Archive for agosto, 2016

A geração millennial começa a empreender

timePor Claudia Bittencourt*

A globalização, a evolução da tecnologia, do digital e a mobilização vêm exigindo cada vez mais das empresas, mudanças nas formas de distribuir, expor, vender e divulgar seus produtos. O uso da tecnologia para melhorar a gestão do negócio e para aumentar a produtividade é algo que não se discute mais, a conscientização dos empresários sobre a necessidade de incorporar tecnologia nos negócios ampliou e com isso a condição dos negócios se manterem competitivos e sobreviverem. Esse é um quadro do mundo ideal, no entanto ainda temos no mercado um grande número de empresas, nos mais diversos segmentos, que estão andando a passos lentos nesse sentido.

Além de todos os impactos da tecnologia nos negócios, o mundo desperta para o comportamento da nova geração, os millennials, pessoas nascidas entre 1980 e 2000. Uma geração que está se desenvolvendo no âmbito pessoal e profissional paralelamente com a evolução da internet, do digital e do mobile. A forma de pensar, consumir, imprimir valores e de se comunicar dessa geração pouco pode ser comparada com o comportamento das gerações das décadas anteriores.

Muito se falou dos desafios de manter e atrair talentos dessa geração, uma vez que buscam conhecer o propósito, as causas que as empresas defendem e os valores da marca e ainda, como lidam com as pessoas e que tipo de contribuição geram para a sociedade, qual a origem dos produtos e do lucro.
Agora, essa geração começa a empreender, atuando como administradores de seus próprios negócios, ou como franqueadores ou ainda como franqueados de uma rede. Hoje, os millennials já representam a maioria da força de trabalho das redes de franquias americanas e no Brasil não é diferente.

O número de franqueados millennials, em algumas redes e em alguns segmentos, em especial o de serviços, começa a ser representativo comparativamente aos franqueados da geração baby boomer e a geração X – o que gera um desafio para os franqueadores no sentido de como lidar com esse perfil e como atraí-los para aderir e se engajar com seu sistema de franquias.

Os empresários do franchising terão que mergulhar a fundo nestas questões para avaliar o quanto estão preparados e o que vão precisar mudar ou incrementar em seus negócios para não serem ignorados pelos millennials.

Algumas informações sobre o comportamento dos empreendedores/franqueados dessa geração podem ajudar nessa análise, por exemplo:

A proposta de valor da franqueadora para o franqueado tem que fazer sentido e é o que vai motivá-lo a engajar-se com a marca. Deve ficar muito claro quais são suas tarefas e que tipo de apoio vai receber para realizá-las e para obter sucesso com a sua unidade de franquia;

Eles têm a informação na palma de sua mão, sobre a empresa, sobre a marca e sobre o nível de satisfação dos franqueados da rede e de seus consumidores. Tudo em tempo real, a qualquer hora do dia. Portanto, as informações sobre o negócio devem ser bem embasadas e transparentes;

Acreditam muito em sua capacidade e se adaptam bem aos ambientes colaborativos e não de imposição. Neste sentido, as franqueadoras podem enfrentar dificuldades em implementar as regras e padrões da rede se estas não forem claras e se os franqueados não enxergarem valor nos processos ou orientações;

São questionadores, porém tendem a ser mais parceiros a partir de uma relação igualitária, sem hierarquias, desde que estejam engajados como o propósito da marca;

Têm pressa e expectativas elevadas em relação aos resultados do negócio, o que vai exigir da franqueadora um alinhamento de expectativas em relação às projeções de faturamento, ponto de equilíbrio, prazo de retorno e muita, muita clareza no que vai fazer o negócio dar resultado, e esse geralmente se traduz em muito trabalho, dedicação, proatividade e seguir as regras da franquia;

Essa geração, segundo estudos, dá menos valor aos líderes com visibilidade, bem relacionados e tecnicamente habilitados, consideram verdadeiros líderes pessoas com pensamentos estratégicos relevantes, inspiracionais, afáveis e visionários, o que pode provocar a necessidade de redefinições das lideranças nas empresas franqueadoras.

Finalizando, franqueadores e profissionais do franchising devem ficar atentos pois eventuais conflitos com franqueados pode ter como causa a falta de acompanhamento da mudança de perfil desse parceiro e do suprimento de suas necessidades.

>*Claudia Bittencourt, sócia, fundadora e diretora-geral do Grupo Bittencourt

> Fonte: Portal Varejista

> Texto também publicado no site da FCDL.

