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16/11/2017

Confira dicas de segurança para os lojistas e consumidores no final de ano

Final do ano é sempre uma época de grandes oportunidades no mercado varejista, mas, ao mesmo tempo, de grande preocupação. Com os estoques cheios e maior frequência de consumidores em lojas, empresários devem ficar atentos com a segurança. Segundo dados públicos, nesta época do ano os números de delitos sobem, principalmente com o indulto de Natal, onde alguns presidiários ganham essa concessão.

“Os lojistas ficam mais visados nesse período em função do aumento do estoque necessário para atender o aumento de demanda e, do consequente aumento do fluxo de valores em caixa, pois, apesar do advento da tecnologia do sistema de pagamento com cartões bancários, há ainda um número expressivo de clientes que efetuam os pagamentos em dinheiro (em especial aqueles que veem do interior do país às áreas de comércio atacadista)”, comenta Marcelo Cunha, Diretor de Tecnologia e Projetos do GRUPO GR.

Para diminuir os riscos, as lojas utilizam de recursos eletrônicos de segurança para monitorar e inibir ações de criminosos. O mercado vem adotando vários itens de segurança como: cadeados eletrônicos, etiquetas de rastreamento com alarme (RFID), para que possam evitar a retirada do produto não pago, câmeras digitais inteligentes capazes de detectar pessoas com movimentações bruscas, inclusive algumas que possuem o leitor biométrico facial para identificar suspeitos.

“A utilização desses equipamentos deve ser adotada em larga escala por lojistas que buscam prevenir ações que explorem vulnerabilidades e falhas de operação. Seja por meio dos circuitos fechados de televisão ou dos sensores de presença, é sempre possível encontrar algum equipamento que possa ser adaptado aos ambientes internos e externos de sua corporação”, comenta Cunha.

Segundo o Infopen (Sistema Integrado de Informação Penitenciária), a grande maioria dos criminosos presos é jovem, de baixa escolaridade ou com ensino fundamental incompleto. “No varejo, com ressalva a algumas quadrilhas especializadas, e funcionários que atuam no desvio de mercadorias, o perfil se mantém, principalmente quando falamos em ações pontuais ou pequenos furtos em estabelecimentos”, comenta o especialista.

Por outro lado, os consumidores também devem ficar mais atentos nesse período. “O aumento do fluxo de pessoas nas lojas, principalmente nas ruas de comércio popular criam dificuldades para a ação policial e tornam o ambiente favorável as abordagens. Em caso de saques em caixas, o melhor é fazê-los fracionados. Deve-se evitar ostentar riquezas como relógios, joias e celulares. Fazemos também um alerta quanto ao porte de sacolas de compras, pois, em lugares de grande circulação de gente, o ideal é carregar sacolas e bolsas na frente do corpo. Observe sempre se tem alguém o seguindo, pois sequestros relâmpagos e saidinhas bancárias também são muito frequentes nesta época”, completa Marcelo Cunha.

O especialista aproveita para dar algumas dicas de segurança do GRUPO GR aos comerciantes e consumidores:

Consumidores:

– Não entre em lojas muito cheias, procure fazer compras em horário de menor movimento, isso vale também para ida ao banco;

– Se estiver com crianças: alerta dobrado! Elas costumam ficar impacientes enquanto esperam e a qualquer descuido do responsável elas podem se perder ou mesmo serem sequestradas;

– Procure manter a bolsa ou pasta sempre firme entre o braço e o corpo, com a mão sobre o fecho e posicionada do lado da calçada;

– Evite carregar grandes quantias em dinheiro; se houver necessidade divida o dinheiro em várias partes da roupa, porém, evite bolsos traseiros para carregar carteira ou dinheiro;

– Não espere o ônibus em paradas desertas e mal iluminadas;

– No transporte público, evite viajar em ônibus ou vagões vazios,

– Em ônibus com poucos passageiros, sente-se próximo ao motorista ou cobrador.

