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Atividades antes de dormir

Rotinas variam de pessoa para pessoa. Até mesmo a vida em família (filhos pequenos, adolescentes…) altera os afazeres domésticos e influencia diretamente no tempo em que cada um dispõe para se concentrar em si mesmo. Numa coisa, porém, todos parecem concordar: uma boa noite de sono é indispensável para que o dia seguinte renda o suficiente. Assim, é preciso se desligar um pouco do agito nosso de cada dia e organizar a mente, preparando-a gentilmente até que o sono apareça. Abaixo, seguem sete dicas de ações que podem melhorar a vida profissional dos lojistas associados à CDL Palhoça e, claro, dos seus colaboradores, amigos e familiares. Confira:

Sete coisas que pessoas de sucesso fazem antes de dormir

Terminar bem a noite é o primeiro passo para começar bem o dia. E pessoas de sucesso parecem saber bem disso. Por isso, muitas delas promovem uma espécie de ritual antes de dormir. Este hábito contribui para uma boa noite de sono e aumenta as chances de sair da cama com o pé direito para encarar as tarefas da próxima jornada. Confira, nas fotos, alguns exemplos inspiradores.

1. Ler antes de dormir
Uma hora de leitura quase toda noite. “É parte do processo de cair no sono”, disse o bilionário Bill Gates ao Seattle Time. Informativos e bem escritos são seus títulos preferidos e as áreas que mais o interessam vão de saúde a meio ambiente e claro, política e negócios. O bilionário também gosta de recomendar livros cuja leitura considera indispensável.

2. Ficar longe de telas de computadores, tablets e outros gadgets
Outra ávida leitora noturna é Arianna Huffington. Mas, neste momento ela deixa de lado qualquer gadget e opta pelo tradicional: prefere ler o velho e bom livro de papel.

3. Desligar o celular
Se Ariana Huffington foge de tablets, notebooks e outros gadgets, a COO do Facebook, Sheryl Sandberg, desliga é o celular para que nada atrapalhe sua noite de sono. Mas não sem antes checar seus emails, o que também faz logo que acorda, segundo ela contou ao USA Today.

4. Escrever as prioridades do próximo dia
Este é o ritual do presidente da American Express, Kenneth Chenault, segundo o Business Insider. Ele gosta de estabelecer e registar por escrito as três tarefas prioritárias do próximo dia. Assim, acorda mais focado em cumpri-las.

5. Organizar e aquietar a mente
A executiva Laurie Tucker – que trabalhou por décadas na FedEx onde chegou a vice-presidente de marketing corporativo e hoje é sócia-fundadora da Calade Partners LLC – dorme poucas horas por noite. A quietude das madrugadas é o momento perfeito para pensar e organizar a mente. Quando não está entretida com seus pensamentos, ela está lendo algum livro, segundo reportagem da Fast Company.

6. Fazer uma caminhada
Andar sob a brisa da noite é uma atividade sagrada para o co-fundador e presidente da Buffer, Joel Gascoigne. Durante a caminhada ele avalia como foi o seu dia e relembra seus principais desafios. E assim gradualmente vai tirando assuntos da cabeça e se desvencilha do turbilhão que geralmente é seu dia de trabalho. Defensor da necessidade de rituais noturnos de desengajamento do trabalho e preparo para o descanso, ele deu esta dica em seu blog.

7. Terminar um projeto importante
À Fast Company, o ex-executivo do Google Keval Desai, sócio da InterWest Partners, diz aproveitar a noite para concretizar projetos. Sim, ele trabalha antes de dormir. Escolhe um projeto e não vai para cama sem a sensação de dever cumprido.


> Fonte: Portal Newtrade.

 > Texto também publicado no site da FCDL.

09/01/2018

Dicas de sucesso para você aumentar suas vendas em 2018

Em épocas de recessão econômica, costumamos ouvir muitas pessoas falando que seu negócio não vai bem “por causa da crise”, ou que a “economia está complicando o crescimento”. O certo é que mesmo com a recessão, ainda há quem consiga resistir à crise e crescer apesar dela.

