Posts Tagged ‘Consumidores’

26/10/2017

92% da população tem interesse em programas de fidelidade

A população brasileira é realmente engajada aos programas de fidelidade? Para responder esta pergunta o Instituto Febrafar de Pesquisa e Educação Continuada (IFEPEC) realizou a pesquisa Opinião dos Consumidores sobre Programas de Fidelidade e os resultados mostram que, por mais que desejem, a grande maioria dos entrevistados (68%) ainda não participam de nenhum programa.

O desejo por participar de ações de fidelizações é demonstrado no levantamento, sendo que 92% gostariam ou gostam de participar e 84% acreditam que os programas de fidelidade oferecem grandes vantagens. A pesquisa ainda apontou que 84% dos consumidores que aderiram a programas compram frequentemente nas empresas onde são cadastrados.

Ponto interessante é que a maioria da população tem interesse prioritário por programas ligados a supermercados e farmácias. Foram 67% dos consumidores que afirmaram valorizar esses programas no caso de supermercados e no caso de drogarias 56%. Na sequência ficaram os grandes magazines com 23%, os restaurantes com 17% e as companhias aéreas com 15%.

Para a realização da pesquisa foram entrevistados 1.250 consumidores entrevistados presencialmente, via web ou por telefone das cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Curitiba, Florianópolis, Porto Alegre, Campo Grande, Goiânia, Vitória, Salvador, Recife, Fortaleza, Distrito Federal e Cuiabá, em uma parceria com o Instituto Axxus e a Unicamp.

“É interessante observar como os programas de fidelidades, que antes eram relacionados a produtos de um poder aquisitivo maior, agora encontram aceitação de um público mais amplo, tendo grande relevância em estabelecimentos que até então não se preocupavam com esse tipo de ação, como supermercados e farmácias. Reflexo é que observamos um crescimento muito grande no oferecimento desse tipo de ação de fidelização e quem ganha é o consumidor que usufrui de benefícios”, afirma Rodnei Domingues, do IFEPEC.

> Fonte: Portal Newtrade.

> Texto também publicado no site da FCDL.

14/09/2017

Com renda menor, consumidor quer produto mais simples

Na semana passada, Joelma Quioratto, de 20 anos, casada e sem filhos, teve de ir às compras. Apesar de ela e o marido estarem empregados e somarem renda de R$ 2 mil por mês, Joelma estava cautelosa com a situação financeira e não pretendia gastar. Mas o refrigerador quebrou: parou de gelar e estava estragando os alimentos. “Só comprei uma geladeira nova porque a antiga chegou ao limite, não tinha conserto.”

Na troca, Joelma privilegiou o preço. Ela gostaria de levar para casa um refrigerador de degelo automático (frost free), como a velha geladeira. Porém, acabou comprando uma geladeira de duas portas, mas de degelo manual. “Queria uma frost free, mas o valor está um pouco fora do orçamento. Então, optei por levar uma mais em conta, com as mesmas funções e um freezer que atende às minhas necessidades”, explicou.

Pela geladeira nova frost free ela teria de desembolsar R$ 2.699. Já o refrigerador com degelo manual saiu por R$ 2.199. Foi parcelado em 12 vezes, com prestações de R$ 183,25. “Optei pela prestação menor que cabe no meu orçamento.”
A racionalidade de Joelma na hora de ir às compras num cenário econômico ainda incerto já apareceu nos resultados de vendas do varejo. Pesquisa da consultoria GFK mostra que, no primeiro semestre, houve crescimento nas vendas do varejo de 15,9% no número de lavadoras semiautomáticas, popularmente conhecidas como tanquinhos, e um recuo de 0,8% nas lavadoras automáticas na comparação com o primeiro semestre de 2016. Falando nisso: Entenda com a TOTVS a urgência da cultura digital para o varejo Patrocinado.

