Archive for julho, 2016

CDL Palhoça: Programa de Visibilidade Institucional

Dando continuidade à divulgação das seis áreas estratégicas que compõem a atual gestão da CDL de Palhoça, vamos destacar nesta semana o Programa de Visibilidade Institucional, coordenado pelas diretoras Maria Zélia Ferreira Duarte e Eliete Maria Martins.

Por meio do Programa de Visibilidade Institucional, a marca da CDL de Palhoça é divulgada no município e em toda a região com o objetivo de incrementar ainda mais os produtos e serviços oferecidos pelos lojistas.

“A CDL de Palhoça é, notadamente, uma das maiores do estado e, por isso, temos uma responsabilidade muito grande quando projetamos nossa imagem ao público”, comenta a diretora Eliete.

O segmento de eventos também é uma responsabilidade do Programa e incluiu a participação da entidade em diversas festividades do município. “Claro que também realizamos uma série de eventos próprios, como o já tradicional Baile do Comércio, que este ano vai para sua vigésima edição”, explica a diretora Zélia.

Em 2015, foram criadas feiras sazonais de queima de estoque e eventos promocionais para retenção dos consumidores no município (“Bazar da Moda – Liquida Palhoça” e “Feirão do Imóvel”), com acordo fechado para repetirem-se ambos os eventos anualmente. Outro destaque foi a sedimentação do marketing como atividade permanente da CDL, através do Departamento de Eventos. Vale destacar ainda os vários encontros tanto do Clube Mulher CDL quando do Núcleo Imobiliário.

Para o Presidente da CDL de Palhoça, Josué da Silva Mattos, o Programa de Visibilidade Institucional é como um cartão de visitas da entidade: “Zelamos pela nossa imagem construída com o apoio dos lojistas ao longo de quase 30 anos de existência. Por isso, sempre buscamos divulgar o que há de melhor em nossa cidade, enaltecendo o trabalho de nossa população, com respeito e qualidade de informação”.

A informação, aliás, é outra parte importante do Programa, que incluiu a assessoria de imprensa com os jornais da região, além da divulgação dos trabalhos da CDL nas redes sociais e no site da entidade.

 

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Diretora Eliete Maria Martins

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Diretora Maria Zélia Ferreira Duarte

Sete dicas para escolher melhor o ponto de venda

O empreendedor planejou, se organizou financeiramente e escolheu um negócio para chamar de seu. Mas, e agora, qual é o próximo passo? Escolher o local onde o negócio vai funcionar. Nem sempre fácil, esta tarefa é, talvez, a mais estratégica para o sucesso do negócios, principalmente quando falamos de varejo. A tarefa pode ser bem complicada, por isso, Guilherme Siriani, sócio-diretor da ba}Expansão, consultoria especializada em gestão de redes, varejo e franquias, listou os principais passos para escolher o melhor ponto para o seu negócio.

1. Conheça seus futuros vizinhos 

Quando se vai alugar uma casa para morar, por exemplo, muitas pessoas têm curiosidade para conhecer o vizinho antes de fechar o negócio. Segundo Siriani, isso deve ser feito também na hora de escolher um ponto para o negócio. “O ideal é que o interessado vá ao local e conheça as pessoas e os negócios que a circundam. Elas podem ser muito úteis para dar feedback sobre a região, como fluxo de pessoas, carros, ramos de atividade mais demandadas ali, além é claro de dar detalhes sobre a segurança do local e até curiosidades importantes do bairro”, diz o especialista.

2. Prepare-se para negociar

Informação é poder. Após selecionar um ponto, o interessado deve partir para a negociação. “É neste momento que as informações, como o preço do metro quadrado da região e, até mesmo, o preço dos aluguéis de espaços concorrentes podem se transformar em importantes argumentos para persuadir o proprietário do imóvel pretendido. Também é importante ter uma certa frieza, sabendo a hora certa de ceder, mas sem perder o foco no budget pré-definido no planejamento”, afirma o consultor.