Como? José Ricardo Noronha, especialista em vendas e professor da Federação Instituto de Administração responde: “A primeira coisa para aumentar suas vendas é vender confiança. As pessoas não estão comprando porque estão desconfiadas”, diz o profissional.

Pensando nisso, separamos alguns pontos importantes para aumentar as vendas em 2018, ampliando o alcance da sua marca. Muitas dessas dicas utilizamos em 2017 e nos trouxeram excelentes resultados, agora queremos compartilhar com você.

1. Tenha uma mentalidade vencedora

Comece um novo ano com confiança. Esse será o seu maior diferencial quanto aos seus competidores. O ser humano é a única espécie do reino animal capaz de escolher diversos significados diferentes para o mesmo acontecimento. Portanto, busque soluções, e não problemas; vá atrás de oportunidades.

A história nos mostra que o sucesso só vem a quem, apesar de todos os obstáculos, consegue manter o pensamento positivo e seguir em frente. Em momentos em que a economia está conturbada, é fundamental para o gestor não se deixar levar pelo pessimismo e negatividade. Você, como líder, deverá ser o exemplo de atitude positiva para todos.

O líder é quem dará os rumos à equipe. É preciso que você se comunique bem com seus colaboradores e que tenha uma atitude positiva ao que virá.

2. Mensure e melhore o que está errado

Após colocar em prática os passos do seu planejamento, é necessário que você saiba se tudo está caminhando conforme o planejado e a melhor forma de chegar a essa conclusão é pela mensuração de resultados.

O que não é medido, não pode ser melhorado. Para isso, é preciso observar os números de cada vendedor e da equipe. Faça uma comparação do que sua equipe fez com o que alcançou. Em caso de resultados positivos, compartilhe a boa notícia com o seu time, reconheça os esforços e avalie se é possível reajustar as metas de acordo com o mais alto desempenho que sua equipe tem potencial para alcançar.

3. Otimize processos

A otimização de processos é essencial em momentos onde o maior desafio está em fazer mais com recursos reduzidos. E neste caso, otimizar o tempo, as rotinas administrativas, vendas e demais processos, podem fazer a diferença, uma vez que permitem o aumento de produtividade e até mesmo a redução de custos.

Portanto, faça um estudo organizacional para entender o que atacar e o que deixar para trás.

Além disso, a otimização nos processos de vendas utilizando, por exemplo, um CRM (Gestão de Relacionamento com o Cliente) de vendas, pode facilitar a rotina de trabalho, já que auxilia na administração e atendimento de clientes e prospectos.

A forma de comprar/vender mudou. As empresas que sairão na frente serão aquelas que melhor estiverem adequadas e focadas nesse novo consumidor, com melhor abordagem.

4. A importância da visita

Todo empresário gosta de ver sua empresa reconhecida e expandindo. Além daqueles que já conhecem sua marca, é importante para o crescimento a prospecção de novos clientes e, através deles, a ampliação do poder de alcance que seu produto terá no mercado.

Para sair da inércia, mapeie regiões onde você não costuma ter muitos clientes e visite rua por rua atrás de consumidores, como empresas e lojas. Vendedores bem instruídos que conhecem o produto têm uma chance muito maior de contatar clientes desconhecidos, especialmente apresentando amostras dos produtos, comparando-os com os já utilizados no mercado.

Isso demonstra ao consumidor que a empresa se compromete com o bem-estar dele e em oferecer itens de qualidade superior por um preço competitivo. Pode ter certeza, com essas visitas, você encontrará diversas empresas que nem sabia que existiam.

É fundamental transmitir confiança e qualidade durante as visitas, já que num momento de crise muitas pessoas optam por comprar confiança – e por preços acessíveis.

5. Treine seus vendedores

Se você quer aumentar as vendas em 2018, um bom vendedor é quem fará tudo acontecer. É ele que irá atrás dos clientes, apresentará os produtos e tentará convencê-los a comprar. É preciso sempre buscar melhorias e avanços no modo operacional, a fim de estimular ainda mais seus profissionais e aumentar sua capacidade de negociação.

