Posts Tagged ‘Internet’

Internet em destaque nas vendas do Dia das Mães

A importância de estar presente na internet quando o assunto é comércio já não é uma novidade. Para se ter uma ideia, o Dia das Mães em 2018 deve movimentar R$ 2,9 bilhões apenas em vendas online. Lojista associado da CDL Palhoça, confira abaixo mais detalhes sobre o assunto:

Vendas pela internet devem crescer 17% no dia das mães

O comércio eletrônico deve crescer 17% neste Dia das Mães, em comparação a 2017, estima a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm). A expectativa é de que a data, considerada a segunda mais importante para o varejo brasileiro, movimente ao todo R$ 2,9 bilhões em vendas pela internet, no período entre 23 de abril e 11 de maio.

Cerca de 8,7 milhões de pedidos, estima a entidade, devem ser realizados pelos consumidores no País, com valor médio de R$ 332,00. Produtos de moda, cosméticos, eletrodomésticos, flores, casa e decoração tendem a ser os mais procurados.

Em nota, o presidente da ABComm, Mauricio Salvador, atribui a expectativa positiva ao sentimento de retomada, ainda que lento, da economia brasileira, “especialmente em um momento de inflação baixa”, o que faz aumentar a confiança dos consumidores.

Algumas empresas do setor ecoam a avaliação otimista de Salvador. A Giuliana Flores espera crescimento de 30% nas vendas, ante o Dia das Mães do ano passado, com cerca de 20 mil itens entregues entre 6 e 13 de maio, contra 15 mil do mesmo período em 2017. Em nota, o diretor de marketing da empresa, Juliano Souza, destaca que a data é a mais relevante do calendário, representando 65% do faturamento no mês e 8% no ano.

E-commerces

Levantamento realizado pela Tray, unidade de comércio eletrônico da Locaweb, prevê crescimento de 35% no valor total de vendas dos e-commerces – e repetir o desempenho registrado nos últimos dois anos, com aumentos tanto no faturamento (38,33%, em 2016, e 39,91%, em 2017) quanto no número de pedidos (28,41%, em 2016, e 30,70%, em 2017).

O diretor-geral da empresa, Willians Marques, justifica na nota que a previsão otimista, além de fatores como a queda dos juros, deve-se à confiança crescente dos consumidores em comprar produtos pela internet.

> Fonte: Portal Newtrade

> Texto também publicado no site da FCDL.

Conheça 10 dicas para reduzir gastos desnecessários na sua empresa

A recessão econômica arrasta-se há anos – e, no meio do caminho, muitas pequenas empresas fecharam as portas. A taxa de mortalidade cresceu: dos 1,8 milhão de empreendimentos lançados em 2014, 600 mil (ou 33% deles) fecharam até o final de 2016.

Para os negócios que ficaram ou abriram há pouco tempo, o trabalho de redução de custos e despesas continua: o cenário para o segundo semestre deste ano envolve turbulência política, dificuldade em aprovação de reformas econômicas, falta de confiança do consumidor e um Produto Interno Bruto (PIB) em levíssima alta.

Boa parte dos empreendedores tem dificuldade em avaliar o peso de seus gastos no orçamento total da empresa, segundo o consultor do Sebrae Felipe Chiconato. “A gente ainda recebe muita demanda sobre o assunto. Muitos empresários não sabem como gerir financeiramente o negócio, e para isso oferecemos vários cursos no tema.”

Joelson Sampaio, professor de Escola de Economia de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas (EESP-FGV), concorda com a afirmação e ressalta que o “calcanhar de Aquiles” dos empreendedores costuma estar nos custos.

