Posts Tagged ‘Consumidor’

Valorize a disposição dos produtos

Numa loja física, a boa disposição dos produtos pode fazer toda diferença na hora do cliente definir sua compra. Por isso, lojista associado da CDL Palhoça, fique confira os dados de uma pesquisa encomendada pela Associação Brasileira da Indústria de Equipamentos e Serviços para o Varejo (Abiesv) que revelam a importância da exposição correta dos produtos, entre outros itens que podem tornar sua loja muito mais atraente para o consumidor:

Consumidor brasileiro valoriza exposição dos produtos em loja

Da fachada da loja até o seu provador foram vários os tópicos abordados pela pesquisa encomendada pela Associação Brasileira da Indústria de Equipamentos e Serviços para o Varejo – Abiesv, realizada pela Qualibest, primeiro Instituto de Pesquisas online do País (com mais de 250 mil usuários cadastrados). Entre as várias constatações importantes aos lojistas estão 56% dos consumidores (de lojas de shopping), de um universo de 616 entrevistados, acham que o fator mais importante em um estabelecimento comercial é a boa disposição dos produtos; 53% se importam com o serviço de caixa, que deve ser rápido; e 39% querem amplo espaço para circulação.

E, ainda, 38% se preocupam com a boa climatização (ventilador e ar condicionado) e 31% com bons provadores. No caso de consumidores de lojas de ruas, as porcentagens sofrem algumas poucas alterações. Chama a atenção, por exemplo, a boa climatização que sobe para 43%.

O consumidor, também, nota outros aspectos, mas com menor relevância, como bons provadores (32%), boa sinalização de setores (23%), fachada atrativa e espaço para descanso, como sofás (ambos com 17%) e música ambiente agradável (12%). Segundo Akira Nagata, presidente da Abiesv, o estudo faz parte de uma série de sondagens que pretende mapear o comportamento do consumidor brasileiro, com a intenção de fornecer informações para subsidiar a cadeia de fornecimento do varejo abrangida pela Associação.

“Apesar do avanço digital, sabemos que há consumidores que não deixam de comprar em lojas físicas ou os que adquirem produtos em canais físicos e digitais. Nosso objetivo é buscar insights que possam fazer com que o setor esteja alinhado às ideias de consumo e que possa contribuir ainda mais com a criação de espaços agradáveis para os clientes”, explica Nagata.

Fachada atrativa

Comparando aspectos físicos da loja em geral, como espaço, provadores, caixa, entre outros, a fachada não aparece com alta relevância. Porém, é um aspecto fundamental para atrair consumidores à loja. Por meio dela, consumidores já conseguem ter uma primeira impressão se possuem identidade e se combinam com a loja.

De acordo com o universo pesquisado, 63% acham que a fachada é fundamental para identificar a marca; 59% identificam se a loja combina com seu gosto pela fachada (destes, 62% são do sexo feminino).

Analisando a fachada, 57% dos entrevistados decidem se vão entrar na loja ou não (60% do sexo feminino) e a mesma porcentagem já sabe se a loja é cara ou barata. E, ainda, 50% já sabem se tem produtos de qualidade pela fachada.

Provadores amplos

A maior parte dos consumidores costumam usar o provador antes de comprar (74% sempre e 22% as vezes). E o mais importante é encontrar um provador com espaço amplo, foi o que apontou 30% dos entrevistados. Uma boa iluminação, também, está entre os principais requisitos (20%), seguido de ter uma boa ventilação (18%), vários espelhos (15%) cabideiro (11%e poltrona (7%).

Universo – dos entrevistados, 51% são do sexo masculino e 49%¨do feminino. Entre 18 e 66 anos de idade (55% deles estão entre 25 e 44 anos). São das classes sociais A, B e C, de várias partes do País, mas predominantemente dos estados de São Paulo (27%) e de Minas Gerais (12%). Destes, também 79% costumam fazer compras em lojas de shopping centers, 57% em lojas de comércio de rua e os demais em feiras livres e outros. 54% fazem compras também pela Internet.