É imprescindível manter estudos contínuos e sempre ofertar novos cursos. Já que novas metodologias são desenvolvidas a todo momento, você deve deixar seus funcionários preparados e equiparados ao mercado. Além disso, entender sobre os diversos itens do seu mix, e as diferenças e utilidades de cada produto químico, por exemplo.

É preciso conquistar o cliente. Muitas vezes para fazer isso é preciso sair do básico. Vai desde informá-lo sobre lançamentos e promoções, melhorar a linguagem falada e escrita até manter a sua marca fixada na cabeça do consumidor com constante suporte e auxílio técnico. Mostre seus vendedores que, durante a venda, o relacionamento que é criado entre ele e o cliente é fundamental.

6. O mix de produtos campeão

Ter uma boa variedade de produtos em seu estoque também ajuda no aumento de vendas. Ofertando a mercadoria correta de acordo com as necessidades do cliente, toda a demanda será coberta; de modo que esse cliente não precisará se dirigir a outros estabelecimentos para adquirir novos artefatos que poderia comprar com você.

Um exemplo disso é um indivíduo que entra em uma loja para comprar produtos químicos de limpeza e baldes de plástico. Posicionando estrategicamente luvas de limpeza nas proximidades dos itens citados, esse cliente optará por comprá-las também, tanto pela praticidade quanto por possíveis descontos e promoções.

A diversidade de produtos que seu mix abrangerá também é muito importante. Tomando o detergente como exemplo, você pode ofertar uma variedade econômica, com preço mais acessível para disputa no mercado; outra mais cara porém de maior qualidade.

7. Propaganda diferenciada

Como diz o ditado, a propaganda é a alma do negócio. É ela que leva o seu nome e sua oferta ao público, possibilitando a venda. No entanto, muitas vezes precisamos fugir do convencional e buscar novas modalidades de divulgação.

Essa busca por inovação é o principal diferencial que você pode ter em 2018 em relação aos seus concorrentes.

Uma das novas formas de propaganda com baixo investimento e alto impacto é comercializar itens personalizados com a sua marca, que podem ser desde dispensers para banheiro, como toalheiros, saboneteiras e papel higiênico rolão, até papéis, químicos ou equipamentos. Com eles sua marca fica exposta na casa ou empresa de seus clientes por muito tempo.
Investir em marketing digital também é uma ferramenta muito interessante. Com a expansão das redes sociais, divulgar sua marca entre elas e fazer investimentos pelo mundo online é uma grande estratégia para quem precisa vender mais.

8. Capriche na organização

Se você possui um escritório ou uma loja que receba clientes, crie um ambiente que cause aconchego em quem estiver nele. Plantas, fotografias ou pinturas artísticas são excelentes escolhas para criar um ambiente prazeroso ao visitante.

É interessante também manter produtos organizados por cor, tamanho ou utilidade, além de deixar alguns para amostragem e comparação. Essa é a melhor maneira de demonstrar as diferenças entre um produto e outro (seja por preço ou qualidade) e se diferenciar dos concorrentes. Muitas vezes o cliente optará por um produto de menor preço, mas que não implica necessariamente em uma margem de lucro menor para você. Lembre-se: o importante é vender e deixar seu cliente satisfeito.

Em caso de lançamentos e promoções, sinalize os produtos participantes. Chame a atenção de quem entra na sua loja às prateleiras que ficarão os destaques de maneira sutil, porém incisiva e sem poluição visual. As pessoas sentem-se bem em lugares limpos e organizados.

9. Pense e faça diferente

O mercado está mudando, tem novas necessidades e está cada vez mais exigente. Para sobreviver nele, você precisa mais do que nunca oferecer uma experiência diferente para o seu cliente.