3. Fique de olho olho na concorrência 

Saber quais negócios já funcionam na região é fundamental antes de escolher o imóvel. “Ao realizar a análise de disponibilidade de ponto é preciso olhar os polos de atratividade e concorrência da região”, aconselha Siriani. “O interessado deve observar se as operações que estão ali têm vida sadia, com lojas com fachadas bonitas, por exemplo, e se são de segmentos que complementam o negócio que se pretende abrir”, completa. Segundo o consultor, quanto mais lojas estiverem funcionando na região, mais o ponto de venda se torna atraente.

4. O negócio cabe aqui?

Uma pergunta simples mas que, segundo Siriani, muitas vezes é ignorada pelos empreendedores. “É preciso saber se o ponto pode sofrer adaptações e quanto isso impacta no orçamento do empreendedor. Este, aliás, pode ser um bom argumento para pedir desconto antes de fechar o negócio”, diz o sócio-diretor da consultoria.

5. Como o cliente pode chegar até aqui?

O empreendedor deve relacionar o produto ou serviço que vai oferecer com o movimento da região e como as pessoas têm acesso ao ponto escolhido. “Lojas de artigos para a casa, por exemplo, devem estar no caminho de volta e não de ida do cliente, enquanto locais de alimentação têm de estar em locais onde o fluxo de pessoas no horário de pico seja favorável para o consumo dos produtos”, lembra.

6. Comprar ou alugar?

Segundo o consultor, o aluguel é um bom ponto de partida. “Alugar é mais aconselhável, porque desta forma o empreendedor não está comprometendo o capital em um imóvel, ainda mais no início, em que o investimento com a operação, fluxo de caixa e estoque são maiores”, afirma. A compra do imóvel, porém, pode ser considerada para uma segunda loja, já com mais conhecimento das particularidades do negócio e mais experiência adquirida.

7. Como escolher entre dois pontos?

Pior do que não encontrar um ponto para abrir o negócio é encontrar dois ótimos pontos e não conseguir se decidir sobre qual é a melhor opção. Para que os empreendedores não se precipitem e acabem escolhendo o errado, Siriani dá a última dica: “perca tempo e use a matemática”. Segundo ele, a melhor saída é contar quantas pessoas passam em cada um deles por dia e também nos finais de semana. “Além disso, algumas perguntas-chave podem servir para desempatar: o local é acessível?, os pedestres podem chegar tão facilmente quanto quem está de carro, por exemplo?”, finaliza.

> Fonte: Portal No Varejo

> Texto também publicado no site da FCDL.

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Varejo deve mudar gestão do negócio até 2018

roupasvarejoO omnibusiness está direcionando os negócios no Brasil e devem pautar mudanças na gestão. Ainda que isso não seja tão visível agora, será em um futuro bem próximo, provavelmente em 2018. É o que mostra recorte do estudo Top of Mind, feito pela KPMG em parceria com a The Consumer Goods Forum. O estudo foi feito com 400 empresas de varejo e bens de consumo em 27 países.

O Brasil representa em torno de 10% das respostas e o varejo detém 98% da amostra. O estudo mostra que 32% dos respondentes disseram que planejam mudanças na gestão dos negócios até 2018 – tudo isso para transformar suas operações por meio da tecnologia em omnibusiness. Ou seja, o varejo, que no Brasil ainda não investe em tecnologia, está começando a colocar o tema no orçamento. 

“As empresas que são consideradas líderes, têm uma intenção de uso e investimento em tecnologia muito maior do que aquelas que não são líderes. Quem investe em tecnologia não é líder por acaso, mas é porque reconhece a importância disso. Se o empresário não consegue ou não se preocupa, fatalmente ele nunca vai ser o líder ou nunca vai estar em destaque no setor, ainda mais agora com tantas mudanças no comportamento do consumidor”, explica Marcus Vinícius Slemenian, sócio da KPMG.