Lojistas:

– Nunca divulgue a existência de valores em espécie a ninguém;

– Procure sempre que possível depositar os valores em dinheiro, evitando-se manter grandes somas no local;

– Mantenha uma boa visibilidade dentro do estabelecimento;

– Instale espelhos e equipamentos de segurança;

– Tenha mais de um cofre, colocando um deles em local bem discreto;

– Mantenha a frente e os fundos do comércio bem iluminados no período noturno, e tenha equipamentos de monitoramento, pois eles inibem a ação de criminosos;

– Escolha locais estratégicos para a instalação dos caixas;

– Afixe nas paredes do estabelecimento comercial cartazes de proibição de entrada de pessoas usando capacetes, toucas e similares;

– Observe com atenção e cuidado as pessoas que permanecem um grande período no estabelecimento sem objetivos de comprar ou consumir alguma coisa;

– Estabeleça códigos entre os funcionários que indiquem situações de risco, tal como uma frase, que, ao ser dita, servirá como alerta para que chamem a polícia. Este código deve ser alterado periodicamente;

– Fique atento ao contratar pessoas para serviços esporádicos;

– Nunca reagir contra o bandido, tentando agarrá-lo ou agredi-lo, pois ele poderá estar acompanhado de outros cúmplices;

– Se presenciar um furto, ligar para o 190 e tentar não interferir;

– Registrar o Boletim de Ocorrência, mesmo que tenha ocorrido somente tentativa de assalto,

– No caso de furto ou qualquer ocorrência policial, não perca tempo, comunique imediatamente à Polícia Militar mais próxima da área.

> Fonte: Portal Varejista

> Texto também publicado no site da FCDL.

10/11/2017

Lojas de vizinhança crescem 55,5% em três anos e meio

Grandes redes de supermercados como Carrefour, Pão de Açúcar e Walmart estão numa corrida para conquistar o comércio de vizinhança, um segmento dominado por cerca de 60 mil pequenas lojas independentes, com até quatro caixas registradoras, que começa a sentir de perto a concorrência das gigantes do varejo. Entre janeiro de 2014 a agosto de 2017 cresceu 55,5% o número de lojas de vizinhança de cadeias organizadas, de 1.735 para 2.698, aponta a consultoria Nielsen, especializada em pesquisas de mercado.

“Os números revelam que há um boom na abertura de lojas de vizinhança pelas redes organizadas”, diz Jonathas Rosa, coordenador da área de varejo da Nielsen. Ele observa que esse formato foi o que mais abriu lojas nos últimos anos. Guardadas as proporções, já que o investimento é infinitamente menor, o ritmo de expansão do varejo de vizinhança das redes organizadas é comparável ao do atacarejo, mistura de atacado com varejo, que avançou 55,8% no mesmo período.

Queda da inflação, dificuldade de transporte nas cidades, praticidade, envelhecimento da população, que tem problemas para se locomover, e o recuo do valor dos aluguéis explicam o sucesso desse modelo nos últimos tempos. Eduardo Terra, presidente da Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo (SBVC), ressalta que o empurrão para “corrida do ouro” das grandes redes no varejo de vizinhança veio com a redução da informalidade entre os pequenos empresários por causa do aumento fiscalização para coibir a sonegação de impostos e a aceitação do pagamento com cartões por essas lojas, por exemplo. A formalização abriu as portas para que as redes apostassem num segmento que tem margem de venda maior em relação ao hipermercado e supermercado por conta da comodidade nas compras.

No Carrefour, por exemplo, o varejo de vizinhança é o formato de loja que mais cresce dentro da companhia, inclusive com aumento de vendas quando se compara com as mesmas lojas. “Largamos um pouco atrás em relação aos demais e estamos acelerando”, diz o diretor do Carrefour Express no Brasil, Douglas Pina.

No último sábado, a rede abriu a 101.ª loja no Estado de São Paulo, de um projeto que começou em 2014 com quatro lojas. Em 2015, foram inauguradas 15 e no ano passado 50. Ao que tudo indica o ritmo acelerado de 2016 deve se repetir neste ano. No primeiro semestre foram abertas 17 lojas e no 2º semestre até agora, mais 17. Se o ritmo de expansão for mantido, a rede deve fechar 2017 com 120 lojas e investimentos de R$ 90 milhões em três anos, calculam especialistas.

