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Copa do Mundo e Varejo

Eletroeletrônicos, eletrodomésticos e artigos de vestuário esportivos devem ser os artigos mais procurados durante o maior evento de futebol do ano. Associado da CDL Palhoça, confira mais detalhes abaixo o artigo.

Copa do Mundo deve movimentar R$ 1,51 bilhão no varejo

A maior parte dos convocados de Tite já está concentrada com a seleção brasileira, iniciando a preparação rumo à Copa do Mundo, que começa no dia 14 de junho. Já no varejo nacional, o foco é aproveitar o maior evento do futebol mundial para elevar as vendas. Pelo menos nos números previstos, há razões para otimismo. A previsão de faturamento é de R$ 1,51 bilhão no comércio varejista brasileiro em razão da Copa, desde os dias que antecedem até o final da competição.

Dessa receita prevista, a maior movimentação deve ser no Estado de São Paulo, com 34,7% do total. Em segundo lugar, nas estimativas da CNC, deve aparecer o Rio de Janeiro, com 8,5%, seguido de Minas Gerais (8,3%).

Guilherme Almeida, economista da Fecomércio MG, lembra que historicamente há grande procura por eletroeletrônicos, eletrodomésticos e artigos de vestuário esportivos, mas também bom movimento nos supermercados. “Embora ainda haja uma recuperação lenta do emprego e da renda, a Copa do Mundo é uma paixão nacional e sempre movimenta a economia, estimulando os empresários, sobretudo nos setores de comércio e serviços”, ressalta. O economista lembra que os ganhos costumam ser proporcionais ao desempenho da seleção brasileira.

> Fonte: Portal SM.

> Texto também publicado no site da FCDL.

Gestão de estoque

Controlar o estoque é uma atividade muito comum entre os varejistas, mas que requer um cuidado redobrado porque, afinal, dinheiro parado não rende. Assim, lojista associado da CDL Palhoça, confira abaixo um artigo para ter sucesso na gestão de seu estoque:

O segredo do sucesso para a gestão de estoque

Toda empresa que trabalha com revenda de produtos e demanda a formação de estoques tem o desafio de comprar e vender produtos no momento correto. Uma vez que a atividade central é a revenda de produtos, não vender significa estoque empoeirando dentro da empresa, que por sua vez significa dinheiro parado não rentabilizado.

Infelizmente, há muitas empresas apenas focando no monitoramento da receita em curto prazo, sem olhar para o comportamento dos estoques e o seu prazo de pagamento. Aí mora a maior armadilha de uma deficitária gestão de estoque.

Se esta é a realidade da sua empresa ou caso queira se prevenir deste grande equívoco, entenda que há três pilares fundamentais na gestão, seja ela qual tamanho ou segmento for: fluxo de caixa, gestão de estoque e atendimento ao cliente. E acredite: a gestão de estoque está em cada pilar.

Esse tipo de gestão demanda a existência de um controle adequado sobre os processos de inventário, cadastro, distribuição, performance de venda e definição de sortimento. Confira a correlação entre eles:

Inventário: nesta etapa o varejista deve garantir a correspondência daquilo que tem fisicamente no estoque e registrado no sistema.

Cadastro: cadastros incorretos podem gerar avaliações incorretas sobre a existência de produtos, bem como sobre o volume disponível (quantidade);

Distribuição: a alocação indevida de volumes entre os pontos de venda de um varejista pode gerar acúmulo de estoque em algumas unidades e falta de estoque em outras;

Performance de venda: o monitoramento adequado de venda permite uma resposta mais ágil do varejista na correção de preços e no abastecimento.

Sortimento: a definição de um sortimento de produtos inadequados para o perfil de consumo do público alvo da loja, pode gerar estoque parado dada a baixa performance de vendas.

Todos esses processos abrem um leque de indicadores que, impreterivelmente, devem ser monitorados na gestão de estoques.