> Fonte: Portal Newtrade

> Texto também publicado no site da FCDL.

Mudança de comportamento dos consumidores

Uma interessante pesquisa revela que experiências pessoais têm atraído mais os jovens do que os bens de consumo. O estudo é foi realizado nos EUA, mas pode apresentar uma mudança no comportamento do consumidor mundial. Confira mais informações no artigo a seguir:

Jovens gastam mais com comida do que com roupa, aponta pesquisa

Um estudo da Piper Jaffray publicado no portal eMarketer aponta que os adolescentes gastam mais dinheiro com comida do que com roupas. O resultado é consequência da mudança de comportamento dos consumidores no geral, com maior procura por experiência do que por bens de consumo. Os jovens têm liderado essa transformação, segundo as pesquisas.

Adolescentes americanos de renda média gastaram, segundo a Piper Jaffray, 21% do seu dinheiro em comida contra 19% em roupas. A proporção para adolescentes de alta renda foi de 24% contra 20%. A Starbucks lidera a preferência dos adolescentes, seguida por uma rede de fast-food de frangos fritos. No segmento de roupas, a campeã é a Nike, seguida pela Adidas.

A idade média no estudo da Piper Jaffray era de 16 anos e a renda familiar média era de 66,3 mil dólares, o que presumivelmente é a renda dos pais. Segundo o portal, é provável que os adolescentes gastem mais do próprio dinheiro em comida. Os gastos com roupas acabam ficando muito mais na conta dos pais.

Gastos maiores

A pesquisa da Piper Jaffray mostra ainda que os gastos dos adolescentes aumentaram no último ano. Os jovens americanos estão gastando 6% a mais. A última pesquisa tinha apontado queda de 2% nos gastos na relação ano contra ano. Além de gastar mais, eles estão passando mais tempo comprando na internet. O tempo gasto em compras no ambiente digital passou de 17% no ano passado para 19%. Por outro lado, o tempo gasto em compras na loja física caiu de 41% para 38% neste ano.

> Fonte: Portal No Varejo

> Texto também publicado no site da FCDL.

07/11/2017

Seis coisas que o consumidor de 2030 vai exigir da sua empresa

Imaginar um mundo sem smartphones, redes sociais e plataformas digitais para fazer networking ou busca de empregos é quase impossível, mas era exatamente assim que vivíamos há 10 anos. Com a tecnologia impactando tanto a sociedade nos últimos anos, tentar imaginar como será o consumidor nas próximas décadas é um desafio árduo para qualquer empresa.

Definir como será o perfil do consumidor em 2030 é o mote de estudo de Tomás Duarte, CEO da Tracksale e embaixador do Building Global Innovators do MIT de Portugal.

“Identificar essas tendências é muito mais difícil porque o mundo está muito veloz. Antes, as empresas maduras ficam a mais tempo no mercado, mas hoje 89% das maiores empresas registradas em 1955 não existem mais”, diz.

Durante evento CX Summit, dedicado à experiência do consumidor, Duarte identificou seis problemas que as empresas têm hoje e que se tornarão exigências do consumidor do futuro.

1. Conectividade Global

A tecnologia deve influenciar ainda mais a vida dos humanos nas próximas décadas. Por isso, será necessário que todas as partes do planeta tenham conectividade com internet de alta qualidade. “Hoje nós sentimos necessidade de internet assim como sentimos de energia elétrica, mas a conectividade ainda é um problema em boa parte do mundo. Todas as empresas precisam investir em resolver esse problema o mais rápido possível, pois irá impactar potenciais consumidores que hoje não são atendidos, como em áreas remotas da Amazônia”, explica.

Duarte destaca que empresas consideradas a frente do seu tempo, como o Google e o Facebook, já se alertaram para a solução do problema. Exemplos disso são os balões Google Loon que circulam pelo mundo e a aposta da rede social em satélites de conectividade.