A história se repete no concorrente, o Grupo GPA. “O formato de vizinhança, com as bandeiras Minuto Pão de Açúcar e Mini Extra, são os modelos de loja que mais crescem ao lado do atacarejo”, diz o diretor executivo de Proximidade, Johnny Campos. O GPA tem 265 lojas de vizinhança, que representam 30% do total de pontos de venda do varejo alimentar da empresa. O GPA investe nesse modelo desde 2007 e neste ano, até setembro, abriu sete lojas.

“Estamos fortalecendo o TodoDia, nos últimos dez anos, esta foi a bandeira que mais cresceu”, diz o vice-presidente de Operações do Walmart, Bernardo Perloiro. TodoDia é a bandeira de loja de vizinhança do grupo. Em 2007 eram sete loja e hoje são mais de 150. Neste ano investimos em duas novas lojas na região Nordeste, uma delas a ser inaugurada até dezembro, conta.

Álvaro Furtado, presidente do Sincovaga, que reúne também os supermercados independentes além das lojas de grandes redes, diz que o boom das lojas de vizinhança das grandes cadeias levou muitos pequenos lojistas a fechar as portas. Para Nelson Barrizzelli, professor da FEA/USP, a grande rede também tem desafios para concorrer com a loja independente de vizinhança. “O dono mora ali, conhece o cliente e tem o sortimento adequado.”

> Fonte: Estado de São Paulo.

> Texto também publicado no site da FCDL.

30/10/2017

Como alavancar mais as vendas nas lojas físicas

Uma das maiores preocupações dos profissionais de Trade Marketing é entender quais são as alavancas que mais impactam a curva de demanda das marcas no varejo. Indicadores como preço, distribuição, visibilidade, ruptura, ofertas promocionais, entre tantos outros, podem influenciar o sell out das marcas.

Embora muito importante, o preço não é o único fator a ser utilizado para o crescimento da demanda. Mesmo com toda evolução do Big Data uma pergunta ainda paira no ar: qual seria a variável que mais alavanca as vendas de determinada categoria de produtos?
Para responder a essa questão, algumas etapas devem ser consideradas nesse processo. Primeiramente, deve-se conhecer o mercado no qual o produto se encontra, pois cada categoria tem uma dinâmica própria.

Em segundo lugar, é necessário o entendimento do shopper e seu comportamento no varejo diante desta categoria de produtos e as principais barreiras existentes nessa compra. Por fim, precisamos entender os indicadores mais relevantes desta categoria por meio de uma modelagem estatística que deverá mensurar o impacto de cada variável na curva de demanda de determinado produto.

Esses modelos preditivos vão relacionar os indicadores de ponto de venda com a curva de sell out e apontar aqueles que mais se correlacionam com tal curva.

Categorias

Minha experiência com esse tipo de ferramenta demonstra que certas categorias respondem muito bem ao aumento da exposição em lojas. Isto significa que o aumento do espaço de determinados grupos de produtos no ponto de venda faz com que as vendas cresçam, demonstrando correlação direta entre visibilidade e sell out. Em geral, categorias com muitos itens são complexas e podem dificultar a escolha do shopper, consequentemente a visibilidade se torna uma aliada no processo de compra.

É necessário trazer inteligência à área de Trade Marketing e utilizar de ferramentas que mensurem os indicadores mais relevantes para a melhoria dos resultados. Aliar essa análise dos indicadores com os estudos de Gerenciamento de Categorias permite destinar o espaço correto com o sortimento adequado em um planograma ideal.

Tudo isso para proporcionar melhor experiência de compra para o shopper. Afinal, indústria e varejo buscam o aumento das vendas e o uso produtivo dos recursos, lembrando que clientes satisfeitos compram mais e melhor.

