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11/10/2017

Sete dicas para ser um líder e melhorar os resultados dos negócios

Em mercados competitivos, são muitos os pontos que devem estar ajustados para a obtenção do sucesso. Para que esses aspectos fiquem alinhados ao objetivo do negócio, a presença que se mostra fundamental é a do líder. Mas quem realmente é essa figura? E como desenvolver qualidades que levem à liderança?

Temos que ter em mente que o lider não se faz por imposição, ele é aquele o qual os demais elementos de um grupo (família, empresa, associação, etc.) optam por seguir. Isso faz com que o sucesso da atuação de um grupo dependa da atuação dessa liderança, que necessita ter real condição e preparo para conduzir os demais membros para a direção mais assertiva para o sucesso.

Dentro disso, cabe uma reflexão, hoje muitos se apressam em querer exercer imediatamente a função de liderança e, nesse momento, já ocorre um primeiro erro: um líder não é imposto, ele conquista seu espaço junto aos liderados.

Outro erro muito comum é acreditar que manter o caminho que todos acham ideal é o certo, a famosa política da boa vizinhança. Na realidade, estar à frente de um grupo, muitas vezes, é ser contestado em suas decisões, mas saber que o rumo a ser tomado é de extrema importância para chegar aos objetivos finais.

Veja as dicas que preparamos para você se tornar um bom líder:
– O primeiro ponto do líder é a paixão, pois, ao ver que ele realmente realiza suas ações com prazer, os liderados acreditarão no projeto. Se isso não ocorre, não haverá inspiração e entusiasmo;

– Não pense apenas na popularidade, pois muitos profissionais podem confundir os papéis de amizade e liderança. Na verdade, o líder deve ser um guia que todos querem caminhar junto. É especialmente nas dificuldades que um líder se destaca, mostrando os caminhos certos a serem seguidos;

– Sinceridade e ética são essenciais. É fundamental ser um profissional em que as pessoas confiem. Também é relevante demonstrar maturidade, com base em experiências passadas e teóricas, pois a busca pela melhoria e reciclagem deve ser contínua;

– O líder não é perfeito, mas busca sempre se aprimorar. Ninguém sabe tudo e todos possuem muito a aprender. O líder sabe que deve ouvir os liderados e ter uma troca saudável de ideias;

– Estar à frente é, muitas vezes, não ter medo de arriscar. Um líder que não busca o diferente está fadado a ser ultrapassado. É fundamental que se tenha audácia e posicionamento de opinião. Também é preciso assumir responsabilidade e culpas;
– Autoconhecimento e autocontrole são fundamentais, pois se deve saber os próprios limites e a hora de se retirar para que não prejudique o projeto. Um grande problema das lideranças pode ser o ego, que leva a uma perda de controle. É preciso estar pronto para mudar de rota sem perder o foco, conduzindo sua equipe nas mudanças do mercado;

– Uma boa comunicação é fundamental. Um dos grandes erros dos “chefes” é não deixar claro para a equipe os caminhos tomados. É preciso saber se posicionar, fazer reuniões e convencer.

Capacitação e troca de experiências

Não existe caminho melhor para se tornar um grande líder do que a capacitação. Cursos, treinamentos, workshops e a troca de experiências com outros profissionais do ramo são essenciais para a construção de um novo profissional, capaz de coordenar uma equipe e caminhar para a evolução.

> * Paulo Roberto O. da Costa é diretor geral da Farmarcas, associação de grupos farmacêuticos.

> Fonte: Portal Administradores.

> Texto também publicado no site da FCDL.

Por que o bom humor é importante para os negócios

Pessoas que lidam com negócios não são divertidas. Estatisticamente, quem trabalha na área vai perdendo seu senso de humor com o tempo. E mesmo que ainda tenha, provavelmente não demonstra essa característica no ambiente de trabalho. Uma pesquisa recente realizada pela Gallup revelou que as pessoas riem significativamente menos nos dias de semana, comparado ao final de semana. Além disso, o levantamento sugeriu que, à medida em que as pessoas envelhecem, param de rir com mais frequência. Mas isso pode estar prejudicando seus negócios e sua empresa, defende Joel Stein, em artigo publicado no site da escola de negócios de Standford.