A inovação nas vendas também gera aumento nos resultados. Se você tem medo de inovar, faça alguns testes. Comece com uma nova abordagem, tecnologia ou qualquer outra novidade com alguns clientes, sinta como será a recepção deles e faça as adaptações necessárias para atingir as expectativas individuais.
O importante é não estagnar, se comprometer em melhorar sempre e saber que todas as mudanças dependem de você. É claro que os resultados não serão fáceis durante o ano. Tudo exigirá mais esforço e planejamento. Para continuar batendo suas metas, será preciso sair da zona de conforto, tentar coisas novas, errar, aprender com o erro e recomeçar.

Portanto, seja ao buscar as melhores vantagens para seus clientes e para sua empresa, procure a excelência em todas as suas atividades. O sucesso e a satisfação podem depender de muitos fatores, mas o principal de tudo começa na sua mente.

> Fonte: Portal Goedert

> Texto também publicado no site da FCDL.

15/11/2017

Sete lições que empreendedores aprendem com o fracasso

Ver o negócio ao qual você se dedicou tanto chegar ao fim não é fácil para ninguém. No entanto, apesar de dolorida, a falência é com certeza um momento de grande aprendizado para o empreendedor. Por isso, consultamos empreendedores de diversos setores para entender quais foram as principais lições que eles tiraram desse processo tão difícil. Veja as respostas a seguir:

Comece pequeno

O empreendedor Henrique Mol é dono da rede de franquias Fórmula Pizzaria. Porém, antes Mol foi dono da Destaque Comercial, uma agência de publicidade que não deu certo e precisou fechar as portas. Para o empreendedor, a principal lição que o fracasso trouxe foi a de que um negócio precisa amadurecer.

“Uma das lições é entender que o negócio precisa ter uma maturidade. Nesse negócio de publicidade eu tentei colocar tudo do melhor. Com isso, tive um investimento alto e um custo de operação alto também, e isso dificultou a manutenção da operação. Aprendi que o negócio precisa ser pequeno um dia para depois ser grande no dia seguinte. Para ser grande ele precisa percorrer um caminho. Principalmente quando você não tem estrutura financeira ou experiência, é importante começar pequeno”, afirma.

Tenha foco

O foco é uma característica importantíssima para quem quer empreender. E a falta dele pode levar um negócio a fechar as portas. Foi o que aconteceu com o empreendedor Celso Edgar Caparica, CEO da Qi Network, uma empresa focada em computação em nuvem.

Caparica antes tinha duas empresas, a Qi e a App Mobile, focada em aplicativos para pequenas empresas. Porém, chegou o momento em que ele percebeu que precisaria fazer uma escolha. “Muitas boas possibilidades vão surgir no caminho, principalmente quando o negócio está indo bem, e você não poderá abraçar tudo ao mesmo tempo. O aprendizado maior é: foco nos objetivos que se deseja alcançar”, afirma o empreendedor.

E completa: “Tomar a decisão de encerrar a App Mobile foi difícil, mas visualizamos que estava tirando nosso foco do negócio principal que, naquele momento, exigia todo nosso esforço. Talvez se a gente não tivesse tomado essa decisão, hoje as duas empresas teriam ficado no meio do caminho.”

O caso é parecido com o do empreendedor Isaac Azar, dono dos restaurantes Paris 6. Antes, Azar era proprietário também do restaurante Azaït, que chegou a fazer sucesso no meio gastronômico. “Em 2007, tanto Azaït quanto Paris 6 operavam deficitariamente. Concentrar as energias em uma única marca foi a estratégia que definiu o fechamento do Azaït e resultou no posterior crescimento da própria marca Paris 6”, conta.

Consulte o mercado

Iniciar um negócio sem saber como o mercado está se comportando é um erro muito comum entre empreendedores. E foi o que aconteceu com João Selarim, hoje CEO da TotalVoice, que desenvolve API de telefonia.