“É importante a pequena empresa ter uma boa gestão de clientes [pagamentos a receber], estoque e fornecedores. Isso porque as empresas costumam quebrar por conta do capital de giro [dinheiro que sustenta a operação do negócio], que depende dessas três variáveis”, explica.
Há alguns pontos simples de atenção para quem sente dificuldade em rever as contas da sua empresa – e que podem fazer toda a diferença na hora de enxugar os gastos. Veja, a seguir, quais são eles:

1 – Confira se você tem os controles essenciais de uma empresa
Antes de tudo, o empreendedor precisa saber se possui o que é preciso para começar a arrumar a casa. Chiconato, do Sebrae, elaborou uma lista de itens de controle financeiro essenciais para sua empresa.
O primeiro item é o registro de venda: saber todos os produtos e serviços que você comercializou e quais contas tem a receber. Lembre-se de que diferentes meios de pagamento, como cartão de crédito ou cheque, pedem diferentes registros – afinal, taxas diferentes incidem sobre eles. Da mesma forma, registre também as contas a pagar.

Com isso, você faz o controle de caixa, chamado por Chiconato de “dedo-duro”: tudo que entra e sai diariamente na empresa é registrado. Juntando isso às contas que serão computadas no futuro (aquelas parcelas negociadas com fornecedores e clientes), você terá o fluxo de caixa – uma ferramenta que permite projetar cenários, como uma “bola de cristal” da sua empresa.
O último item essencial para a gestão financeira da empresa é uma Demonstração de Resultados do Exercício (DRE). É por meio dele que serão calculados indicadores como ponto de equilíbrio, margem e lucro – além do gasto total de cada custo ou despesa da sua empresa sobre o lucro. A DRE deve ser feita mensalmente e, depois, um consolidado por trimestre ou ano. A partir daí, é possível elaborar metas financeiras para seu negócio.

2 – Renegocie com seus fornecedores
Com a organização feita, é hora de começar a cortar gastos. O primeiro passo é reavaliar os contratos já firmados com seus fornecedores. A época de crise é ideal para pedir um prazo maior de pagamento ou descontos sobre um pagamento à vista, já que o medo que o fornecedor tem da inadimplência é maior do que as facilidades que podem ser oferecidas.

“Negocie bastante com seus fornecedores, sempre buscando o melhor preço. Isso é algo que pode ser feito a qualquer momento do negócio, e essencial para o capital de giro do empreendedor”, ressalta Sampaio, da FGV.

3 – Reavalie desperdícios, do estoque às horas extras
Não basta renegociar fora da sua empresa: outra maneira simples de cortar seus gastos é reavaliar todos os processos da sua empresa. Muitos empreendedores se surpreendem com quão caro pagam por coisas simples.
“É muito comum o gasto desnecessário em materiais, como folhas de papel, ou com produtos sobrando no estoque. Preste atenção nos valores das coisas pequenas, que costumam ser ignoradas, e veja o impacto que isso terá no todo”, recomenda Chiconato, do Sebrae.

Já Sampaio recomenda ter atenção com custos como horas extras de funcionários. “A hora extra é um custo significativo para as empresas que trabalham com tal política.”
Uma alternativa possível, segundo o docente da FGV, é fazer um banco de horas. O funcionário pode usar as horas extras de trabalho no mesmo ano – que é o que permite a lei –, quando a empresa tiver menos fluxo de trabalho. O empreendedor, assim, não paga os adicionais que uma hora extra teria.

4 – Repense sua política de pagamentos
Da mesma maneira que você negociou com seus fornecedores e com seus funcionários, estabelecer novas políticas com seus clientes pode ser uma maneira simples de cortar gastos na sua empresa.
Será que você não está no vermelho por que parcela em muitas vezes, demorando a colher o que plantou? Ou, pior ainda: será que você não está no vermelho porque usa formas de pagamento que dão muita chance aos inadimplentes?

“Tome cuidado com sua política de crédito e em aceitar pagamentos a prazo. Prefira pagamentos mais seguros, como cartão de débito. Não aceite meios de pagamentos que envolvam risco, como cheques e fiado”, aconselha Chiconato.

5 – Descubra os produtos “vilões” do seu capital de giro
Uma outra maneira de evitar gastos futuros é não comprar produtos que vendem pouco e ficam parados no estoque – gerando tanto uma despesa inicial quanto uma despesa de armazenamento. “Às vezes, a empresa não tem gestão de estoque e o item encalha, em vez de circular. Produto parado é ruim para a saúde financeira da empresa”, diz Sampaio.

