns indicadores de que uma equipe é composta por pessoas motivadas:

Atingir metas e resultados: é essencial para a sobrevivência da empresa que a equipe alcance as metas estabelecidas para garantir a lucratividade das operações. Se as pessoas não estiverem comprometidas e motivadas, dificilmente elas se esforçarão para melhorar o desempenho. Já uma equipe motivada não só atinge os objetivos traçados como busca superá-los, gerando assim melhores resultados para a empresa.

Produtividade crescente: em um mundo tão competitivo, lidando com uma crise atrás da outra, é necessário praticar continuamente a filosofia dos 3 M’s. Fazer sempre Mais, Melhor e com Menos recursos. Normalmente a falta de recursos gera insatisfação e fadiga nas pessoas, mas, se o nível de motivação da equipe for bastante elevado, todos se empenharão para trabalhar com os recursos existentes dando o máximo de si para fazer melhor e mais rapidamente. Pessoas motivadas “se viram nos 30” para aumentar a produtividade com os meios de que dispõem.

Relacionamento interpessoal amistoso: o ambiente de trabalho é por natureza um lugar onde se vive sob pressão e exigências cada vez maiores. Portanto, é natural que de vez em quando haja desentendimentos entre os colegas, tal como em um time que pratica esportes, mas tudo em função do jogo e com o objetivo de jogar melhor e ser um time vencedor.

Uma equipe de alta performance é aquela cujos membros aceitam críticas, pois consideram ser construtivas para seu crescimento pessoal e profissional. Se as pessoas não estiverem satisfeitas, comprometidas e motivadas elas receberão as críticas como ofensas pessoais, e os relacionamentos ficarão deteriorados, com pessoas rancorosas e ressentidas.

É importante ressaltar que a liderança tem papel fundamental quando se trata de motivação da equipe. Quem está em uma função de liderança tem de compreender que sua aproximação com a equipe é fundamental para que se crie um ambiente de camaradagem, em que as pessoas levem o trabalho a sério, de forma a propiciar um crescimento sustentado nos resultados decorrentes do desempenho de um time de alta performance.

> *Alexandre Rangel é psicólogo e coach e sócio-fundador da Alliance Coaching.

> Fonte: Portal Newtrade

> Texto também publicado no site da FCDL

Três passos para gerenciar bem uma equipe

A melhor maneira de gerenciar uma equipe é conquistar a confiança de todos os seus componentes — tanto em conjunto quanto individualmente. Para que isso ocorra, porém, são necessárias três condições.

A primeira é que uma missão integre os diversos interesses dos membros do grupo e os reúna em torno de um objetivo comum. Para que determinado propósito avance é necessário recrutar pessoas que se entusiasmem com esse fim. Sem que haja essa “ilusão coletiva”, pela qual o conforto particular é sacrificado, cada um seguirá por sua conta e as divergências vão começar. É a missão que desperta no indivíduo o orgulho de pertencer ao todo.

A segunda é a noção de que times têm sua dinâmica: nascem, crescem, desenvolvem-se e, finalmente, morrem. Em parte, isso acontece porque as próprias missões chegam ao fim. A pior decisão é a de prolongar a existência de um time quando seu objetivo comum já acabou. Parece lógico, no entanto muitas vezes o desejo de sobrevivência leva a esse erro. O líder precisa de coragem suficiente para se conscientizar de quando o propósito deu seu último suspiro. Talvez um novo direcionamento possa ser encontrado — nesse caso, o gestor deve analisar se todos no time estão interessados em se unir no novo caminho ou se devem liberar seu posto para novos componentes.

Por fim, a terceira condição é compreender o que é a missão. Ela tem duas vertentes: externa (que atende aos imperativos de clientes, parceiros e sociedade) e interna (voltada para o próprio público). Um time de futebol, por exemplo, tem tanto o objetivo de agradar a seus torcedores com diversão e orgulho por suas vitórias quanto o de satisfazer os desejos profissionais de cada jogador. Ambas as visões devem ser congruentes. Quando incompatíveis, elas formam no grupo um comportamento que podemos qualificar como esquizofrênico — o desdobramento da personalidade.

Nas empresas, as equipes devem conhecer claramente seus propósitos interno e externo. Cabe ao líder defini-los, analisar sua congruência, descobrir se estão adequados a cada profissional e comunicá-los. Sua primeira reflexão deve ser: são as missões de minha equipe capazes de uni-la?

É claro que há outras condições para reunir um grupo de pessoas em torno de um objetivo, mas, sem uma missão comum, as demais serão táticas instrumentais que falharão desde sua base.

> Fonte: Portal Newtrade

> Texto também publicado no site da FCDL.

Cinco motivos para manter a equipe de trabalho engajada

Produtividade e motivação estão em pauta nas organizações, mas especialistas alertam que para alcançá-las é preciso um olhar especial para a equipe: “mais do que reter talentos de forma estratégica, é fundamental que as empresas entendam o cenário atual e as perspectivas dos colaboradores e criem conexão com cultura organizacional, qualidade de vida, espaço físico e princípios de reconhecimento, remunerados ou não”, destaca Jean Soldatelli, sócio-diretor da Santo Caos, consultoria de engajamento do país.