No mesmo período, as quantidades vendidas de refrigeradores de duas portas com degelo manual aumentaram 3,6% e as de refrigeradores, também de duas portas, mas frost free, caíram 3%. A consultoria monitora 90% das vendas no varejo de eletrodomésticos ao consumidor final, incluindo o comércio eletrônico.
Para Henrique Mascarenhas, diretor de indústrias de tecnologia da consultoria GFK, os resultados não apontam para uma tendência de “volta ao tanquinho” por causa da perda de renda que houve em razão da crise. Na opinião dele, não se trata de uma tendência, porque não é algo estrutural, mas conjuntural. “No momento em que estamos vivendo, com dois anos e meio de recessão e desemprego alto, o consumidor passou a fazer escolhas e a buscar a melhor relação custo/benefício”, diz.

Paulo Miri, presidente de eletrodomésticos Brasil da Whirlpool, dona das marcas Brastemp e Consul, diz que percebeu o movimento no mercado. A fatia de refrigeradores com degelo manual nas vendas totais de mercado, que era de 57% em 2012, recuou para 37% em 2014 e hoje está em 38%. “Não acredito que a participação da geladeira de degelo manual no mercado total volte para o patamar anterior, de 50%.”

De toda forma, ele destaca que a retração maior nas vendas no mercado de geladeiras frost free ocorreu na região Nordeste por causa da queda no emprego e na renda.

Já a Arno, que fabrica tanquinhos, informa “que sentiu um aumento nas vendas de lavadoras semiautomáticas (tanquinhos), principalmente nas regiões Norte e Nordeste”, segundo Julia Castro, gerente de marketing. Hoje a fabricante tem três tipos de tanquinhos e pretende lançar novos modelos nos próximos meses.

Com o bolso mais apertado, o brasileiro optou pela compra de veículos usados e por consertar o que tem na garagem. De janeiro a julho, a venda de usados, incluindo motos, cresceu 7,9%, enquanto a de novos caiu 4,9%, segundo a Fenauto, que representa as lojas de veículos usados. Carro novo ou seminovo: Qual é o melhor investimento? Veja com a Racon Patrocinado.

Oficinas e lojas de autopeças também ganharam com a crise. O motorista Francisco Feitosa, de 48 anos, decidiu consertar o Voyage ano 2012 que usa para trabalhar. Foi preciso trocar a junta homocinética, pela qual pagou R$ 400, em três parcelas. A instalação ficou em R$ 150. “Hoje não tenho condições de comprar o carro zero que quero, um Corolla, que sai por R$ 80 mil.” Sua decisão foi captada pelas oficinas. No primeiro semestre, o movimento aumentou 20%, após já ter crescido 20% no ano anterior.

Lojas de autopeças também não reclamam. A rede Mercado Car registrou alta de 25% no faturamento só na unidade da Barra Funda, em São Paulo, no primeiro semestre, segundo o gerente José Augusto Martins. Na época em que o mercado de novos estava aquecido, o avanço era de 15% a 20%. A varejista, com seis lojas no Estado de São Paulo, vai inaugurar mais uma em Santo André, onde funcionava uma revenda de carros novos.

> Fonte: Portal Varejista.

> Texto também publicado no site da FCDL.

Consumidores mais novos gastam mais que as gerações mais antigas

Relatório divulgado pela Bankrate.com, que avaliou o hábito de compra dos millennials americanos, constatou que esta geração gasta mais com mantimentos do que com viagens. Em média, pessoas com idade entre 18 e 36 anos (os chamados Millennials), gastam 2.300 doláres a mais por ano em compras no supermercado, gasolina, restaurantes e celulares do que aqueles que têm 37 anos ou mais (Geração X). Por outro lado, os Millennials gastam 1.130 dólares a menos em viagens e televisão do que as outras gerações.