“Tive uma empresa em 2011, a IT 4 Life, e acabamos falindo. Tivemos uma ideia e saímos desenvolvendo. Em momento algum teve alguma interação com o mercado. Gastamos uns cinco meses desenvolvendo um software de finanças pessoais sem tentar entender se o que estávamos fazendo fazia sentido. Por consequência, acabamos criando uma ferramenta instalada no Windows, enquanto nossos concorrentes iam pra web e smartphone, e encontramos muita dificuldade em emplacar vendas”, conta.

Teste seu produto

Deixar de testar o produto antes de investir uma boa quantidade de dinheiro nele é outro erro comum entre empreendedores. Foi o que aconteceu com Marco Giroto, fundador da SuperGeeks, uma escola de programação para crianças e adolescentes. Antes, ele fundou a eBookPlus, uma plataforma que ofereceria livros eletrônicos de graça para o leitor, usando a publicidade para pagar a conta. “A empresa foi aberta no Vale do Silício, com foco no mercado de língua inglesa. Investimos 300 mil reais no desenvolvimento e no lançamento da plataforma, mas a empresa não foi bem sucedida pois esquecemos de testar e validar a ideia do negócio antes de investir todo este dinheiro”, conta.

“Conseguimos diversas empresas que queriam anunciar em nossos livros. Porém, esbarramos em um mercado avesso a inovações que é o mercado editorial. As editoras são muito tradicionais e não gostam de mudanças. O que deveríamos ter feito é criado um MVP, com diversos autores independentes e alguns anunciantes, mostrando ao mundo, e as editoras que o modelo funcionava e poderia ser rentável, e ai sim, investiríamos em uma plataforma para automatizar todo este processo. Se tivéssemos testado e validado isso antes, teríamos investido no máximo 10% do que foi investido”, completa.

Vida profissional e pessoal em equilibrio

Outro erro comum entre empreendedores e que pode levar ao fim de um negócio é não dar a devida atenção aos contratos e misturar questões pessoais com questões profissionais. Foi o que aconteceu com Felipe Matos, que hoje está à frente da 10 mil startups.

No passado, Matos fundou a empresa GirandoWap, que acabou após problemas entre os sócios. “Na minha primeira empresa, quando fomos registrar o domínio na internet a gente ainda não tinha CNPJ e na época isso era necessário. Por isso, registramos o domínio no nome de uma empresa da mãe de um dos sócios. O tempo passou e houve um desentendimento. Como reação, o sócio tirou o app do ar e ‘sequestrou’ o domínio, pedindo resgate. Disse que era dele e que, se quiséssemos usar, a nossa empresa teria que pagar. Desde então tenho muito mais atenção com contratos e evito ao máximo misturar assuntos da empresa com questões pessoais dos sócios”, conta.

Valorize o que você sabe fazer

O chef e empreendedor Checho Gonzales fundou em 2009 o restaurante Aji, de inspiração peruana. Mas o negócio não deu certo. “Entendi que estava insistindo no caminho errado, tentando moldar meu negócio ao que eu achava que o mercado queria e deixando de lado o que eu sei fazer, que é cozinhar. Percebi que não me encaixava naquele modelo careta de restaurante, com custos altíssimos de aluguel (o Ají ficava no bairro dos jardins) e um público que claramente não conversava com o meu estilo de cozinha”, conta.

Para sair da situação, Gonzales decidiu mudar. “Parti para algo diferente do padrão, um formato de negócio mais despretensioso, com serviço de balcão, embalagens descartáveis, sem garçom. Com isso, foquei totalmente na cozinha e pude cobrar um valor acessível para uma comida de rua latino americana.

Atualmente, em um box bem pequeno no Mercado de Pinheiros eu chego a atender 600 pessoas em um sábado”, completa.

Saiba recomeçar

O empreendedor Rafael Soares fundou em 2009 a Yoguland, um rede de frozen yogurt que chegou a ter mais de 50 lojas fraqueadas. No entanto, em 2012, as mudanças do mercado fizeram a busca pelo produto evaporar.
“A rede não chegou a falir, mas sim morrer. Nesse momento acredito que eu tenha enfrentado o maior desafio da minha carreira: me reinventar e persistir no empreendedorismo”, afirma.

