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18/12/2017

Após três anos de queda, Natal deve ter expansão de vendas

Depois de três anos consecutivos com volume de vendas em queda, o varejo arma estratégias comerciais e de marketing para tentar voltar a registrar crescimento neste Natal. Tudo indica, pelo planejamento das varejistas, que haverá crescimento neste ano, na faixa de um dígito. A base de comparação, o Natal de 2016, é fraca, mas há executivos detectando aumento de demanda de fato.

Redes médias e pequenas, as mais afetadas pela crise, identificaram certa melhora na demanda e fizeram pedidos para a indústria de eletrônicos e móveis 6% a 8% acima dos de 2016. Há crescimento um pouco mais forte na demanda para determinados modelos de televisores, ou seja, acima de 50″, móveis e celulares, já identificado em novembro.

As ações do varejo envolvem planos de pagamento e iniciativas de marketing. Tem sido ampliado o envio, por e-mail ao cliente, de ofertas de produtos pesquisados nos sites, mas que não foram transformados em vendas.

> Fonte: Portal Eletrolar.

> Texto também publicado no site da FCDL.

14/11/2017

Salários crescem e comércio prevê melhor Natal em três anos

O mercado de trabalho brasileiro movimentou R$ 188,1 bilhões em salários no terceiro trimestre do ano. O resultado representa quase R$ 7 bilhões a mais em circulação na economia no período de um ano, impulsionando a expectativa de venda para o próximo Natal. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Depois de atingir o auge de R$ 191,5 bilhões no quarto trimestre de 2014, a massa de salários começou uma derrocada até atingir R$ 181,1 bilhões no terceiro trimestre de 2016. De lá para cá, cresceu 3,9% – o que representa uma recuperação de R$ 7 bilhões.

O economista-chefe da MB Associados, Sergio Vale, concorda que o desempenho da massa salarial dá uma perspectiva melhor para as vendas de Natal. Além disso, com o aumento da população ocupada, muitas pessoas deixam de temer o desemprego, o que pode elevar o consumo. “Os sinais do mercado de trabalho são muito positivos, e são melhores do que o imaginado”, disse Vale.

Em apenas um trimestre, a massa de salários em circulação na economia cresceu R$ 2,6 bilhões. “A massa de salários cresce porque aumenta o total de pessoas ocupadas e o rendimento delas também”, declarou Cimar Azeredo, coordenador de Trabalho e Rendimento do IBGE.

Segundo Azeredo, o aumento na renda propicia o início de um círculo virtuoso, em que o crescimento da renda disponível gera mais demanda por bens e serviços e, consequentemente, impulsiona a produção e a geração de novos empregos.

Em um ano, houve criação de 1,462 milhão de novos postos de trabalho em todo o País. A renda média também ficou maior, com alta de 2,4%, para R$ 2.115. Em relação ao trimestre anterior, houve elevação de 0,3% no rendimento médio.

Poder de compra

O Iedi (Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial) lembra que o arrefecimento da inflação tem sido fundamental para a evolução da massa de renda no País, uma vez que deixa de corroer o poder de compra dos trabalhadores.

“O crescimento da massa abre possibilidades de ter um maior dinamismo do mercado doméstico no fim do ano. Isso inclusive se expressa nos indicadores de confiança dos empresários. Mas ninguém está esperando nenhuma reviravolta. Tudo com muita calma, mas na direção favorável”, ponderou Rafael Cagnin, economista-chefe do Iedi.

> Fonte: Portal SM.

> Texto também publicado no site da FCDL.

Mensagem de Natal do Presidente da CDL Palhoça

natalmsgAmigo (a) associado (a),

Aquele que compartilha conosco uma trajetória de lutas e conquistas é, certamente, muito mais do que um associado: é um verdadeiro amigo.

E amigos são aqueles que celebram juntos os grandes momentos da vida.

Neste Natal, a CDL de Palhoça deseja muita prosperidade a todos.

Que os pequenos sonhos se transformem em grandes empreendimentos.

Que não seja apenas uma festa, mas sim o início de um futuro brilhante.

E que juntos possamos construir um mundo cada vez mais feliz.

Um ótimo Natal!

Josué da Silva Mattos
Presidente – CDL Palhoça

14,6 milhões de consumidores devem fazer compras de última hora neste Natal, estima SPC Brasil e CNDL

Principal motivo é a espera por promoções para economizar. Para especialistas, risco de comprar em cima da hora é ser impulsivo e gastar além do orçamento

O Natal se aproxima e alguns consumidores brasileiros não perdem o velho hábito de deixar tudo para a última hora. A partir de uma pesquisa realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) estima-se que 14,6 milhões de pessoas pretendem comprar os presentes apenas uma semana antes do Natal, o que corresponde a 13,2% de consumidores que têm a intenção de presentear alguém neste fim de ano.