Termo do momento no mundo corporativo, em pesquisa recente 93% dos líderes de 150 das maiores empresas do país consideram o engajamento uma prioridade alta ou muito alta, o engajamento define o conjunto de conexões, racionais e emocionais, entre uma pessoa e outra ou pessoa e instituição, que gera resultado positivo para a empresa.

O especialista destaca que o engajamento pode despertar, entre outros benefícios, compromisso, pertencimento e orgulho em colaborar com a instituição. E a empresa, o que ganha com isso? Entre os resultados, Jean cita que o engajamento:

1. Eleva a produtividade a medida em que aumenta o nível de compromisso, ou seja, a dedicação que o colaborador exerce junto à empresa;

2. Impulsiona o nível de inovação da instituição;

3. Reduz o turnover. Com ações focadas em motivar os colaboradores dentro das empresas, o índice de rotatividade, um dos maiores vilões em termos de custos, tende a sofrer queda;

4. Afeta diretamente a imagem da empresa, já que o colaborador mais engajado tem um olhar positivo sobre a empresa, o que se reflete também em seu discurso; influenciando também na atração de talentos.

5. Reduz custos, afinal influencia em aspectos como comprometimento, produtividade e turnover. Só nos EUA, anualmente a falta de engajamento nas empresas custa certa de US$550 bilhões por ano.

> Fonte: Portal Empreendedor

> Texto também publicado no site da FCDL.

Cinco estratégias para criar uma equipe mais produtiva

equipeestrategicaPor Christian Barbosa*

Não podemos criar uma empresa produtiva, mas é possível fazer isto com as pessoas e com isso formar uma equipe eficiente. Algumas reclamações são bem comuns dentro das empresas, muitos gestores costumam dizer que a equipe está apresentando dificuldades de rendimento e há também profissionais que se queixam de trabalhar em uma empresa na qual as tarefas sempre aparecem na última hora e são urgentes.

Toda vez que sou questionado a respeito de produtividade no ambiente de trabalho, ressalto que não podemos criar uma empresa produtiva. O que podemos fazer é tornar as pessoas mais produtivas, juntas elas são capazes de formar uma equipe mais eficiente e, consequentemente, tornar a empresa mais produtiva. Ou seja, precisamos aprender olhar para a base dos acontecimentos diários, só assim será possível ter um nível superior de performance.

Para aqueles que sofrem com essa questão, selecionei cinco estratégias que vão ajudar a tornar as equipes mais produtivas, confira:

1 – Clareza nos objetivos

A primeira grande ação para melhorar a performance da equipe é ter clareza dos objetivos. A pessoa que não sabe por qual caminho seguir se perde, principalmente, na priorização, tudo fica urgente e elas não sabem ao certo por qual caminho seguir. É preciso entender claramente o que deve ser feito, por exemplo, qual é a entrega do dia, mês, semana ou até mesmo semestre. Só é possível definir prioridades quando temos em mente o que deve ser feito.

2 – Tenha indicadores

As pessoas gostam de saber que estão melhorando, por isso não basta ter metas. Esse é um dos grandes erros que as empresas cometem, pois elas criam objetivos, comunicam a equipe e depois não dão nenhum tipo de retorno em relação ao trabalho. Quando falamos de metas, estamos nos referindo a pequenos indicadores que vão mostrar se estamos próximos ou distante do objetivo. Uma dica é usar um Indicador-chave de Performance, conhecido por KPI (Key Performance Indicator), que pode ser criado com base no número de vendas que a empresa realiza, no volume de horas extras ou no progresso de um projeto ao longo da semana, de acordo com a necessidade de cada organização ou equipe. O importante é ter um indicador que faça o time ver o que está acontecendo. 

3 – Tenha uma ferramenta de gestão

Busque uma ferramenta que auxilie na gestão das tarefas e que ajude a delegar de forma mais eficiente. Ferramentas como o Neotriad, por exemplo, viabilizam a organização do trabalho, o que permite a discussão de prioridades reais e possibilita o mapeamento de indicadores. Ao visualizar tudo o que está acontecendo ao longo de um período, o gestor consegue ter mais liderança em suas mãos e, consequentemente, a performance da equipe melhora, pois os profissionais aprendem a gerenciar melhor suas atividades.

4 – Crie padrões de comunicação

Tenha padrões, seja para delegar tarefas internamente, para comunicar mudanças no projeto ou sempre que precisar acionar a equipe. Uma sugestão é ter um profissional responsável por delegar as tarefas da equipe, ele receberá as demandas e alocará na rotina do time. Dessa forma, com todas as tarefas em um ponto central, é possível facilitar a comunicação e o processo de gestão.