Outro estudo realizado pelas professoras Jennifer Aaker e Naomi Bagdonas sugerem que quando as pessoas entram no mercado de trabalho, a frequência com que riem e sua percepção sobre se são engraçadas caem consideravelmente.

Mas o humor é uma ferramenta efetiva e pouco utilizada de poder, que oferece uma vantagem competitiva contra os pares, aumenta a retenção de funcionários, proporciona soluções inovadoras e cria equipes mais resilientes ao estresse.

“Se você é uma pessoa que lida com negócios, provavelmente não tem muito tempo para ler porque precisa voltar ao trabalho, o que o leva a se perguntar: há alguma metáfora para que eu possa me lembrar depois de usar o humor no ambiente de trabalho?”, escreve Stein. A resposta é sim: pontes e escadas.

Pontes são estruturas construídas para criar ligações, aumentar confiança e fortalecer culturas. O humor é um ponto porque a risada estimula a produção de oxitocina, um hormônio que facilita a criação de laços sociais, aumenta a confiança e amplia o autoconhecimento. Tudo isso é importante no ambiente de trabalho – e outras formas de liberar oxitocina, como sexo e uso de drogas, costumam ser proibidas pelo departamento de recursos humanos.

Em um estudo de 2015, os psicólogos Alan Gray, Brian Parkinson e Robin Dunbar fizeram metade dos participantes assistirem a vídeos engraçados, enquanto os demais assistiram vídeos “neutros”. Depois disso, as pessoas deveriam participar de exercícios de autoconhecimento com estranhos. Aqueles que haviam assistido a vídeos divertidos revelaram 305 mais informações sobre si mesmos do que os outros.

E quando se trata de pessoas conhecidas, compartilhar risadas e momentos divertidos facilita a aproximação. Em uma pesquisa de 2007, liderada pela psicóloga Doris Bazzini, mostrou que casais que se lembram de momentos quando riram juntos são mais satisfeitos em seu relacionamento do que aqueles que lembravam de memórias positivas, mas que não eram engraçadas.

Mas como usar o humor no ambiente de negócios? Primeiro, ria dos seus defeitos. Isso humaniza os líderes, cria conexões com os funcionários e faz você parecer mais poderoso do que é – afinal, se você pode brincar com suas falhas, deve ser muito confiante de suas habilidades. A prática também mostra aos funcionários que é permitido ser engraçado. Rir de si mesmo, porém, pode manchar sua credibilidade se você está em uma posição mais baixa na organização.

Se você está em uma posição gerencial ou acima ou ainda acabou de conhecer seu interlocutor, é melhor evitar piadas agressivas. Em vez disso, use o humor para destacar opiniões em comum ou concorrentes.

E nunca faça uma piada às custas de um funcionário – ria de você, não dos outros. É bom também tentar perceber se as suas piadas são mesmo engraçadas ou se as pessoas só estão rindo porque estão abaixo de você na hierarquia corporativa.

O humor tem também outra função – a de escada, para aumentar o seu status. Pesquisas conduzidas em 2016 por Brad Bitterly, Alison Wood Brooks e Maurice Schweitzer mostraram que quando alguém faz uma piada no ambiente profissional, tende a ser visto pelos colegas como mais competente.

Um dos ambientes mais efetivos para usar o humor no ambiente de trabalho é em uma mesa de negociação, onde as piadas podem servir como ferramenta de persuasão. Os pesquisadores Karen O’Quinn e Joel Aronoff estudaram um grupo de pessoas durante uma negociação de obras de arte. Quando os vendedores concluíam a oferta final com uma piada, os participantes pagavam 18% mais pelas obras.

O humor também pode facilitar a memorização. O investidor David Hornik afirma que reuniões de conselhos normalmente vão “de tediosas a tristes, então se alguém estiver disposto a correr o risco de fazer uma piada, o valor disso é incrível. As pessoas vão se lembrar”. O biólogo John Medina, autor do livro Brain Rules (As regras do Cérebro, em tradução livre), concorda. Ele afirma que “o cérebro não presta atenção a coisas chatas”. Além disso, a oxitocina, liberada com a risada, ajuda na memória e no processamento de informações.