“Nesse momento é necessário ter frieza e tomar novos rumos, sejam eles mudar de setor e ir em busca de novos nichos, ou se reinventar, trazendo algo inovador e atrativo para o comércio. Para isso, é fundamental adquirir algumas práticas, como ser muito objetivo, tranquilo e ter disciplina. A mudança é difícil para qualquer pessoa, e exige persistência, comprometimento, autoconfiança e planejamento”, completa o empreendedor, que hoje é dono da rede de franquias Oven Pizza.

> Fonte: Portal Newtrade.

> Texto também publicado no site da FCDL.

Conheça as 11 regras para o sucesso, segundo a Apple

Um ex-funcionário da Apple guardou durante mais de uma década o conjunto de dicas para o sucesso da gigante de tecnologia. Antigo consultor de soluções da empresa, Huxley Dunsany compartilhou um cartão plastificado que seu ex-chefe lhe deu em 2004 com 11 estratégias para alcançar o sucesso.

A imagem foi postada no Reddit. Segundo o texto, o cartão distribuído por John Brandon, executivo da empresa, aos funcionários que supervisionava. “Ele realmente parecia viver de acordo com essas regras e fez a empresa toda se sentir realmente especial”, disse Dunsany.

As regras são:

1. Abandone o velho, aproveite ao máximo o futuro;
2. Sempre diga a verdade, queremos ouvir as más notícias o mais cedo possível;
3. Um alto nível de integridade é esperado de você, quando estiver em dúvida, pergunte;
4. Aprenda a ser um bom empresário, não apenas um bom vendedor;
5. Todo mundo varre o chão;
6. Seja profissional no seu estilo, fala e acompanhamento dos projetos;
7. Ouça os clientes, eles quase sempre sabem do que estão falando;
8. Crie relações de ganha-ganha com nossos parceiros;
9. Tomem conta uns dos outros, compartilhar informações é algo bom;
10. Não se leve a sério demais;
11. Divirta-se, caso contrário, não vale a pena.

Dunsany trabalhou na Apple como consultor de soluções por mais de seis anos. Desde sua saída da empresa, ele diz que esses ensinamentos ficaram gravados.

O profissional também explica a regra número cinco, “todos varrem o chão”, uma das que mais o marcou: “Nenhum trabalho é ‘de baixo nível demais’ ou ‘sem importância’, a ponto de você não oferecer sua ajuda”, ele escreve. “O básico ainda importa. As pessoas sempre vão esperar que você ajude, independentemente de quão alto é seu cargo ou quão chique você pensa que é.”

> Fonte: Portal Newtrade.

> Texto também publicado no site da FCDL.

Sete características de negócios que saíram da mesmice

O segredo do sucesso de qualquer negócio, mas especificamente o varejo, é criar um posicionamento que seja tão forte e único que seus concorrentes não consigam replicar e que seus clientes enxerguem valores que os mantenham leais. Embora cada operação tenha diferenças estratégicas – em um momento em que a palavra “relevância” nunca foi tão importante e os consumidores estão mudando seus hábitos de compras -, se espelhar em bons exemplos estratégicos pode servir como um bom direcionamento.

Separamos sete características que exemplificam operações que conseguiram se diferenciar no varejo, como uma provocação para cada um olhar o seu negócio de uma maneira contestadora e inconformada.

1 – TER UM PROPÓSITO PODEROSO

Empresas com um propósito poderoso conseguem construir uma forte conexão com seus clientes. Eles têm um posicionamento claro, uma identidade com seu público-alvo e uma proposta de valor muito bem estabelecida.

2 – EVOLUÇÃO DA OFERTA

A oferta de produtos passa por uma análise criteriosa e evolui de forma a suportar seu posicionamento, incluindo o desenvolvimento de serviços complementares aos produtos ofertados.