De fato as mudanças no comportamento dos consumidores é o que têm acordado os executivos do setor para efetuar mudanças no médio prazo. “Essa transformação não é uma vontade, um desejo, é uma necessidade”, afirma Paulo Ferezin, sócio da KPMG. “A transformação do consumidor foi tão rápida e veloz que em algum momento ela passou a pautar a sobrevivência do setor. As empresas que não conseguirem olhar para o omnibusiness, que inclui o cliente no centro e como dono das decisões, vai ficar fora do mercado”, afirma.

Os especialistas explicaram que colocar o consumidor no centro de todas as estratégias, entender que a jornada de consumo é ditada por ele e antever seus passos nessa jornada não é apenas uma questão de momento da economia – são transformações irreversíveis. “Quem entender isso, vai sair a frente e levar uma maior fatia do negócio. O consumidor é quem decide e ele está forçando, seja a indústria ou o varejo a mudar”, afirma Ferezin.

O que trava

Essas mudanças na gestão, contudo, não serão fáceis. Ainda há questões que não estão nas mãos do varejo brasileiro, mas que barram transformações dos negócios de hoje para omnibusiness. “É uma dificuldade global. Para conseguir integrar operações, existem aspectos internos, tecnológicos de cobertura de mercado”, afirma Ferezin.

“Tem a questão de como você consegue dar a mesma experiência de compras para o cliente, independente de onde ele está navegando e realizando a compra. Com raras exceções de operadores globais, que têm conseguido evoluir com isso, ainda há uma dificuldade, principalmente aspectos de burocracia e investimentos”, afirma.

O especialista explica que para que no Brasil exista uma gestão em que os canais estejam integrados, as operações precisam estar embaixo de um único CNPJ. “Tem o aspecto tributário, que prejudica a operação, e a logística também”, afirma. “Mas também não é apenas uma questão de Brasil, porque você tem estratégias diferentes, modelos operacionais diferentes e integrar tudo isso aliado é complicado”, diz. O custo da tecnologia ainda é uma barreira no Brasil, afirmam os especialistas. “No Brasil investimento de tecnologia ainda é muito caro. Sem contar o custo para a implementação de tudo isso, que é alto”, afirma Ferezin.

Ainda assim, os orçamentos começam a ser ajustados, uma vez que os investimentos em ferramentas devem aumentar. Os dados mostram que as empresas pesquisadas estão investindo em análise de dados e tecnologias inteligentes para promover as transformações das quais precisam a médio prazo: hoje, 29 dos executivos estão usando análise de dados. Nos próximos dois anos, esse porcentual subirá para 58%. Em 2018, 59% dizem que vão usar análise preditiva, 54% vão utilizar análise do caminho percorrido pelo cliente até o momento da compra e 43% colocarão no orçamento tecnologias de inteligência artificial.

> Fonte: Portal No Varejo

> Texto também publicado no site da FCDL.

Palhoça conta agora com seu Observatório Social

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Anderson e Ney no evento

Em evento realizado no último dia 20/07/2016, o Observatório Social de Palhoça (OSPH) entrou oficialmente em atividade, juntando-se a mais de 100 outros espalhados por 18 estados brasileiros.

O evento, que ocorreu na sede da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) de Palhoça, contou com a participação do Presidente do Observatório Social do Brasil, Ney da Nóbrega Ribas, que presidiu a Assembleia Geral de fundação do OSPH.

O Observatório Social de Palhoça é um importante instrumento que tem como objetivo principal auxiliar e fiscalizar as contas públicas do município (incluindo Prefeitura e Câmara de Vereadores) de forma preventiva, contribuindo com estes poderes na avaliação de editais, concorrências públicas e compras dos poderes.

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Diretoria eleita

Integram o OSPH representantes de várias entidades, como a CDL de Palhoça, ACIP, Lions Clube, Rotary, Igreja Luterana, Delegacia do CRC de Palhoça, OAB Palhoça, CADI Palhoça, IAB Palhoça, MPSC (Ministério Público), CGU SC (Controladoria Geral da União) e Lojas Maçônicas de Palhoça, sendo que cada uma delas deve participar com dois membros.

