CDL e ACIPI participaram de reunião de emergência na PMP

CDL e ACIPI participaram de reunião de emergência na PMP

Nessa segunda feira (30/03), foi realizada uma reunião emergencial na Prefeitura de Palhoça para tratar da crise causada pela pandemia do COVID 19. Sob a coordenação do Prefeito Camilo Martins e com a participação da Câmara de Vereadores, Polícia Militar, Ministério Público de Palhoça e as entidades empresariais CDL e ACIP, foram apresentadas as ações do Poder Público já em andamento para socorro de casos urgentes, como a alimentação das crianças da rede escolar pública, entrega de cestas básicas para as famílias do Bolsa Família e medidas para impedir aglomerações de pessoas nas ruas (especialmente os idosos), como forma de conter o contágio do Covid -19.

A CDL e ACIP concentraram suas demandas na defesa dos interesses da classe empresarial do município e na retomada gradativa das atividades paralisadas, sem desrespeitar, é claro, os protocolos de segurança sanitária. Após demorada discussão, ficou decidido que as duas entidades passarão doravante a ter participação ativa nas decisões sobre os próximos passos a serem tomados, no tocante à retomada da atividade econômica em Palhoça.

Solicitaram ainda a postergação do recolhimento de tarifas municipais pelo prazo de pelo menos 90 dias, incluindo IPTU, ITBI, Taxa de Lixo e Alvarás de Funcionamento e Alvará Sanitário. Pediram também para a PMP criar um “fundo de aval” para garantir e facilitar a obtenção de recursos para pequenos e médios empresários junto ao BADESC. O prefeito se prontificou a conversar com aquela instituição bancária, para avaliar essa possibilidade, através de seu fundo de inovação, avaliando que há boas perspectivas de aprovação.

O Vice Presidente da CDL de Palhoça, Anderson Silveira de Souza e o Presidente da ACIP, Ivan Cadore, compartilharam a mesma percepção do encontro:

– Foi muito produtivo, pois deixou clara a importância de participação da classe empresarial de Palhoça no processo decisório nessa fase da crise causada pelo Coronavírus.

– Compartilhamos sim, da prioridade à preservação de vidas, mas destacamos a necessidade de preservar também as empresas. São as empresas que geram empregos e renda, impostos e que representam a base econômica do município. A quebra do sistema produtivo pode inclusive, comprometer a própria subsistência financeira do sistema de saúde, grandemente onerado nesse momento por custos astronômicos.