2. Uso do tempo

O ser humano está cada vez mais ligado ao tempo seja no trabalho, no lazer ou nas redes sociais e navegação em sites. Para o especialista, empresas que investirem em economia de tempo vão conquistar os consumidores nos próximos anos.

“O Waze é um sucesso no mundo todo porque faz com que a sociedade economize o equivalente a três dias por ano que seriam gastos em trânsito. Assim, vemos a tendência de criação de transportes elétricos e sob demanda, além de uma popularização muito forte dos drones até 2030”, diz.

Empresas como a Volocopter já apostam nesse tipo de serviço. Com a plataforma, será possível chamar um táxi-drone para chegar voando no lugar escolhido. O veículo, que parece um helicóptero, é totalmente autônomo e sem necessidade pilotos com autorização de voo.

3. Conforto

Com a tecnologia facilitando a vida do consumidor do futuro, ele tende a ficar mais exigente quando o assunto é conforto. Por isso, empresas que investirem em atendimento rápido e confortável serão as líderes nas próximas décadas.

“Para o cliente é muito positivo ter uma empresa que reduz o atrito e o esforço na hora dele consumir. Por isso empresas que apostem em tecnologias como jatos supersônicos que farão viagens intercontinentais durante 1h terão muito sucesso”, completa ao dizer que a Nasa, Boeing e AirBus são exemplos de empresas que estudam esse formato.

4. Ética

Se a sua empresa não está preocupada com a ética e transparência é melhor correr. Na estimativa de Duarte, ambos os temas serão tão importantes para os consumidores do futuro que o mercado criará formas de classificar empresas.

“Até 2030 teremos alguns modelos de validação para empresas. Uma espécie de selo que indicará que ela é ética, não corrupta, não pratica trabalho escravo e tem propósitos. Empresas que não se adequarem a isso provavelmente vão morrer”, diz.

5. Comunicação

As tecnologias também vão interferir a forma das pessoas se comunicarem e não estamos falando aqui apenas na troca de conversa orais por chats ou no uso de holográficos. A principal mudança nesse quesito, diz o especialista, será no bate papo entre pessoas de origens diferentes.

“Em breve não teremos mais cursos de línguas porque aprender outro idioma não será mais necessário, devido a dispositivos tecnológicos. E isso vai impactar diretamente no cliente porque ele terá acesso a empresas que nunca antes conseguiram entrar no nosso mercado devido a dificuldade de comunicação entre línguas muito diferentes”, completa. Entre as empresas que já estão empenhadas em traduzir diferentes línguas em tempo real está o Facebook e a Microsoft.

6. Fim do sentimento de posse

Dizer a um Millennial que ele precisa trabalhar por anos para adquirir um carro o fará rir. Para a geração atual, a relação de posse é muito diferente da que existia entre seus pais e avós. Por isso, o especialista acredita que as empresas irão mudar totalmente nos próximos anos.

“As empresas não vão mais vender produtos, mas sim entregar serviços através de assinaturas. Isso quer dizer, por exemplo, que não vamos mais ao mercado comprar barbeador, mas vão assinar para receber o produto mensalmente em casa”, completo.

> Fonte: Portal No Varejo.

> Texto também publicado no site da FCDL.

03/11/2017

Consumidor cada vez menos distingue varejo físico do virtual

A DOM Strategy Partners, consultoria 100% nacional focada em estratégia corporativa, realizou uma pesquisa com 529 empresas varejistas para descobrir em quais canais digitais elas pretendem focar suas atuações multicommerce neste ano. Os supermercados e hipermercados são os segmentos mais propensos a investirem em plataformas digitais como forma de maximizar a experiência multicanal com o cliente.

De acordo com o levantamento, 84% das companhias com este tipo de comércio deste modelo de comércio revelam que pretendem intensificar suas estratégias omnichannel focando em lojas virtuais. Outros estabelecimentos foram avaliados e os índices seguem com moda/têxtil (62%), franquias (61%) e flagships, conhecidas também como lojas conceito (58%).