Durante o evento que marcou a fundação da entidade, os presentes elegeram Anderson Silveira de Souza como Presidente da OSPH. Anderson é diretor da CDL de Palhoça e um dos responsáveis pela criação do Observatório.

Convém destacar que a participação da população é fundamental para que o OSPH logre êxito em suas atividades. Assim, qualquer cidadão pode atuar denunciando irregularidades, fiscalizando obras e serviços públicos. Profissionais de áreas específicas, como contadores, engenheiros, advogados, entre outros, também auxiliam o OS avaliando a necessidade das obras, conferindo se as despesas não estão exageradas, se os editais estão dentro das leis, entre outras ações. Porém, é importante frisar que para participar do OSPH, a pessoa não pode ter vinculo partidário, pois os Observatórios Sociais devem ser apartidários, isentando-os de interesses políticos.

A cerimônia de fundação também foi prestigiada por diversos representantes das entidades participantes além do público palhocense interessado em ver uma cidade mais justa, com os recursos públicos municipais investidos de forma honesta e coerente.

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Público no evento

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Público no evento

 

 

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Foto oficial

Conheça as quatro regras de Luiza Trajano para o trabalho

luizaLuiza Trajano é a mulher no topo do mercado varejista brasileiro. Depois de exercer por sete anos o cargo de CEO do Magazine Luiza, ela passou o bastão para seu sobrinho esse ano e hoje ocupa a presidência do conselho do grupo. Sua carreira em gestão empresarial começou na área de vendas, aos 12 anos, quando abriu mão das férias escolares para trabalhar.

Depois dessa experiência, começou uma longa trajetória dentro da rede de lojas fundada por sua tia – também Luiza, que dá nome ao grupo. Desde 1991, quando se tornou superintendente, começou uma ascensão para cargos mais estratégicos que culminou na presidência, época em que foi considerada pela Forbes uma das três mulheres mais poderosas do Brasil. Ainda assim, faz questão de manter o olho na operação e não se distanciar do dia a dia da empresa.

A seguir, veja quatro dicas que ela compartilhou com exclusividade com os leitores do Na Prática e que fazem parte do minicurso por e-mail ‘Conselho de CEO – Aprenda sobre a carreira em gestão empresarial com grandes líderes’.

Dica 1: A estratégia nasce na ponta

No programa de trainee do Magazine Luiza, os participantes passam três meses nas lojas. Entender a ponta do negócio – onde acontece o contato com os clientes – é essencial para todos os profissionais, e deve servir de base para a estratégia do negócio.

Dica 2: Saiba renunciar

Para Luiza Trajano, uma das atitudes que moldam um líder é a vontade de participar, de fazer, sem medo de errar. Buscar ir além do que você sabe. Em vez de “ver a banda passar”, faça parte da banda. Isso exige tempo e energia, e em muitos momentos vai significar abrir mão de horas de sono ou lazer. É importante saber quando fazer essa escolha, e buscar sempre o equilíbrio.

Dica 3: Não seja centralizador

Para não acumular tarefas e conseguir fazer as coisas acontecerem, é necessário saber delegar e confiar na execução das outras pessoas. Para Luiza Trajano, esse é o segredo para fazer o dia render e arrumar tempo para as suas tarefas dentro e fora do trabalho.

Dica 4: Tire lições dos fracassos

Por mais clichê que possa parecer, é importante insistir na ideia de que é possível evoluir por meio das falhas. Para isso, você deve buscar o aprendizado por trás de cada situação que deu errado, e criar uma estratégia para não repetir esse erro. Nas palavras de Luiza Trajano, trata-se de “abrir espaço para novos erros”.

> Fonte: Portal Gouvêa de Souza

> Texto também publicado no site da FCDL.

CDL Palhoça

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