Indicadores com Giro de Estoque, Cobertura de Estoque, Overstock, Perda de Inventário, Aging e Ruptura podem ajudar a empresa a melhor identificar a qualidade de seu estoque e as correções de rotas a ser feitas. Importante pontuar o PMP, um indicador que mede o prazo médio dos pagamentos realizados ou a realizar para os fornecedores.
Para o varejista é crucial que a venda do produto ocorra antes da necessidade de pagá-lo ao fornecedor, isso porque não gera a necessidade de captação de recursos para esta finalidade. A falta de sincronia reduz a disponibilidade financeira do varejista e sua capacidade de realizar novas compras.

Diante de tudo, é preciso ressaltar o principal elo: o cliente. O produto adquirido pelo varejista mas não disponível ao cliente por falha no estoque gera insatisfação. Já a restrição de fluxo de caixa limita a reposição ou compra de novos produtos, e alcança indiretamente seu cliente.

> * Pedro Ribeiro é sócio fundador da Peers.

> Fonte: Portal Newtrade.

> Texto também publicado no site da FCDL.

17/01/2018

Tecnologia ajuda a personalizar ofertas no varejo

Com o avanço da tecnologia, as organizações começaram a aprimorar processos para oferecer uma melhor experiência aos clientes. No varejo, as lojas adotaram tecnologias para reduzir filas e o tempo de entrega das compras, por exemplo. E agora, estão investindo na personalização do atendimento, promoções e mix de produtos. Algo que já acontece no e-commerce, mas pouco nas lojas físicas.

O conceito, em geral, não é novo. Os setores de varejo e serviço sempre buscaram a personalização, mas, em geral, as ações ficavam restritas a artigos de luxo. Porém, todo mundo gosta de ser reconhecido e sentir-se especial. Essa premissa, juntamente com a popularização das tecnologias e o crescimento da importância dada pelas empresas à experiência do consumidor (a chamada “era do cliente” em que estamos vivendo), deu ao conceito uma nova abordagem e democratizou a personalização.

O primeiro passo para torná-la realidade no varejo físico é obter dados dos clientes, para conhece-los melhor. Antes, era necessária uma pessoa altamente qualificada com essa única função. Entretanto, hoje, várias tecnologias podem ajudar, como oferecer wi-fi ao consumidor que, para usá-lo, precisa se cadastrar com dados de uma rede social ou simplesmente nome e e-mail.

A instalação de câmeras também simplifica essa rotina. Elas automatizam a coleta de dados – gênero, faixa etária, setores e prateleiras que os clientes gastam mais tempo e, até mesmo, expressão facial – analisando a reação das pessoas diante de um produto novo e ajudam a direcionar a estratégia de go to market de forma mais assertiva.

Com os dados em mãos, é hora de analisá-los e correlacioná-los. Essa etapa é fundamental para a personalização ser efetiva e não mais baseada em percepções. Até mesmo porque, os insights extraídos são diferentes em cada estabelecimento. Por exemplo, em uma farmácia, apenas cinco segundos em frente a um produto são suficientes para que o cliente o compre, enquanto em uma loja, são necessários ao menos 30 segundos.

Quanto mais automatizada for essa avaliação, mais rápida será a ação e, consequentemente, o seu retorno. Porém, mais importante do que coletar e analisar os dados, é gerar valor a partir deles. Os insights obtidos nessa base de dados podem ajudar a oferecer um atendimento próximo e especializado, promoções exclusivas e, inclusive, melhorar o mix de produtos de acordo com o perfil do público que frequenta o estabelecimento.

Isso pode ser feito de várias maneiras e com diferentes tecnologias, mas, em geral, envolve três grupos: sensores para coleta de dados, wi-fi, câmeras, aplicativos e beacons; soluções de análise de informações; e plataformas para escalar as ações exclusivas, como aplicativos, e-commerce e CRM.

Essas tecnologias podem ajudar a criar um ciclo virtuoso, impactando positivamente a receita das varejistas, que passam a atender melhor e a vender mais. E, embora o varejo opere com margens muito pequenas, o retorno da personalização já está comprovado e deve ser o foco das empresas que desejam melhorar seu atendimento com ganhos de escala e competitividade.