6 – Tenha uma nova estratégia de descontos
Ainda falando sobre clientes: muito cuidado ao dar descontos. Se mal planejados, eles podem corroer sua margem de lucro e deixar seu negócio em um grande paradoxo: quanto mais vendas ele fizer, mais no vermelho estará.

Chiconato, do Sebrae, dá um bom truque na hora que seu consumidor vier pedir um desconto. Quando ele pedir um desconto de 10% sobre uma venda de 500 reais, por exemplo, ofereça no lugar um produto de 50 reais como brinde.

Para o cliente, parece a mesma coisa. Porém, para você, o produto custou menos de 50 reais para ser produzido: ou seja, você está dando menos do que o pedido e ainda pode limpar o estoque dos “vilões” do item anterior.

7 – Terceirize o que valer a pena ser terceirizado
O debate sobre terceirização está acalorado nos últimos tempos. Mas, independente do resultado que uma nova lei da terceirização terá, ela continua sendo uma opção a ser considerada especialmente nas atividades-meio, como já funciona atualmente. O empreendedor pode avaliar se terceirizar áreas de suporte oferecerá uma redução de gastos, como é o caso do setor de Tecnologia da Informação (TI). “Pelo regime de terceirização, a despesa é apenas com uma empresa e com relação contratual específica, evitando custos trabalhistas posteriores”, argumenta Paulo Chabbouh, CEO da empresa de soluções tecnológicas L5 Networks.

8 – Não deixe que a comodidade o domine
Um grande vilão do orçamento de uma empresa é a falta de planejamento. Sem ele, os gastos são feitos em cima da hora – o que acarretará em uma conta maior no final do mês. Chiconato, do Sebrae, dá um exemplo. Imagine um dono de restaurante que não se planejou bem e, por isso, faltou feijão em seu estabelecimento. No desespero, ele vai comprar em um comércio próximo – e não no atacadista de sempre. A comodidade é maior e o preço também. Tenha muito cuidado para que a falta de planejamento não se torne um hábito confortável – mas que pode quebrar o negócio, em longo prazo.

9 – Cuidado com os “combos”
Um outro cuidado para não acumular gastos desnecessários é na contratação de “combos”, desde os clássicos planos de telefonia até os serviços bancários. “Avalie se sua empresa precisa mesmo de uma TV à cabo ou de tantos minutos de ligação. Tome muito cuidado para não acabar pagando por algo desnecessário, ainda que o valor por minuto dos combos pareça mais atraente”, recomenda Chiconato.

Da mesma forma, é preciso ter cuidado ao negociar um pacote de serviços bancários – você pode pagar por um plano para 50 transferências quando só usa dez por mês, por exemplo. Por fim, procure em mais de um banco para conferir taxas e ter poder de barganha em uma negociação. “Às vezes, a empresa depende de um único fornecedor de crédito, e isso pode ser ruim. O empreendedor não verifica se há linhas de crédito melhores no mercado”, afirma Sampaio, da FGV.

10 – Aposte na internet e na nuvem para poupar em gastos comuns
Para terminar, uma dica simples para cortar gastos na sua empresa é participar de vez da revolução tecnológica: faça pela internet tudo que puder ser feito sem grande prejuízo. É o caso de conferências, por exemplo. “Isso evita viagens curtas e longas, sem contar que permite ter mais reuniões no dia, aumentando as oportunidades de negócio”, afirma Chabbouh, da L5 Networks.

Também há aplicativos de telefone que dependem apenas de conexão à internet para funcionar – e, assim, dá para fazer ligações a qualquer lugar do mundo por um custo bem menor e com controle por meio de arquivos salvos na nuvem. Para quem se interessou, vale a pena pesquisar mais sobre o software softphone, que permite fazer chamadas online. Serviços como o Skype fazem uso de um protocolo específico de softphone, por exemplo.

> Fonte: Portal Exame.

> Texto também publicado no site da FCDL.