Embora os Millennials tenham muito menos poder de despesa do que outros grupos etários, esse dado faz sentido considerando as escolhas de estilo de vida da maior geração dos Estados Unidos. Especialmente quando são analisados os hábitos dos Millenials mais velhos, que já estão estabelecendo famílias, por exemplo. Estes gastam mais com mantimentos e transporte do que os mais jovens, que ainda vivem com os pais e possuem menos obrigações financeiras, portanto, podem gastar mais.

Para David Weliver, editor-fundador do Money Under 30, um site de finanças pessoais para jovens adultos, os millennials possuem um estilo de vida mais ativo, passam menos tempo em casa e estão sempre em movimento. Isso justificaria os gastos co gasolina e restaurantes, por exemplo. Outro dado revelado no estudo da Bankrate.com é que os Millennials comem fora de casa, em média, cinco vezes por semana.

Os gastos com contas de telefone são justificadas pelo amor que esta geração possui pelo seu smartphone. Segundo um estudo da Nielsen, de 2016, quase 98% dos Millennials possuem smartphones. E, de acordo com essa pesquisa, o número de proprietários de smatphones cai dramaticamente conforme avança a faixa etária dos consumidores.

Os Millennials também gastam menos com TV. Muitos abandonaram suas assinaturas de canais pagos em troca de serviços como Netflix. Outro ponto interessante revelado na pesquisa da Bankrate.com foi que, enquanto as gerações mais velhas gastam mais em viagens, os Millennials costumam transformar o sonho de fazer uma grande viagem em um verdadeiro objetivo financeiro e juntam suas economias para realizá-la.

> Fonte: Portal Mercado e Consumo.

> Texto também publicado no site da FCDL.

Consumidores jovens e maduros lideram consumo per capita no Brasil

No último ano, os consumidores independentes jovens (até 49 anos) e maduros (maiores de 50 anos), cujo número médio de pessoas no lar não ultrapassa dois indivíduos, foram aqueles que registraram gasto per capita maior que os demais domicílios no Brasil. Esses dois perfis representam, respectivamente, 34% e 41% acima da média, conforme constatação do estudo Winning the Future, que acaba de ser divulgado pela empresa de pesquisa Kantar Worldpanel.

O levantamento, que analisou 96 categorias no período de abril de 2016 a março deste ano, mostra que os independentes jovens são donos da segunda maior renda per capita no país, correspondem a 11% da população entre 6 milhões de lares, estão formando seu patrimônio e não abrem mão da conectividade. Entre 25 e 34 anos, 74% deles possuem smartphone, enquanto dos 35 a 44, o índice é de 62%.

Além da conectividade, outros pontos foram observados nesse grupo de independentes jovens: eles estão atentos à praticidade, indulgência e bem-estar dentro de casa. Já os independentes maduros, com 50 anos ou mais buscam mais qualidade de vida e produtos específicos.

Com lares mais bem equipados que os demais – 70% deles possuem máquina de lavar roupa e 39% automóveis -, 31% pertencem à classe AB, 92% não pagam aluguel e 64% vivem em casa com seis cômodos ou mais. Ainda que não totalmente conectados, 35% têm internet em casa, enquanto 29% contam com TV por assinatura.

Itens preferidos

A pesquisa detalhou aspectos relacionados ao perfil de consumo desses dois grupos. Na despensa dos independentes jovens, constam produtos como óleos especiais e azeite, cerveja, antisséptico bucal, protetor solar e alvejante sem cloro. Na hora das refeições, vão além do tradicional arroz e feijão.

Brasileiros de até 45 anos têm incluído no cardápio pizza, empanados de frango, macarrão, coxinha, lasanha e linguiça. As indulgências também estão presentes no consumo fora do lar, com destaque para balas e gomas, pipoca pronta e biscoito doce – mercadinhos, ambulantes e lanchonetes são os canais utilizados.