Consultor explica como ter uma franquia de sucesso

Para o especialista em gestão de projetos, Luciano Lugli, muito mais que o conhecimento em algumas áreas, o empreendedor precisa ter vontade de aprender todos os dias

São Paulo, agosto de 2016

Luciano Lugli especialista do lar

Luciano Lugli especialista do lar

O País começa a mostrar sinais de recuperação econômica. No entanto, alguns brasileiros já deram os primeiros passos e já encaram as dificuldades e acertos na condução do próprio negócio. De acordo com a ABF – Associação Brasileira de Franchising, o setor de franquias apresentou 7,6% de crescimento na receita no primeiro trimestre deste ano.

No entanto, muito mais que ter uma grande ideia para empreender é importante conhecer os fatores de risco e estar preparado para transformá-los em oportunidades. Aos empreendedores “de primeira viagem” algumas dicas podem ser decisivas para o negócio deslanchar. 

Qual o critério para a escolha de um sócio (a)? Por que é tão importante conhecer a dinâmica do mercado em que vai atuar? Qual é a hora certa de começar um negócio? Essas entre outras questões costumam revisitar até mesmo quem já está há muito tempo empreendendo.

Luciano Lugli, especialista em gestão de projetos e fundador da Especialista do Lar – franquia voltada para construção e reformas, sugere algumas dicas e esclarece as principais dúvidas.

 

  1. O que o empreendedor precisa saber antes de embarcar em um negócio próprio?

Precisa estudar como funciona a operação, administração e a venda dos produtos e serviços. Estudar os riscos internos e externos pode evitar surpresas desagradáveis no futuro, além de ajudar o empreendedor a identificar as oportunidades deste negócio e buscar a escalabilidade, ou seja, a capacidade de replicar o produto/serviço, atendendo um grande público ou mercado consumidor.

  1. Quais as dicas fundamentais na hora de escolher um sócio?

A decisão por uma sociedade pode determinar o sucesso ou insucesso do negócio. Por isso, é importante escolher alguém que tenha valores, expectativas e objetivos similares. Outro ponto importante é se certificar que essa pessoa seja de fácil convívio, resiliente em receber críticas e a superar problemas a dois, além é claro de ser alguém de sua confiança.

  1. Qual o critério deve nortear a decisão de empreender?

Um ponto é identificar se a ideia que teve pode ser uma oportunidade do negócio. No entanto, o comportamento empreendedor é o mais importante, pois qualquer pessoa pode empreender. Muitas pessoas acabam desistindo quando surgem as primeiras dificuldades. Por isso, a decisão de empreender vai muito além de ter sucesso, de ganhar dinheiro ou reconhecimento, pois, independentemente do que aconteça, a decisão estará tomada e nada vai mudar a trajetória e a visão de futuro de um empreendedor. 

  1. Como saber se o negócio tem potencial para ser uma franquia ou não?

Antes de identificar o potencial é importante entender se existe demanda pelos produtos ou serviços ofertados em diferentes regiões. Se houver procura é a hora de estudar se o negócio será franqueado ou se a expansão será feita por meio de filiais. Antes de tudo é necessário iniciar um planejamento do negócio, considerando diferentes cenários para não desperdiçar oportunidades.

  1. Como identificar o poder do negócio sendo ainda um embrião, ou seja, ainda sem corpo?

A recomendação que dou é estudar o mercado, ter informações sólidas de oferta e demanda. Pode acontecer de um setor já ter vários concorrentes, mas, mesmo assim, o empreendedor pode encontrar oportunidades, basta apresentar vantagens competitivas e inovação naquilo que ele propõe. A dica é jamais entrar em um negócio com pouca capacidade de replicar o produto/serviço para um grande público.

  1. O empreendedor precisa ter conhecimento de várias áreas para abrir um negócio/franquia, como o meio jurídico, finanças, gestão de pessoas?

Sim, quanto mais conhecimento melhor. Não existe uma regra, pois muitas pessoas vão aprendendo com o dia a dia do negócio. Mais importante que o conhecimento é a vontade de aprender. Claro que a falta de noções básicas de finanças, por exemplo, pode influenciar os resultados do negócio. O empreendedor de sucesso precisa ter um perfil curioso, ousado e sempre inquieto em conhecer novas técnicas, métodos e abordagens para aprimorar o negócio. Limitar-se ao que já tem não é e nunca será um diferencial competitivo.

