FCDL/SC renova parceria para combate à pirataria

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Entidade do varejo catarinense compõe o Conselho Estadual temático | Foto: Kelly Suzuki/CDL Fpolis.

O combate à pirataria é uma das premissas da Federação das CDLs de Santa Catarina (FCDL/SC), que renovou na quinta-feira, 28 de abril, o termo de cooperação que mantém com o Conselho Estadual de Combate à Pirataria (Cecop) para este trabalho. Para Ivan Tauffer, presidente da entidade, a adesão é uma das formas de proteger o consumidor. “Precisamos somar esforços, pois os ilegais prejudicam tanto o lojista – pela concorrência desleal – quanto o consumidor, que não tem qualquer garantia ou defesa dos seus direitos”, afirma.

A FCDL/SC integra o Cecop e mantém o trabalho articulado com o varejo estadual para coibir a venda de produtos de procedência duvidosa. Para Jair Schmitt, presidente do Cecop, para acabar com a pirataria é necessário fazer um trabalho de “formiguinha” e de investigação. “Assim como os ambulantes daqui precisamos nos prevenir também com as ‘Feirinhas do Brás’, que agitam todo o estado com instalações improvisadas em estacionamentos ou centros de eventos”, pontua.

A renovação do termo aconteceu na CDL da Capital, durante o lançamento da campanha sobre o mesmo tema. Na avaliação de Marco dos Santos, presidente da entidade, esta prática acontece diariamente na região central e necessita ser coibida. “Os ambulantes atuam livremente pelos calçadões do centro”, denuncia. “É preciso fazer um trabalho educacional e institucional para conscientizar as pessoas e coibir estas irregularidades que prejudicam a saúde da população, o bolso dos comerciantes e enganam os consumidores”, afirma. O presidente da FCDL/SC complementa destacando a importância da parceria. “Diante da atual conjuntura econômica, a tendência é a pirataria aumentar. Por isso, nós, preocupados com essa questão, resolvemos combater incisivamente a pirataria”, destaca o presidente Ivan.

De acordo com o líder do movimento lojista no Estado, o consumidor é prejudicado ao associar-se ao mercado pirata. “São produtos irregulares, com defeito, baixa qualidade, sem possibilidade de troca e prejudiciais à saúde, então, o consumidor é extremamente lesado e acaba incentivando a criminalidade que há por trás da pirataria”, diz Ivan.

> Text originalmente publicado no site da FCDL.