Novas soluções digitais aumentarão a concorrência no varejo

Nada escapará do avanço da tecnologia. Nem o varejo. Dos supermercados aos shoppings centers, a inovação vai inundar o comércio com o propósito de seduzir os consumidores, seja por meio da praticidade de eliminar filas ou, até mesmo, o contato com vendedores. Para agilizar a vida dos clientes e tornar a experiência deles a melhor possível para que voltem a comprar, o uso das novas soluções provocará uma forte concorrência no setor. Poucas lojas vão querer ficar para trás nessa corrida digital.

Algumas tecnologias, inclusive, já começaram a ser utilizadas por varejistas, ainda que em ritmo tímido e lento em relação a outros países. Nos supermercados, os equipamentos de self-checkout são realidade em municípios de São Paulo, Minas Gerais, Paraná e Rio Grande do Sul. Os aparelhos permitem ao consumidor pesar, validar e pagar os produtos em máquinas inteligentes.

Para Sílvio Sousa, diretor comercial da Consinco, empresa desenvolvedora de sistemas de gestão para redes de varejo, a implementação é uma exigência dos consumidores. “Eles não querem enfrentar filas. Existem pessoas que não querem nem ir às lojas”, analisa. Por isso, não são apenas máquinas de self-checkouts que estão ganhando espaço nos supermercados. Algumas redes estão investindo em aplicativos que permitem que o consumidor faça as compras pelo smartphone.

Sousa destaca que 4% das vendas no varejo são realizadas por comércio eletrônico. No mercado mundial, a fatia é de 9%. “Acreditamos que, em quatro anos, essa proporção mais do que dobrará no Brasil”, diz. A tendência é que o e-commerce ganhe espaço conjunto com o autoatendimento. Segundo a Microsfot, 98% dos brasileiros esperam que empresas e marcas ofereçam tais canais.

Quem está dando um passo adiante na tecnologia é a gigante do varejo Amazon. Este ano, a empresa lançará o Amazon Go, unidades de supermercado em que o consumidor fará todas as compras e nem sequer terá de esperar para efetuar o pagamento. Todo o consumo é computado por meio de uma avançada tecnologia que faz reconhecimento do produto que o consumidor coloca no carrinho de compras. Ao sair da loja, a compra será creditada imediatamente.

> Fonte: Portal Eletrolar

> Texto também publicado no site da FCDL.

Por que investir em vendas na internet em 2017?

Especialista em Marketing Digital destaca as vantagens de vender pela internet, como driblar as objeções para conseguir mais clientes e dobrar o faturamento
As vendas pela internet têm se tornado cada vez mais frequentes e esse mercado promete crescer ainda mais nos próximos anos. Segundo uma pesquisa realizada pelo Google, o comércio eletrônico irá dobrar até 2021, crescendo em média 12,4% ao ano.

O principal fator para esse crescimento no e-commerce virá de novos consumidores virtuais. Fabio Ricotta, especialista em Marketing Digital de Performance e CEO da Agência Mestre, acredita que as empresas devem ficar ainda atentas a esse mercado.

“Mesmo empresas pequenas, como a loja de bolsas do bairro, podem se dedicar às vendas online, pois com isso podem dobrar suas vendas”, explica. Além disso, vender online traz uma quantidade maior de possíveis clientes, pois a empresa amplia os limites e não se prende a vender somente na cidade ou região.

Para Ricotta, a comodidade de comprar online é um fator muito importante para efetuar a venda. “O cliente pode comprar em qualquer hora e de qualquer lugar, desde que esteja conectado, pois o horário de vendas acontece 24 horas por dia”, destaca. Outro fator importante que ele conta é que os clientes não precisam enfrentar nenhuma fila para realizar suas compras, e isso é muito relevante principalmente para quem não tem tempo, pois vive uma rotina corrida.

O especialista explica que as lojas online precisam ter um estoque de seus produtos, afinal, vender online amplia as possibilidades de novos clientes, e assim as vendas também aumentarão. “Os clientes gostam de ser atendidos na hora, então as empresas precisam estar preparadas para assim que a compra for efetuada o produto já seja despachado, evitando atrasos no prazo de entrega”, enfatiza.