Grupo E-Lar

A empresa Especialista do Lar, do Grupo E-Lar, oferece serviços de manutenção, reparo, construção, limpeza e reforma para residências, condomínios e empresas, além de projetos de adaptação para pessoas com necessidades de mobilidade. A empresa tem em seu plano de negócios o modelo de franquias, com perspectivas de expansão em território nacional e em países do Mercosul.

Consultoria de Gestão de Negócios 

Faz parte do Grupo E-lar a E-PPM (Enterprise Project and Process Management) empresa especializada no planejamento e execução de projetos para a gestão estratégica do negócio, processos, pessoas, comercial e financeiro. O Grupo E-Lar oferece aos franqueados treinamentos que o ajudam a gerenciar o negócio de forma orgânica e integral. Apresenta uma proposta diferenciada na consultoria multidisciplinar, em diversos segmentos do mercado. Nenhum franqueado inicia a abertura da loja sem antes ser treinado e capacitado.

Para saber mais, acesse: www.especialistadolar.com.br facebook.com/especialistadolar

Bazar da Moda – Liquida Palhoça acontece nos dias 09, 10 e 11 de setembro

A população pediu e ele voltou. Vem aí a segunda edição do Bazar da Moda – Liquida Palhoça. O evento de liquidação de moda, acessórios e calçados já está praticamente integrado ao calendário do município e, neste ano, acontece nos 09, 10 e 11 de setembro, das 10h às 20h no Ginásio Palhoção.

Na edição de 2015, o Liquida Palhoça contou com a presença de mais de 5.000 pessoas. Para 2016, o público estimado é de 8.000 visitantes.

“A parceria entre a CDL de Palhoça e o Sebrae/SC na realização do Liquida Palhoça foi um sucesso porque este é um evento que atende uma demanda da própria população, unindo uma grande variedade de produtos em mais de 50 lojas com preços atrativos”, explica o presidente da CDL Palhoça, Josué da Silva Mattos.

E os descontos são realmente convidativos, podendo chegar a até 70%. Além disso, outras o evento contará com outras atrações para toda a família.

O Parque Food Truck, que trará seis opções de gastronomia: Churros Mania Gourmet, La pasta FoodTruck, Teteriko Food Truck, Beer Truck Dois Irmãos, Block Pizzas e Dog Lucas

No Espaço Criança, uma área com brinquedos, recreadores e personagens infantis trará toda a estrutura do Brinca Legal.

E o Espaço Arte e Cultura, contará com música, apresentações e artesanato, incluindo uma apresentação especial do Grupo Boi de Mamão do Pantanal.

Por isso, não dá para deixar passar este evento. Afinal, quem não gosta de aproveitar um bom desconto quando se trata de roupas, acessórios e calçados?

Participe e traga seus amigos, colegas de trabalho e sua família para prestigiar esta grande data do comércio palhocense.

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Atrações como Boi de mamão também terão vez no Liquida Palhoça

Programação do Liquida Palhoça

A programação do Bazar da Moda – Liquida Palhoça de 2016 foi criada para tornar os três dias do evento (09, 10 e 11 de setembro) em um agradável final de semana, repleto de lazer e diversão – além, é claro, de ótimos descontos:

 – Mais de 50 lojas da cidade estarão vendendo seus produtos com descontos de até 70% das 10h às 20h, nos dias 09,10 e 11/09

– Festival de Food Trucks, das 10h às 20h, nos dias 09,10 e 11/09

– Espaço da criança com toda estrutura do Brinca Legal, das 10h às 20h, nos dias 09,10 e 11/09

– Participação especial da Maricotinha, das 14h às 15h, no dia 10/09

– Feira de artesanatos com a feirinha solidária

– Boi de mamão, às 15h30, no dia 11/09

– Atrações Musicais às 16h30, no dia 11/09

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Churro Mania no espaço gastronômico

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Massas & Molhos são opções no dia do evento

CDL Palhoça: novos planos de saúde e odontológicos para associados

Bradesco Saúde e a Sulamerica passam a integrar a cartela de benefícios da CDL Palhoça

Neste mês de agosto, a CDL Palhoça e a empresa AllCross firmaram uma parceria que oferecerá aos associados da entidade novos planos de saúde e odontológicos.

Tanto os serviços de saúde quanto os odontológicos de marcas tradicionais como Bradesco Saúde e SulAmérica serão disponibilizados pela AllCross com atendimento personalizado para cada empresa.