Já os independentes maduros se concentram em produtos de bem-estar e saúde, como óleos especiais, adoçante e cream cheese, por exemplo, itens práticos (café solúvel, alvejante sem cloro) e necessidade (tintura para cabelo). Outros itens que se destacam nesse perfil são as versões lights, integrais e diets de produtos como pão, biscoito, requeijão, iogurte e refrigerante.

Um fato importante para os supermercadistas é que eles encaram as compras como um programa e não como uma obrigação. Os independentes maduros foram 88 vezes ao ponto de venda em 2016 (abril de 2016 a março de 2017), contra 78 visitas dos independentes jovens, por exemplo. Eles só foram superados pelos casais com filhos adultos, que registraram 93 idas. Fora de casa, os mais experientes mantiveram o consumo equilibrado, gastando mais com refeições, água de coco e suco natural, por exemplo.

Promoções continuam em destaque

Outra identificação do levantamento é que as promoções seguem fortes entre as preferências do consumidor. O Brasil está entre os países que mais geraram valor em ofertas especiais (40,1%) no primeiro trimestre de 2017, seguido por Argentina (40%), Reino Unido (38%), Itália (34,5%), Holanda (20,6%), Alemanha (17,4%), Espanha (14,5%) e França (13,5%).

De acordo com a Kantar Worldpanel, 80% dos consumidores brasileiros compraram itens em promoção no último trimestre, sendo que 55% deles afirmaram que a oferta especial é o principal fator na hora da escolha da loja.

Outro ponto de atenção aos supermercadistas para o momento de prepararem suas promoções na loja é que aquelas que permitem levar mais por menos são as favoritas pelo shopper (68%), seguidas pelas opções que oferecem desconto no preço (64%).

> Fonte: Portal Varejo ESPMA

> Texto também publicado no site da FCDL.

Conheça cinco estratégias de sucesso de marcas locais

Ao longo dos últimos anos, observamos uma mudança na forma como as marcas locais se comportam. A tecnologia entrega um acesso fácil às informações e companhias do mundo todo estão tomando vantagem sobre isso.

Há dez anos, a maioria das marcas locais eram apenas seguidoras das grandes empresas globais: a falta de um bom marketing e áreas de inovação (NPD) significava que o máximo que elas podiam fazer era imitar, por um preço menor (e na maioria das vezes, com qualidade menor). Mas hoje em dia, essas marcas locais têm se tornado mais sofisticadas e, em muitos casos, estão à frente no mercado de bens de consumo massivo.

Como elas fizeram isso? Analisaremos seis conceitos que vão desde as estratégias de marketing básicas até adaptações às tendências globais. Considerando que um em cada dois dólares gastos com categorias de consumo massivo em Latam vão para marcas locais, é certo dizer que elas estão no caminho de ser tornarem sucessos globais.

Adaptando tendências globais a costumes locais

Se alguém dissesse que uma marca de arroz foi a marca mais inovadora da Argentina em 2016, você acreditaria? Bem, Molinos – empresa de alimentos bem-sucedida – escolheu Gallo, uma das marcas mais tradicionais de arroz do país, para expandir a nova categoria de snack saudável.

É uma combinação de três itens que parecem impossíveis de se juntar: arroz + snack + baixa caloria. As versões de Gallo snacks (salgado e doce) subiram mais rápido que uma nave espacial. Foram consumidas por 11% dos lares argentinos em um único ano, apesar do custo ser um pouco alto para o consumidor médio: pelo mesmo preço que você paga por uma embalagem de 100gr do Gallo snack, você consegue comprar 2kg de um arroz low tier.

Isso mostra que ter só 99 calorias vale o gasto! Essa foi a segunda vez que Molinos quebrou um recorde mundial de snacks. Alguns anos antes, a companhia adquiriu o produto que deu início à categoria de snacks saudáveis: Choco Arroz. Este produto combina arroz com chocolate e um toque argentino de doce de leite.