Outro benefício: ser engraçado pode te ajudar a conseguir um emprego. Uma pesquisa realizada com mais de 700 CEOs mostrou que 985 dos executivos preferem candidatos que demonstram senso de humor e que 84% pensam que as pessoas assim trabalham melhor.

> Fonte: Portal Newtrade

> Texto também publicado no site da FCDL.

Três passos para saber se você tomou a melhor decisão nos negócios

A vida é tomar decisões. Decidir que horas acordar, qual roupa usar, o que comer e assim por diante. São tantas, que algumas delas acabam sendo tomadas até mesmo intuitivamente. A vida do empreendedor (e do gestor) não é diferente. Diariamente, decisões devem ser tomadas, em assuntos que podem envolver escolha de fornecedores, precificação, descontos e investimentos, entre outros.

Algumas decisões são fáceis e podem ser normatizadas de forma repetitiva, transformando-se em políticas. Já outras, principalmente relacionada a questões estratégicas, são únicas e dizem respeito a situações cujos detalhes nunca se repetirão com exatidão.

Na maioria dos casos da vida real, as opções de decisão são muitas e não há uma solução ótima única aos problemas. Portanto, por mais óbvio que possa parecer, é muito difícil saber se a decisão tomada foi a melhor possível. Afinal de contas, por melhor que tenha sido, sempre há a possibilidade de não ter sido tomada alguma outra decisão melhor ainda. Apesar disso, seguem alguns critérios que costumam indicar boas decisões:

Envolveu um processo analítico

Decisões são normalmente relacionadas a resolução de problemas. Quanto melhor a análise do problema (mesmo que informal), maior a probabilidade que uma boa decisão seja tomada.

Uma boa análise envolve a busca das causas reais do problema. Uma vez detectadas as causas, é possível estabelecer as alternativas e ponderar vantagens, desvantagens e riscos de cada uma delas e, finalmente, decidir sobre o que fazer. Portanto, reflita se suas decisões estão sendo tomadas com base nas causas reais ou somente nos efeitos dos problemas.

Respeitou os valores do empreendedor e da empresa

No calor do dia a dia, e face a pressões de diversos lados, decisões tomadas podem ser contrárias aos valores do empreendedor e da empresa. Valores são princípios, padrões ou qualidades que são crenças centrais e convicções da organização. Estabelecem as prioridades morais e éticas, que servem como guia para todas as atividades.

Um teste simples para avaliar se as decisões tomadas respeitaram os valores é perguntar a si mesmo se você poderia contar com tranquilidade sobre a decisão tomada para os funcionários da empresa ou para os seus filhos e familiares. Se a resposta é sim, provavelmente a decisão respeitou os seus valores.

Considerou os potenciais impactos e riscos para os resultados

Decisões envolvem previsões e é impossível prever o futuro, ainda mais em momentos de incertezas como passa o Brasil. É de se esperar que retornos elevados estejam associados a riscos maiores. Portanto, boas decisões são as que consideram conscientemente uma boa relação risco x retorno.

> * David Kallás é professor de estratégia do Insper.

> Fonte: Portal Newtrade

> Texto também publicado no site da FCDL.

Pesquisa aponta os negócios promissores para 2017

Abrir um negócio está nos planos de muitos empreendedores brasileiros para este ano. Segundo um estudo realizado pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), baseado no perfil de novas empresas em anos anteriores e no comportamento da economia nacional, os empreendimentos que atendem às necessidades básicas e que oferecem serviços de reparação estão entre as atividades que mais prometem ter sucesso este ano.

Para este levantamento, a instituição analisou os segmentos com maior taxa de natalidade em 2016, pois sinalizam a existência de uma maior demanda. Parte dos negócios em alta está em atividades ligadas a vestuário, alimentação e higiene. “A população continua crescendo e, mesmo em tempo crise, ela não deixa de consumir esses produtos e serviços. As pessoas buscam alternativas mais baratas, mas o consumo permanece. É importante o empresário acompanhar esse movimento da economia para ter mais sucesso”, comenta o presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos.