Enquanto as lojas físicas olham para o ambiente online, o e-commerce, que já possuí presença consolidada na web, tem a intenção de fortalecer o atendimento ao cliente nas redes sociais, nos aplicativos e no modelo door to door (entrega porta a porta).

“A pesquisa constatou que os varejistas são cientes de que o consumidor não distingue mais online do offline. O desafio atual do varejo é o canalizar por quais meios mútuos serão realizados o relacionamento com o cliente. Esteja ele conectado às redes sociais, compartilhando, validando suas opiniões com amigos, pesquisando, indicando, aprendendo e desenvolvendo um ponto de vista. O varejo compreendeu que o caminho para estar mais próximo do consumidor final é a multicanalidade”, diz Daniel Domeneghetti, CEO da DOM Strategy Partners.

> Fonte: Portal Novo Varejo.

> Texto também publicado no site da FCDL.

02/11/2017

Sete lições para ter sucesso nas vendas diretas

A venda direta é um dos meios de negociação mais eficaz no mercado. De acordo com a Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABVED), em 2016 o setor movimentou cerca de R$ 40 bilhões e consolidou-se como uma fonte de renda segura para mais de 4,3 milhões de empreendedores autônomos.

Leonardo Castelo, fundador da Ecoville, primeira franqueadora de lojas de produtos de limpeza, lista sete dicas para quem pensa em trilhar este caminho e ter rentabilidade nos negócios. A Ecoville iniciou as operações em 2007 por meio das vendas diretas. Além das lojas físicas, a marca mantém o modelo até hoje. “É um formato que traz comodidade para o consumidor que já espera a visita dos vendedores para repor os produtos da dispensa”, comenta o fundador.

Estude o produto
Não se preparar para encontrar com os clientes pode ser um erro fatal. Por isso, antes de ir para a rua, estude minunciosamente as características dos produtos e serviços que serão oferecidos, até porque quanto mais argumentos você tiver durante a negociação, maiores serão as chances de vender.

Faça demonstrações
O consumidor gosta de testar os produtos, para ter certeza de que não se arrependerá da aquisição. Portanto, sempre tenha amostras grátis e embalagens extras para fazer demonstrações. Mesmo que o cliente não compre de imediato o que você está vendendo, ele certamente lembrará da experiência no futuro.

Use as tecnologias
Contar com a tecnologia na hora de vender é primordial. Um dos caminhos é criar grupos de conversação em aplicativos. Além de ser um canal para apresentar sua cartela de produtos de forma rápida, também é possível aproveitar a ferramenta para agendar encontros com os clientes e até em grupos para mostrar seus produtos. Por outro lado, não esqueça que os aplicativos devem ser usados com moderação para não irritar o cliente.

Conheça seu público
A grande vantagem de trabalhar com vendas diretas é o relacionamento diferenciado com cada cliente. Ao longo do tempo, é possível perceber quais são suas necessidades, manias e até mesmo como convencê-lo a comprar. Por isso, agrade sua carteira de clientes. Seja cordial, traga novidades que vão transformar a sua rotina.

Faça rotas
Antes de sair por aí tentando vender seus produtos em diversos locais, planeje uma rota diária para percorrer. Não se esqueça de criar uma periodicidade de visitas para que o cliente saiba que poderá contar com você na reposição de um produto, por exemplo.

Não force a barra
Se o consumidor der sinais de que não está interessado pelo produto oferecido, agradeça pela atenção e reforce que sempre estará à disposição. Se perceber que ele está sendo atencioso, pergunte quais são os bens de consumo de sua preferência, para que na próxima vez possa trazer um mostruário diversificado.

Cuide da aparência
A aparência do vendedor e do que ele está levando consigo é a vitrine de seu negócio. Chegar à casa do cliente para vender produtos de limpeza com um automóvel sujo, por exemplo, pode ser um fator prejudicial. Evite esse deslize, a aparência dos produtos, das ferramentas e do próprio vendedor podem ajudar e também atrapalhar as vendas.

> Fonte: Portal Falando de Varejo.

> Texto também publicado no site da FCDL.

CDL Palhoça

Click to open a larger map