Controle da cadeia de valor

A marca peruana de farinha, Anita Food, encontrou o sucesso inovando na produção. Em 2003, a marca desenvolveu sua própria semente de trigo, que não só se adequou ao clima local, como também melhorou as ofertas que já estavam no mercado. A ”semente Anita T.4” foi certificada e apresentada como uma das seis melhores sementes peruanas e depois ganhou reconhecimento do Ministério da Agricultura.

Desde então, a companhia cresceu rapidamente em outras regiões e categorias, introduzindo massas e bolachas. A movimentação ocorreu com metade das famílias que compram Anita ao menos duas vezes por mês. Outra fonte do sucesso de Anita? Uma estratégia específica e clara, focada no comércio tradicional. A atividade de marketing tem sido focada no ponto de venda, ao invés de investir grandes quantias com mídia e está centralizada em algumas partes de Lima.

Se conectando com diferentes targets

O Boticário, a gigante brasileira de beleza, está presente em um terço dos lares do país – 17 milhões de domicílios, mais do que o total de domicílios da Espanha! Se destaca trazendo novidade, e fala com pessoas que, muitas vezes, não estão representadas pela maioria.

Incluindo os chamados “novos targets” no centro de suas principais campanhas, produzindo histórias que deixam os corações aquecidos sobre padrastos no dia dos pais, casais separados no natal e pessoas do mesmo sexo celebrando o amor no dia dos namorados.

A principal conquista da marca, se dá por ser constante na inclusão e comunicação ampla, fazendo isso repetidamente. Isso atrai novos compradores que se sentem felizes em pagar mais que o preço médio do mercado (o índice de preço médio do Boticário é de 150).

Operando em segmentos naturais e explorando novas geografias

Durante os últimos dois anos, diferentes companhias tiveram que explorar o conceito de “natural” e isso se tornou uma crescente tendência global. Há 12 anos, Quala Colombia, uma fabricante com mais de duas décadas de experiência de mercado, entrou na categoria de personal care, lançando o shampoo Savital. A nova marca foi baseada em Sabila (aloe vera) e focada nos benefícios dos ingredientes naturais.

A marca ofereceu formatos inovadores de embalagens, especialmente os sachets, por um preço baixo. Savital ganhou rapidamente reconhecimento como o shampoo escolhido pelas famílias colombianas, 58% dos domicílios o escolheram em 2016.

Agora tem uma grande variedade de produtos e está alcançando sucesso em outros países, como México e Equador. A marca também aproveitou os valores familiares locais e isso mostrou um conceito vencedor: suas campanhas publicitárias apresentavam mães dando conselhos de beleza para suas filhas.

Nacionalização” e o orgulho de ser local

Muito frequentemente, consumidores sentem que as marcas locais entendem e respondem melhor aos interesses e cultura do país. Manaos, a marca de refrigerantes é um bom exemplo: com preços baixos, alto investimento em mídia e alcance similar à marca líder de mercado. Em apenas três anos, a marca dobrou sua base de compradores, alcançando 20% dos domicílios em 2015.

O que torna Manaos especial? A marca se orgulha de ser Argentina e estar em todos os cantos do país. O maior exemplo disso é o comercial que se tornou viral, onde a marca “leva Manaos para as Ilhas Malvinas”, com o conceito de retomar o diálogo em torno de um tema sensível. Isso não apenas colocou a marca nos holofotes, como também a fez ganhar posição como uma marca nacional e ‘popular’.

Esta é uma pequena lista de marcas locais que conseguem ser diferentes, notáveis e significativas, cada uma da sua forma. O que as une é que elas estão agindo como líderes, não seguidoras, enquanto atingem diferentes tipos de target. Mas esses conceitos só funcionam se você for local? Nós acreditamos que não. Esses exemplos mostram, no entanto, que ser local permite que você esteja mais perto do seu target, cresça, se adapte e se relacione melhor com os consumidores.

> Fonte: Portal Newtrade.

> Texto também publicado no site da FCDL.

CDL Palhoça

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