5 – Tenha uma estratégia para envolver sua equipe

Nesse sentido, é importante termos uma estratégia para ajudar as equipes a aprenderem com os erros e serem parabenizadas pelos acertos. As pessoas gostam de feedback, por isso, no momento que é identificado um erro é preciso conversar com o profissional e corrigi-lo, agora, quando está ele certo, é preciso parabenizar ou recompensar de alguma forma para que ele se sinta parte do processo. Com as dicas em mãos, lembre-se que não melhoramos a performance de uma equipe apenas com mudanças na empresa, só temos condições de fazer diferente no momento que ajudamos as pessoas a serem mais produtivas em sua rotina.

> * Christian Barbosa é fundador da Triad Consulting, multinacional especializada em programas e consultoria na área de produtividade, colaboração e administração do tempo. 

> Fonte: Portal Administradores

> Texto também publicado no site da FCDL.

Como ter alta produtividade com uma equipe enxuta?

equipecdlPor Julia Ribeiro*

Quando falamos de produtividade entende-se por gerar mais resultado com os recursos já disponíveis ou diminuindo seu uso. Traduzindo para o mundo dos negócios, significa ser capaz de fazer crescer o número de clientes atendidos, e consequentemente o faturamento da empresa, sem ter que expandir, na mesma proporção, o número de funcionários e meios para executar sua a atividade-fim.

Em nossos mais de 15 anos buscando e selecionando empreendedores de alto impacto, vemos que ser produtivo pode ser o diferencial de uma empresa. Pois isso pode ser um indício de que ela inova mais rápido e atende seus clientes com mais eficiência, aumentando as suas chances de consolidar-se no mercado. Quando a empresa cresce, aumenta-se número de processos, a sua complexidade, carteira de clientes, e muitas vezes o empreendedor pensa: “preciso de mais gente!”. Certo? Não necessariamente.

A máxima de “quanto mais cabeças pensando sobre um problema, melhor” nem sempre é verdade. Contratar um profissional que sua empresa não precisa pode sair muito caro – tanto financeiramente quanto para a dinâmica da organização. Manter equipes enxutas e mais produtivas pode ser o fator de sucesso do negócio.

Eis o porquê: em um estudo da consultoria americana QSM, quanto maiores os times, menor o engajamento e produtividade individual dos membros. Isso significa que, por mais que o somatório dos resultados de um time grande seja maior que o de um time enxuto, individualmente cada funcionário atingiu um resultado inferior. Portanto, se a sua equipe é enxuta e não tem produzido bem, vale verificar as causas antes de concluir que sua empresa precisa de mais gente. A causa pode estar ligada, por exemplo, à comunicação interna (o que envolve o conhecimento da estratégia da empresa), a clareza e organização de processos.

A Supercell, empresa finlandesa que desenvolve games para celulares, criadora do game de sucesso Clash of Clans, é organizada em pequenas células independentes que desenvolvem e lançam os produtos. O CEO, lkka Paananen é um facilitador do processo e direcionador do time para a visão de futuro da empresa. Ele delega a tomada de decisão para cada célula, agilizando todo o processo de desenvolvimento e lançamento de produtos. A concorrente Zynga tem 30 funcionários para cada 1 funcionário da Supercell, mas a última foi apontada pela Forbes em 2013, como a empresa que mais crescia no mundo, e faturava US$2,5 milhões por dia.

Já a Méliuz, plataforma de cashback que devolve dinheiro na conta do usuário a cada compra online em lojas parceiras, aumenta a produtividade do time por meio de forte comunicação e direcionamento. A empresa mineira se inspirou no Google para montar seus OKRs (Objectives and Key Results) – eles são conjuntos de objetivos que se inter-relacionam e, quando alcançados, contribuem para que os objetivos macros da empresa sejam atingidos. Eles podem ser alcançados de modo coletivo e/ou individualmente.

Ao estabelecer os OKRs claros para cada time e desdobrá-los para cada funcionário, a Méliuz conseguiu engajar toda a empresa em prol da sua visão de futuro. As metas são estabelecidas para cada trimestre e há reuniões periódicas entre os times para verificar o progresso. Ao final do trimestre, uma reunião geral é convocada e novos OKRs são estabelecidos pelos líderes. Exceto o time de atendimento ao usuário, todos os demais possuem menos de 10 pessoas.

Outra ferramenta para equipes serem mais produtivas é o Kanban. Ele permite a visualização do status das tarefas de maneira rápida, o que permite sistematizar o fluxo de atividades e a gerenciar gargalos, principalmente em equipes de desenvolvimento muito enxutas. Esta ferramenta pode ajudar a organizar todo o fluxo de criação ao limitar o número de tarefas que a equipe realiza a cada período de tempo (geralmente 5-10 tarefas a cada 1-2 semanas).

Estes são alguns exemplos de como a sua equipe pode ser enxuta e ainda assim ser mais produtiva do que grandes equipes. Repare que, em todos os casos, há um progresso mensurável sendo acompanhado e melhorado de maneira colaborativa. Não podemos esquecer, contudo, que, para ter produtividade alta de fato, é importante muita disciplina para executar o plano e um time altamente engajado. Vai que dá empreendedor!

> * Julia Ribeiro é coordenadora de apoio a empreendedores em Minas Gerais da Endeavor Brasil

> Fonte: Portal Exame

> Texto também publicado no site da FCDL.

CDL Palhoça

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