> * Tania Zahar Miné é especialista em Trade Marketing, diretora da consultoria Trade Design e professora da ESPM e da FIA.

> Fonte: Portal No Varejo.

> Texto também publicado no site da FCDL.

04/10/2017

Sete informações que fazem sua loja perder clientes

Pode parecer um absurdo, mas mesmo vivendo na era da experiência, com o aumento da concorrência e diminuição das vendas, ainda vemos alguns absurdos no varejo brasileiro.

São regras descabidas e desatualizadas diante de um cenário tão competitivo. Talvez você ainda não tenha percebido, mas estas regras fazem você perder clientes. Então, se tem alguma placa dentro da sua loja com uma destas frases, jogue fora. Você está deixando de vender mais.

– Não toque nos produtos;
– Não aceitamos trocas;
– Não temos WI-FI;
– Não temos água ou banheiro;
– Não aceitamos cartões;
– Não fazemos trocas aos sábados;
– Não fazemos embrulho.

Antes de criar uma nova regra para atender aos seus clientes, pergunte-se: Esta regra facilita a vida do cliente ou da loja? As melhores estratégias de atendimento, nem sempre são as mais fáceis para a loja. Ao restringir o cliente ou negar-lhe algum serviço básico, você está dizendo que ele não é bem-vindo ali.

Se você não tem um banheiro para o cliente, será que realmente quer receber pessoas? Quando você não quer trocar mercadorias, sabe que a internet permite inclusive a devolução?

Neste novo cenário do varejo, não há espaço para lojas que não se preocupam com os serviços de conveniência para o cliente. Trate bem, receba bem e se esforce para que ele volte!

> Fonte: Portal Varejo Ativo.

> Texto também publicado no site da FCDL.

03/10/2017

Dicas para vender mais no Dia das Crianças

O Dia das Crianças está chegando e, ainda que não seja a data de maior venda no varejo, você pode transformá-la em um potencial de lucro. O Dia das Crianças é uma data sazonal perfeita para vendas de brinquedos e presente que encantam este universo infantil. Para potencializar ainda mais as suas vendas, algumas dicas:

1. Treine sua equipe para um bom atendimento

Como diz o ditado “a prática é amiga do sucesso”, e para realizar ótimas vendas o treinamento da sua equipe é o melhor amigo da conversão de um cliente. Instrua seus colaboradores a manterem o sorriso no rosto, serem cordiais, deixarem os preconceitos em casa e darem boas-vindas aos clientes logo na entrada da loja.

O primeiro contato é um dos mais importantes para a conversão no final do atendimento. Tratá-lo pelo nome e atendê-lo com agilidade também ganham ponto extra.

Aliás, nessa data os consumidores terão o mesmo comportamento das outras, ou seja, deixarão tudo para a última hora. É importante que sua equipe esteja preparada para um bom atendimento no meio da multidão.
E nunca se esqueça que um cliente que não efetua a compra não é um cliente perdido, se bem tratado ele pode se tornar um porta-voz de sua loja.

2. Organize seu estoque

Do que adianta uma ótima receptividade na sua loja de roupas se o seu cliente terá que esperar 5 minutos, até você encontrar aquela blusa lilás, tamanho M, que está no estoque? Cada segundo conta quando o assunto é vendas de varejo, ainda mais, quando o tempo é o do seu cliente: Os segundos viram horas.
Não tenha qualquer receio em abrir sua loja 15 minutos depois, ou fechar 15 minutos antes, para deixar seu estoque alinhado. Conhecer bem o que você tem na casa ajuda a vender mais no Dia das Crianças.

3. Selecione os produtos da campanha

Mesmo que sua loja não foque em produtos de linha infantil, como brinquedos, você pode atrair os olhares dos pais, e até dos pequenos, com produtos que se insiram no mundo deles. Se você possuir produtos de personagens de licenciatura, aposte neles.

Mas se você só trabalha com produtos para adultos, vale a pena apostar em um novo mix de produtos neste período para conquistar novos clientes e aumentar suas vendas.