Com mais estas opções, a CDL Palhoça continua trazendo para seus associados produtos e serviços de qualidade, proporcionando aos lojistas uma experiência dinâmica e inovadora. 

Faça sua cotação dos serviços da Bradesco Saúde e SulAmérica. Fale com a CDL pelo telefone (48) 3242-1900

Sobre a AllCross

O Grupo AllCross é referência em consultoria de planos de saúde, odontológicos e seguros no país, tendo mais de 15 anos de história. A matriz fica em Curitiba, mas há escritórios em diversas cidades e estados, incluindo um em Florianópolis (SC).

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Pokémon GO e o engajamento no ponto de venda

Por Lisandro Sciutto*

O varejo brasileiro tem passado por algumas turbulências desde o ano passado. O consumo diminuiu, e levou muitas lojas físicas a fecharem as portas. Dados da SBVC (Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo) mostram que das 300 maiores varejistas, 88 reduziram o número de funcionários no ano passado, e 31 o número de lojas. Um cenário não muito diferente da crise econômica enfrentada em 2008 nos Estados Unidos, que fez muitas marcas repensarem sua estratégia e focarem no consumidor. No entanto, esse cenário pode mudar com uma nova leva de potenciais consumidores trazido pelo Pokémon Go.

Se você não prestou muita atenção no último surto do Pokémon, a hora é agora. O Pokémon Go não apenas construiu uma base de usuários rival para as principais redes sociais como Twitter, Facebook e Snapchat, como valorizou os negócios da Nintendo, que chegou a US$ 23 bilhões na bolsa em uma semana. Somente no Brasil, em menos de 24 horas, o jogo registrou mais de 50 milhões de usuários.

Usando dados de GPS, o jogo insere os jogadores no mesmo ambiente que os Pokémons. E é essa base massiva de fãs que gera números capazes de fazer executivos revirarem suas cabeças ao tentar entender como aproveitar o momento e aumentar as vendas. O fato é que o Pokemón Go tem potencial para fazer os varejistas, que dependem do aumento do tráfego de pessoas nas lojas, gerar receita.

Muitas lojas e restaurantes em todo o mundo já estão olhando para as vantagens do Pokémon Go, algumas já oferecem recompensas a visitantes que jogam em seus estabelecimentos. O Arizona Mall, recentemente, adquiruiu o módulo de atração, conhecido como lure module, que torna a loja em um Poke Stop e atrai Pokémons até o estabelecimento. A técnica funciona. Em uma pizza bar, em Nova York, o movimento aumentou 75% após a aquisição do módulo. O jogo ainda não oferece nenhuma forma explícita de propaganda paga, mas existem indicadores de que a Niantic logo fará parceria com empresas como Mc Donald’s – talvez como forma de oferecer aos jogadores que pararem na rede de fast food um incentivo, como itens especiais ou Pokémons raros.

Em 2014, em entrevista com Kill Screen, o CEO da Niantic, John Hanke, ressaltou o valor potencial da realidade mediada nas ações de marketing para varejistas que fizerem bom uso em seus negócios: “Com esse tipo de propaganda, a loja física será um local ativo no jogo, e haverá incentivos para usuários que visitarem esses lugares. Esse tipo de modelo de negócio ainda está em fase inicial, mas eu acho que é muito promissor. Os varejistas querem mais tráfego na loja e esperam que os clientes estejam engajados. Acho que esses jogos são uma ferramenta poderosa para isso”.

O incentivo para varejistas é massivo: jogadores do Pokémon Go são engajados e geralmente usam mais o aplicativo do que as redes sociais populares, como Facebook e Snapchat. Enquanto o Pokémon Go está chamando a atenção no varejo, essa é apenas a primeira de uma onda de aplicativos de realidade aumentada que quebrará as barreiras entre os espaços físico e virtual. As lojas físicas sempre terão estratégias para aumentar o movimento, mas o Pokémon Go é uma prova de que existem aplicações de realidade aumentada que fazem isso muito bem, ‘capturando’ os potenciais clientes que estão passando por perto. Cabe, portanto, ao varejista criar estratégias para fidelizar e reter o transeunte.

> (*) Lisandro Sciutto é diretor de produtos da Infor Latam

> Fonte: Portal No Varejo

> Texto também publicado no site da FCDL.

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CDL Palhoça

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