Como gerar proximidade com o cliente

Outro ponto importante para o empresário, segundo Ricotta, é que o processo de compra e venda é totalmente automatizado, necessitando de uma equipe reduzida, o que diminuirá os custos. Entretanto, ele revela que esse fator também pode ser uma objeção, pois fica mais difícil se aproximar do cliente para gerar confiança. “O atendimento ao cliente é fundamental, e pela internet o processo é um pouco diferente, mas pode ser realizado com algumas estratégias, como por meio de videoconferências ou chats online”, explica.

Ricotta conta que o sistema de chat é importante para ficar mais próximo do cliente, principalmente quando existem dúvidas, pois elas podem ser sanadas na hora. Ele explica que, de acordo com a quantidade de visitas do site, é necessária uma equipe para agilizar o processo, mas se a empresa estiver começando, apenas uma pessoa é suficiente para controlar e tirar as dúvidas. “O sistema do chat facilita a aproximação com o cliente e se for bem executado consegue facilmente quebrar essa objeção e consequentemente vender mais” reforça.

Assim, o especialista aconselha que as lojas online priorizem a automatização do site para ficar mais próxima do cliente, fazendo ele sentir-se único. “As pessoas gostam de se sentir especiais, e se elas tiverem um atendimento rápido e personalizado será mais fácil criar um sentimento de proximidade”, finaliza Ricotta.

> Fonte: Portal Administradores.com

> Texto também publicado no site da FCDL.

Mais de 70% de quem compra on-line usam sites de comparação de preços

compradorCerca de 90% dos usuários de internet já fazem compras on-line regularmente, ao passo que 73% desses consumidores digitais usam sites de comparação de preços de produtos antes de fechar uma compra. Os dados são de levantamento da Conecta, plataforma do Ibope Inteligência que pesquisa o comportamento dos consumidores on-line.

Laure Castelnau, diretora do Conecta, aponta o grande número de promoções e a comodidade de se fazer compras na internet como principais razões para a grande adesão do brasileiro ao e-commerce. “Além do preço e da comodidade, quando olhamos por região, vemos que a Norte e a Centro-Oeste estão crescendo muitíssimo no comércio on-line, porque a web aproxima o consumidor da loja. Muitas vezes é uma marca que não está em todos os estados fisicamente, mas as entregas chegam em todo o Brasil”, afirma Laure. Entre os itens mais comprados via internet pelos brasileiros estão eletrodomésticos, roupas, eletrônicos e produtos de beleza, nesta ordem.

O estudo da Conecta também revela que 80% dos internautas brasileiros baixam filmes, séries e shows, e que o equipamento mais usado para fazer o download desses produtos de entretenimento ainda é o computador pessoal, seguido do smartphone, do tablet e da smartv.

Dados da já tradicional pesquisa Webshoppers, feita pela Ebit, que monitora o comércio digital no país, comprovam que o e-commerce segue numa curva ascendente, mesmo com a crise econômica que atinge o país. Somente no primeiro semestre deste ano, as vendas pela internet atingiram a cifra de R$ 19,6 bilhões, o que representa alta de 5,2% na comparação com o mesmo período do ano passado.

“O faturamento registrou um índice positivo mesmo com o cenário de retração do varejo como um todo no atual momento do Brasil. Estamos vendo uma migração do consumo do varejo físico para o virtual. Isso porque as compras online podem ser mais planejadas, por possibilitarem a comparação fácil de produtos e preços em diversas lojas, antes de o consumidor decidir fechar seu pedido”, avaliou Pedro Guasti, presidente da Ebit. A e.bit projeta um crescimento de cerca de 8% nas vendas pela internet este ano no país, que devem movimentar cerca de R$ 44,6 bilhões.

> Fonte: Portal Gouvêa de Souza

> Texto também publicado no site da FDCL.

CDL Palhoça

Click to open a larger map