A REI (Recreational Equipment, Inc) é uma loja com um propósito e um posicionamento muito bem definidos: estimular um lifestyle outdoors. Este estímulo é feito para todos aqueles que se relacionam com a loja. Seja um funcionário ou um cliente. A loja funciona em um modelo de cooperativa, onde os clientes associados recebem de volta, periodicamente, 10% do valor gasto em compras. Este talvez seja o benefício mais tangível da cultura REI.

O estímulo à vida saudável está além de todo seu portfólio de produtos e nos detalhes dos serviços prestados tanto na loja como no digital. Os clientes podem realizar reparos em suas bicicletas e skis, além de agendarem aulas de bicicleta, corrida ou esportes de neve. A loja passa a ser curadora de lifestyle outdoors e as atividades são realizadas tanto dentro como fora da loja.

3 – FORTE CULTURA E VALORES

É comum ver a oferta cair de nível com o passar do tempo. A forte cultura e valores dão energia e direção ao longo dos anos para suportar o posicionamento e sua execução, amadurecendo o negócio.

4 – EXECUÇÃO COM EXCELÊNCIA

Executar com excelência não se restringe somente a montar uma gôndola bonita e mantê-la sem ruptura. A execução passa pelo perfeito controle do abastecimento, manipulação, exposição, reposição e treinamento da equipe de atendimento para que este atue com um papel mais amplo do que “se precisar de ajuda é só chamar”. A loja bem executada tangibiliza a proposta de valor da empresa, transformando a loja em uma curadora de produtos e serviços para os seus clientes.

Citar a Whole Foods pode parecer óbvio em qualquer indicador de boas práticas do varejo. Só se torna obvio por que eles sabem as respostas para nossas indagações. Para as mais diversas operações varejistas, construir uma empresa com os fortes valores culturais como a Whole Foods e executa-los com excelência e consistência é um grande desafio. Ao entrar em uma loja, procure saber mais sobre algum alimento em exposição e você terá toda orientação necessária para tirar o melhor proveito daquele item.

5 – CRIAÇÃO DE EXPERIÊNCIA

O desenvolvimento de experiências memoráveis e surpreendentes no varejo é fundamental para empresas que procuram por diferenciação no mercado cada vez mais comoditizado. A EchoPark Automotive no Colorado, EUA é uma loja de carros usados com uma proposta de transformar um modelo que tem a desconfiança do cliente e a falta de transparências nos serviços como fortes características do mercado. A empresa desenhou seu modelo de negócio baseado na experiência que a loja e seus funcionários criam para seus clientes. Todo o processo de avaliação dos automóveis é automatizado e transparente. O ambiente foi desenvolvido com foco no bem estar do cliente, fortalecendo o conceito do negócio “Todo carro merece um proprietário feliz”.

6 – CRIAR ESCALA

Um modelo de varejo vencedor é aquele que consegue expandir sua atuação de maneira consistente, fortalecendo seu propósito de maneira financeiramente saudável e lucrativa.

7 – RESPONSABILIDADE SOCIAL E COM MEIO AMBIENTE

O negócio que é estruturado pensando além de suas lojas consegue fortalecer sua marca e sua relação com a comunidade. As contrapartidas sociais e sua responsabilidade com o Meio Ambiente devem fazer parte de sua estratégia de atuação. A Pret a Manger, uma rede com mais de 400 lojas, em 6 países, 9 mil funcionários e um faturamento com cerca de U$1 bilhão, tem em seu modelo de negócio a venda de produtos frescos e naturais em lojas estilo conveniência.

Todos os produtos são elaborados no mesmo dia, sem data de validade. Aquilo que não for consumido no dia é retirado das gôndolas e levado para uma central de distribuição destes alimentos para instituições de caridade. Na Pret A Manger, o consumidor ganha com a oferta de produtos sempre frescos e a comunidade ganha com a oportunidade de receber doações de alimentos de qualidade.

> * Alexandre van Beeck é é sócio-diretor da GS&Consult.

> Fonte: Portal Mercado e Consumo.

> Texto também publicado no site da FCDL.

CDL Palhoça

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