Escolha presentes infantis, com desenhos e cores chamativas para ficar em destaque em sua loja. Esse tipo de ação demanda interesse, tempo e conhecimento seu e da sua equipe, nos ícones que envolvem o universo das crianças.

4. Organize sua loja

Depois de treinar a equipe, organizar o estoque e escolher os produtos, começa a parte de organização da sua loja. Parece uma dica boba, mas ter a loja em boas condições mostra zelo e compromisso com o cliente e ainda muitas pessoas esquecem disso.

Disponha os produtos temáticos em pontos estratégicos de seu estabelecimento, onde a visualização externa e interna seja fáceis. Coloque os produtos separados por tamanhos, sexo e idade e CHEQUE se as peças possuem preço. Às vezes, até o detalhe de colocar cada produto separado por cores mostra como você é cuidadoso com aquela peça que o consumidor poderá levar para casa.

Se sua loja optar por inserir uma nova linha de produtos para vender mais no dia das crianças, aproveite para criar um espaço exclusivo para eles. Assim seus clientes não vão deixar de ver as novidades que sua loja preparou para esta data.

5. Faça uma vitrine criativa para o Dia das Crianças

Vamos a um trabalho de reflexão: Dia das Crianças, você não vende brinquedos – você vende roupas -, várias lojas de brinquedos apelam para vitrines com personagens infantis. Qual a sua arma para atrair clientes para dentro de sua loja? Se sua resposta foi vitrine, você acertou.

No meio de tantas pessoas tentando chamar atenção, é seu dever ser criativo no maior chamariz da sua loja. Assim como dentro dela, a vitrine deve apostar nas cores e lançamentos. Lembre-se que muitos pais vão acompanhados das crianças para comprar o presente, evidencie aquilo que você considera seu super trunfo.

Pontos importantes:

– Quem você deseja atingir com sua vitrine? Os pais ou as crianças?
– Defina um tema e conjunto de cores que combinam.
– Os produtos selecionados para exposição são os melhores para a época?

6. Lembre-se das caixas e embalagens para presentes

Se você pretende ter sua loja como uma referência para seus clientes, que tal fazer o serviço completo e literalmente vender o pacote? As caixas e embalagens para presentes são ótimas armas para vender mais no dia das crianças, aumentar o ticket médio e evitar que seu cliente se submeta a ir a outras lojas procurar um embrulho. Utilizando suas próprias artimanhas você pode oferecer um presente, por exemplo, numa embalagem especial para criança.

7. Promova ações de vendas

Lembre-se que sua loja é um sistema e seus colaboradores são as peças fundamentais que fazem ela funcionar corretamente. Então, incentive-os a buscarem um sucesso maior ao seu lado. Promova metas a ser batidas com premiações no final e jogos internos para que todos entrem no clima do Dia das Crianças.

Agora para o seu público, você pode criar ações de vendas especiais. Hora de promoção relâmpago, produtos especiais, descontos casados, comprou levou… Ou até mesmo ter alguma atração dentro de sua loja para chamar a atenção das crianças.

8. Mensure os resultados

Para finalizar, mensure se todas suas ações para vender mais no Dia das Crianças deram certo. Já comentamos aqui no blog que você não precisa esperar todo o período de venda acabar, para verificar se suas ações estão dando resultados – até porque o pico de vendas começa 3 semanas antes da data comemorativa.

Analise suas escolhas semanalmente, confira se seus funcionários estão devidamente treinados e aplicando o conhecimento na prática. Veja se as suas micro metas semanais estão sendo batidas da forma que você esperava.

Pontos importantes:

– O treinamento implantado surtiu efeito na recepção dos clientes?
– A agilidade da sua equipe melhorou?
– Você notou maior interesse nos produtos selecionados para o período?
– A sua loja e vitrine estão organizadas e com produtos do momento em destaque? Se sim, o retorno agradou ?
– E as ações de vendas internas surtiram o efeito desejado na motivação de sua equipe?

> Fonte: Portal Varejo Ativo.

> Texto também publicado no site da FCDL.

CDL Palhoça

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