> * Christian Rempel é consultor do segmento de varejo da Logicalis.

> Fonte: Portal Administradores

> Texto também publicado no site da FCDL.

19/12/2017

Lojas ainda estão nos anos 90, diz consultoria KPMG

“A gente compra na loja física basicamente como comprávamos na década de 90.” Essa é a percepção de Frank Meylan, sócio da KPMG. O consultor avalia que o varejo nacional ainda está atrasado, mas que o movimento para recuperar o tempo perdido e entrar de vez na era digital acelerou em 2017 e deve seguir nessa toada em 2018.

Meylan crê que a crise econômica ajudou a retardar a transformação digital no varejo e algumas tecnologias já disponíveis estão demorando para entrar no mercado. Ele destaca o rastreamento de clientes na loja física, que permite conhecer as posições mais visitadas da loja, além de sistemas que identificam o cliente assim que ele cruza a porta e passar suas informações de consumo ao vendedor.

O setor bancário é apontado pelo consultor como o grande case nacional de transformação digital, que conseguiu, depois do internet banking, o que parecia impossível, criar uma sensação de fidelidade entre bancos e clientes. Os bancos conseguiram reduzir consideravelmente as reclamações relacionados ao pesadelo de passar horas esperando em uma fila, por exemplo, e fizeram de seus sites e aplicativos o laço capaz de segurar o consumidor junto à instituição.

Atendimento personalizado

Os sistemas de obtenção de dados e análise prometem oferecer a oportunidade aos grandes varejistas de desenvolver uma relação muito mais próxima com os milhões de consumidores que frequentam suas lojas.

O Big Data permite acesso preciso aos hábitos de consumo de cada um dos clientes, entregando a eles promoções específicas, como se recebessem um encarte personalizado, com descontos exclusivos para aquele produto que ele consome mais. Tudo isso a partir de um programa de fidelidade e um aplicativo.

A KMPG tem apostado em sistemas de digitalização de rótulos para atender a tendência cada vez mais pujante de personalização do atendimento nos grandes varejistas de alimentos. A ideia é colocar dentro do smartphone do consumidor informações detalhadas das propriedades daquilo que ele está consumindo, promovendo e explorando o consumo consciente.

Além de entregar informação ao consumidor, o sistema permite ao varejista conhecer o comportamento das pessoas e criar uma engenharia de tráfego dentro da loja. “Se eu tenho a informação, posso direcionar meu cliente dentro da loja, colocando-o em contato com os produtos que ele prefere de acordo com a sua orientação. Se ele for vegano ou vegetariano e quiser compartilhar essa informação, ele vai ser direcionado para os alimentos que respeitam essa orientação”, explica Meylan.

> Fonte: Portal No Varejo

> Texto também publicado no site da FCDL.

18/12/2017

Após três anos de queda, Natal deve ter expansão de vendas

Depois de três anos consecutivos com volume de vendas em queda, o varejo arma estratégias comerciais e de marketing para tentar voltar a registrar crescimento neste Natal. Tudo indica, pelo planejamento das varejistas, que haverá crescimento neste ano, na faixa de um dígito. A base de comparação, o Natal de 2016, é fraca, mas há executivos detectando aumento de demanda de fato.

Redes médias e pequenas, as mais afetadas pela crise, identificaram certa melhora na demanda e fizeram pedidos para a indústria de eletrônicos e móveis 6% a 8% acima dos de 2016. Há crescimento um pouco mais forte na demanda para determinados modelos de televisores, ou seja, acima de 50″, móveis e celulares, já identificado em novembro.

As ações do varejo envolvem planos de pagamento e iniciativas de marketing. Tem sido ampliado o envio, por e-mail ao cliente, de ofertas de produtos pesquisados nos sites, mas que não foram transformados em vendas.

> Fonte: Portal Eletrolar.

> Texto também publicado no site da FCDL.

CDL Palhoça

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