Entre os que deixaram para a última hora, a principal justificativa é a espera por promoções com o objetivo de economizar (39,2%), 16,8% afirmam que só vão receber salários e pagamentos próximo ao Natal e 12,6% porque estão esperando a segunda parcela do 13º. Outros 10,0% revelam que o motivo é a preguiça de fazer compras, deixando para comprar no limite da data comemorativa.

Para a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, deixar as compras natalinas para a última hora não é uma escolha acertada para quem pretende economizar, principalmente, em tempos de crise como o atual. “Muitos consumidores deixam para comprar os presentes nesta semana por causa do recebimento da segunda parcela do 13º salário. Mas se o consumidor deixa para comprar muito em cima da hora, acaba não tendo tempo para pesquisar preços ou encontrar opções de produtos mais baratas e, consequentemente, gasta mais, comprometendo o orçamento”, explica Kawauti.

O educador financeiro do SPC Brasil, José Vignoli, concorda: a pressa é inimiga do planejamento. “Na correria para garantir todos os itens da lista e não deixar ninguém sem presente, o consumidor acaba dando menos importância aos detalhes, cedendo às compras impulsivas”, afirma. “O ideal é fazer uma lista de todos os presenteados, definir o quanto se pode gastar e levar o dinheiro contado. Dessa forma, não há perigo de exceder o valor previsto com a compra de outros presentes”, aconselha.

Metodologia

As entrevistas se dividiram em duas partes. Inicialmente ouviu-se 1.632 consumidores nas 27 capitais para identificar o percentual de quem pretendia ir às compras no Natal e, depois, a partir de 600 entrevistas, investigou-se em detalhes o comportamento de consumo no Natal. A margem de erro é de no máximo 2,4 e 4,0 pontos percentuais, respectivamente. A uma margem de confiança de 95%.

> Baixe a íntegra da pesquisa em: https://www.spcbrasil.org.br/pesquisas

Metade dos consumidores brasileiros deve comprar presente de Natal para si mesmo, mostra SPC Brasil

Além da lista de compras para família e amigos, o Natal é uma data comemorativa que muitos aproveitam para comprar um presente para si mesmo. Uma pesquisa do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) mostra que metade dos consumidores brasileiros (50,0%) irão se auto presentear esse ano, principalmente as mulheres (57,3%). Em relação ao Natal de 2015, 54,3% afirmam terem comprado presentes para si mesmo.

A prática é justificada por esses entrevistados principalmente pelo sentimento de merecimento (40,8%) e a oportunidade de se presentear comprando coisas que precisam (39,1%). Na média, a intenção de compras é de dois presentes para si mesmo, com um ticket médio de R$ 157,89. Este valor representa uma redução real de quase 16% quando comparado ao ticket médio do presente do ano passado. No total, os consumidores que irão se presentear e já definiram um valor, gastarão em torno de R$ 330,00 consigo mesmos – outros 48,0% ainda não sabem quanto irão gastar. Mesmo que o valor de cada presente tenha diminuído em relação a 2016, é ainda 44% superior ao valor do presente dado a terceiros.

De acordo com o educador financeiro do SPC Brasil, José Vignoli, não há nada de errado em aproveitar o Natal para presentear-se, desde que a pessoa aja de acordo com seu padrão de vida e suas prioridades financeiras: “O auto presente não é um problema. É normal querer recompensar nosso esforço pessoal, mas o consumidor não pode perder de vista a noção dos gastos. Muitas vezes, algumas pessoas usam o Natal como pretexto para uma despesa excessiva, uma compra impulsiva ou mesmo um endividamento que, mais tarde, poderá trazer problemas financeiros”.

Entre aqueles que não pretendem comprar presentes para si mesmos (24,9%), os principais motivos são: não gostar ou falta de costume (25,5%), ter outras prioridades de compra (17,5%) e priorizar o pagamento de dívidas (11,3%). 

Roupas, calçados e perfumes lideram lista de presentes

Metade dos entrevistados (49,1%) acredita que irá ganhar presentes de outras pessoas, principalmente por acreditarem que são queridos (18,4%) e porque irão participar de algum amigo secreto (13,2%). Os presentes mais desejados são roupas (46,9%), calçados (36,4%) e perfumes e cosméticos (29,7%).

A lista também coincide com os itens que serão comprados para si mesmo, mas com diferentes percentuais: roupas (54,2%) e calçados (34,5%) – ambos com queda em relação a 2015.

Metodologia

As entrevistas se dividiram em duas partes. Inicialmente ouviu-se 1.632 consumidores nas 27 capitais para identificar o percentual de quem pretendia ir às compras no Natal e, depois, a partir de 600 entrevistas, investigou-se em detalhes o comportamento de consumo no Natal. A margem de erro é de no máximo 2,4 e 4,0 pontos percentuais, respectivamente. A uma margem de confiança de 95%.

> Baixe a íntegra da pesquisa em: https://www.spcbrasil.org.br/pesquisas

CDL Palhoça

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