O segmento de reparos é outro que continua promissor para este ano. Até 2014, a ascensão das classes C e D impulsionou o consumo de eletrônicos, automóveis, entre outros. Porém, com a crise econômica, este público busca agora reparar esses bens ao invés de adquirir produtos novos. Também figuram entre os negócios que prometem dar retorno positivo os que oferecem produtos e serviços especializados para outros empreendimentos e que possibilitam a redução dos custos operacionais e/ou aumento da sua eficiência produtiva.

Veja a lista completa, segundo a pesquisa do Sebrae:

– Alimentos e bebidas: comércio de alimentos e bebidas, representação comercial, preparação de alimentos, restaurantes populares, lanchonetes, produtos de panificação, doces e refeições.

– Vestuário: Confecção, comércio de vestuário e acessórios do vestuário e bijuterias

– Serviços de saúde: consultório médico, serviços ambulatoriais, fisioterapia, nutrição, venda de planos de saúde, comércio de medicamentos e artigos de ótica.

– Produtos/serviços inovadores: produtos e serviços que permitam aumentar a eficiência produtiva e/ou redução de custos das empresas.

– Serviços de Reparação: reparação e manutenção de veículos usados, de máquinas e equipamentos, comércio de peças e acessórios para veículos usados.

– Estética/beleza: cabeleireiros, comércio de cosméticos, de produtos de perfumaria, higiene pessoal.

– Serviços especializados: serviços advocatícios, de engenharia, de comunicação, de gestão empresarial, de apoio administrativo, contabilidade, domésticos e com foco na 3ª idade.

– Informática: Serviços de manutenção e reparação de computadores e equipamentos de informática, produção de softwares e comunicação multimídia.

– Construção: comércio de material de construção, manutenção, reparação, pintura, reformas de imóveis, instalações elétricas, hidráulicas, acabamento, serralheria, móveis de madeira, manutenção de sistemas de ventilação e refrigeração.

> Fonte: Portal Editora Lamonica

> Texto também publicado no site da FCDL.

Estratégias digitais para alavancar o seu negócio

Estratégias Digitais

ISAE promove mais uma edição do “Encontro Marcado”, evento gratuito que promove o debate sobre temas relacionados à economia e gestão empresarial

Ney Queiroz

Ney Queiroz é especializado em marketing digital pela Harvard University (EUA)


CURITIBA, 11/04/2016
– Em um período de crise, as estratégias digitais passaram a ser fundamentais para empresas e profissionais que buscam se destacar no mercado. Pensando nisso, nesta quarta-feira, dia 13 de abril, o Instituto Superior de Administração e Economia (ISAE) vai promover mais uma edição do Encontro Marcado, evento focado em discutir assuntos voltados à economia e gestão empresarial, que terá como tema “Estratégias digitais para alavancar o seu negócio”. 

A atividade gratuita, aberta à comunidade, será comandada pelo professor Ney Queiroz. Graduado em comunicação e direito, Ney é especializado em marketing digital pela Harvard University (EUA). Hoje, lidera o Grupo de Pesquisa “Novos Modelos de Comunicação na Era Digital” e atua como professor de Mídia, Marketing Digital, Legislação Publicitária e Direito Digital, além de ser o autor do blog Mídia&Consumo. 

Durante o “Encontro Marcado”, Ney Queiroz mostrará estratégias digitais que podem contribuir para a evolução de empresas dos mais variados portes e vai apresentar como soluções online podem ser uma alternativa viável e positiva em tempos de crise.

O “Encontro Marcado” com o professor Ney Queiroz será realizado a partir das 19h30, no Teatro Paiol (Praça Guido Viaro, s/nº – Prado Velho), em Curitiba. Antes do evento, poderão ser doados produtos de limpeza ou higiene pessoal, que serão destinados a instituições de caridade.

Para mais informações e inscrições, acesse o site www.isaebrasil.com.br ou ligue para (41) 3388-7817.

 

CDL Palhoça

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